10/12/2015

Sempre Foi Você - Capítulo 7



No seu segundo dia em Nova York, ela foi até a Universidade de Columbia para tomar um café com Joseph Jonas. Desde outubro, eles vinham trocando e-mails com regularidade. Quando tinha dito a Joseph que viria a Manhattan, ele sugeriu que se encontrassem.

Era um dia claro e gélido, e Demi decidiu subir à acrópole acadêmica de Morningside Heights. Ao chegar lá, viu Joseph sentado nos degraus, com um casaco de lã azul abotoado até o pescoço e um cachecol listrado. Demi
parou por um instante, sentindo-se subitamente tímida. Deveria abraçá-lo, ou ele estava esperando um beijo pretensioso na bochecha? Talvez um aperto de mão fosse suficiente.
Quando a avistou, o rosto dele irrompeu em um enorme sorriso. Todo o constrangimento sumiu da mente de Demi e ela correu até ele, jogando os braços ao seu redor.
– Meu Deus, é tão bom ver você!
Joseph a abraçou forte.
– É ótimo ver você também.
– Obrigada por me encontrar. Estou tão feliz de ver um rosto amigo.
– Ia sugerir que a gente ficasse por aqui, mas está frio demais. Que tal um café na lanchonete? – jogando um braço ao redor dos ombros dela, ele a puxou para si quando eles começaram a andar. – Tem uma cafeteria na
biblioteca, mas achei que você fosse gostar mais do restaurante do Tom.
– Por quê? – Demi perguntou.
– Você vai ver – enquanto eles desciam a rua, Joseph começou a cantarolar alguma coisa tão baixinho que Demi não conseguiu identificar a música.
Assim que eles viraram a esquina na Broadway, ela percebeu o que ele estava cantando.
– Ei! É a Tom’s Diner, daquele vídeo de Suzanne Vega – os cantos da boca de Demi se curvaram para cima quando ela avistou a fachada de pedra e vidro. – Adoro aquela música.
Joseph tomou sua mão e a levou para dentro. O calor da lanchonete contrastava com o ar gélido lá de fora.
– Sabe, é a segunda vez em dois dias que estou numa lanchonete.
– Bem-vinda a Nova York.
– Gostariam de uma bebida? – a garçonete perguntou, colocando guardanapos na mesa.
Joseph olhou para a mulher.
– Um café pra mim.
– Dois, por favor – Demi acrescentou, observando a garçonete se encaminhar até a cafeteira.
– Então, como vai a visita? – Joseph perguntou.
– Tudo bem, por enquanto. Estamos ambos tentando ao máximo não antagonizar um com o outro. Mas é mais fácil falar do que fazer, às vezes.
– Por quê?
Demi encostou-se no banco e tomou um gole de café. O líquido quente aqueceu sua boca e ela franziu a testa em concentração.
– Acho que estamos pisando em ovos. Não estamos sendo nós mesmos para não irritar um ao outro. E então, quando eu falo alguma coisa que revela quem sou de verdade, é como se ele voltasse ao seu estado típico.
Ontem à noite eu disse que queria ver uma banda na quinta-feira para escrever um artigo para o jornal e ele já começou a gritar. Disse que eu sou menor de idade, que não posso ser vista num lugar em que se vende bebidas alcoólicas e que não tenho um acompanhante, então não tenho permissão pra ir.
– Mas você vai de qualquer jeito?
– Claro que vou – Demi olhou diretamente para ele. – Tem essa banda nova que estou morrendo de vontade de ver. Eles sempre tocam no Mercury Lounge. Podem ser a próxima grande descoberta.
– Até entendo a preocupação do seu pai. Provavelmente não é seguro para uma garota de dezoito anos ficar andando por Manhattan à noite.
– Fico andando até tarde da noite toda hora em casa – Demi deu de ombros.
– Não é a mesma coisa – Joseph olhou-a por sobre a xícara de café, o vapor subindo até obscurecer seu rosto. – Uma cidadezinha na Inglaterra não é exatamente Gotham City.
– Bem, Bruce Wayne, acho que vou arriscar – seu tom de voz indicava que estava decidida.
– E se eu fosse com você?
– Faria isso? – ela pôs a xícara de café vazia sobre a mesa e o examinou.
Tudo sobre ele indicava dinheiro, da camiseta azul abotoada estilo Oxford, aberta no pescoço, revelando os pelos do peito, à calça estilo marinheiro.
Ela se perguntou se ele tinha ideia de como pareceria deslocado no Mercury Lounge.
Mas, por dentro, ela deu de ombros. Era um risco que aceitaria se significasse poder ir ao show e manter o pai feliz.
– Claro. Acho que nunca fui lá antes – ele falava como se a oferta não fosse nada demais.
– Então o que devo fazer em troca? – o rosto dela ficou quente assim que as palavras escaparam dos seus lábios. Ela não tinha pretendido soar tão provocativa.
Joseph quase cuspiu o café.
Ela olhou-o com olhos estreitados.
– Estou oferecendo, como sua amiga, uma oportunidade de você receber algo em troca. Não vejo o que tem de engraçado nisso.
Ele aproveitou a oportunidade para considerar.
– Nesse caso, deixe eu te levar pra jantar antes que você vá embora. Você me mostra seu mundo e eu mostro o meu pra você.
– Ok, Henry Higgins, combinado. Faça o seu melhor.

***

Joseph observou enquanto Demi convencia um segurança a deixá-la entrar no Mercury Lounge, apesar de não ter uma carteira de identidade e ser menor de idade. Não tinha como não ficar impressionado com o modo como ela enganou os caras com brincadeiras, sorrisos doces e com a história de ser uma jornalista inglesa.

– Você vem? – virou-se para Joseph, o rosto corado de frio e os olhos brilhando sob as luzes da entrada.
– Claro.
Seguindo Demi até a área principal da boate, todos os seus sentidos foram atacados pela atmosfera – a cacofonia da plateia, o cheiro de fumaça no ar, a sensação do chão grudando nas solas dos sapatos. Ele podia sentir a animação no local enquanto a multidão de pessoas se movia pelo espaço, esperando a banda subir ao palco. Devia haver pelo menos trezentas
pessoas apertadas lá dentro.
– Qual o nome da banda mesmo? – Joseph perguntou. Demi tomou sua mão para puxá-lo mais para a frente.
– The Strokes. São uma banda de garagem de cinco membros. Está todo mundo falando deles.
Três membros da banda subiram no palco e houve gritos e aplausos da plateia. Joseph já podia antecipar que suas orelhas estariam zumbindo até o fim da noite. Sua camiseta estava começando a ficar molhada. O calor úmido do local estava fazendo até o cabelo de Demi ficar um pouco
frisado. Ficava bem nela.
Olhando para o palco, suas sobrancelhas se ergueram em surpresa e ele se inclinou para sussurrar na orelha de Demi.
– Sabe, reconheço pelo menos dois daqueles caras.
Demi voltou-se para ele imediatamente e Joseph abriu um sorriso orgulhoso.
– Sério? – ela olhava-o com desconfiança.
– Sério, reconheço eles de Dwight. São definitivamente caras da escola preparatória.
– Pra você ver como até garotos de escola preparatória podem ser salvos.
Então, quando você vai começar sua banda?
Joseph riu baixinho, tomando um gole de cerveja. Demi olhou-o com inveja. Sem carteira de identidade, ela só podia tomar refrigerante.
– Se me ouvisse cantando, você não precisaria perguntar.
Enquanto conversavam, a banda se movimentava no palco, fazendo checagens de última hora.
– Então, o que você pretende fazer depois de se formar? – Demi perguntou.
– Eu e uns amigos pretendemos nos mudar para a Califórnia. Tenho uns planos com um amigo de abrir uma empresa on-line.
Outro membro da banda entrou no palco ao som de aplausos. Joseph esperou o barulho diminuir antes de continuar. Porém qualquer palavra sua foi abafada pelos acordes iniciais da primeira música. A plateia começou a se mover, forçando-os mais para perto do palco. Não havia como resistir à onda que os empurrava para a frente, e Joseph olhou para Demi com preocupação, temendo que ela fosse pisoteada no movimento.
Olhando para ele, ela abriu um sorriso largo.
– Não é fantástico?
O rosto dela estava corado, e seus lábios, encorpados e brilhantes. Ela não estava usando muita maquiagem – um contraste com a Demi que ele
conhecera quase um ano atrás –, e mesmo assim estava linda. Ele notou alguns caras olhando-a enquanto ela abria caminho pela plateia. Era difícil
evitar um sorriso convencido ao ver a decepção deles quando percebiam que ela estava com ele.
Ele tinha que admitir que a banda era boa. Quando começaram a próxima música, era como se tivessem jogado um feitiço sobre a plateia, encantando-a e fazendo-a cantar junto e dançar freneticamente ao ritmo da música.
As pessoas atrás deles ainda estavam se movendo para a frente, separando Joseph e Demi, empurrando-os em direção aos lados do palco.
Ele tomou a mão dela, puxando-a para perto e passando os braços ao seu redor para mantê-la segura.
Ele não conseguia decidir onde pôr as mãos. A cintura dela parecia familiar demais, sexual demais. Se ele segurasse seus quadris e a sentisse contra ele, tinha certeza que perderia a cabeça. Por fim, escolheu os braços
dela, que lhe pareceram neutros, tentando manter o tecido da camiseta dela entre suas mãos e a pele de Demi. Mas ela estava se movendo demais, esfregando seu corpo no dele à medida que se mexia no ritmo da música.
Ele deu meio-passo para trás, removendo a virilha da zona de perigo. Não queria ser acusado de gostar demais daquela banda.
Demi virou a cabeça e tentou gritar algo para ele. O barulho da música e os gritos da plateia abafaram suas palavras.
– O quê? – duas linhas se formaram entre as sobrancelhas dele enquanto tentava se concentrar na boca dela.
– Eu disse que essa é a minha preferida.
– Como se chama? – eles ainda estavam apenas lendo os lábios um do outro. Tentar vocalizar as palavras teria sido inútil.
– “Last Nite” – ela olhou para a frente de novo quando os guitarristas tocaram o riff, o som discordante dos acordes do baixista contrastando com as notas melódicas da guitarra principal. O vocalista abriu a boca, sua voz
um eco profundo enquanto seus lábios se moviam próximo ao microfone, os olhos fechados enquanto cantava as palavras.
A plateia estava indo à loucura, o ritmo rápido da música fazendo-os pular todos juntos. Quem tivesse o azar de não participar estava entrando em pânico, sentindo-se prestes a ser esmagado pelo movimento. Joseph moveu os braços até apertar a cintura de Demi. Não se importava mais com a reação do seu corpo ao dela, só queria mantê-la em segurança.
Demi encostou-se contra seu peito, e suas mãos apertaram os braços dele enquanto eles se moviam juntos, abandonando-se à vontade da plateia.
Era eletrizante.
Depois do show, Demi tentou conseguir alguns minutos a sós com a banda. Era óbvio que eles estavam próximos de conseguir contrato com uma gravadora, e os outros jornalistas na boate também queriam um momento com eles.
– Podemos ir? – Joseph olhou para o relógio. Era quase meia-noite.
Quando tinha pegado Demi em casa, prometera ao pai dela que eles não voltariam muito tarde.
– Acho que sim – ela ainda estava contaminada pela atmosfera estimulante do show. Ele podia senti-la tremendo ao seu lado.
– Acho que não preciso perguntar se gostou deles.
– Simplesmente adorei! Mal posso esperar pra escrever sobre eles. Só espero que o artigo não pareça muito audacioso – ela disse. Eles saíram do bar quente e abafado para a noite fria.
Parando subitamente, ambos notaram a mudança assim que puseram os pés na calçada.
Enquanto assistiam ao show, Nova York tinha se transformado num paraíso de inverno.
As ruas e os carros estavam cobertos por uma camada macia e fofa de neve brilhante. A única mancha na paisagem pálida referia-se às pegadas negras das pessoas que tinham saído do show.
– Está nevando! – a expressão de Demi iluminou-se, e ela abriu um sorriso largo enquanto olhava o céu e via os grandes flocos flutuando até o chão. – Ah, meu Deus, Joseph, olhe!
Ela o fazia se lembrar de Ruby com aquela animação infantil. Demi deu uma volta em torno de si mesma, a cabeça erguida para o céu. Ele ficou olhando enquanto ela abria a boca e estendia a língua para tentar capturar
um floco de neve.
– Eu notei – ele disse, sarcástico. Uma vida de invernos nova-iorquinos o tinha deixado imune aos prazeres de uma tempestade de neve.
– Não está animado? Podemos fazer bonecos e anjos de neve. Podem até cancelar suas aulas amanhã por causa da neve. Tudo não fica muito melhor com a palavra neve?
– Como soterrado pela neve ou cegado pela neve?
Demi revirou os olhos.
– É igual estar na cidade mais linda do mundo, como Ebenezer Scrooge.
Cadê seu entusiasmo?
Ela afastou-se dele, passando as mãos sobre a neve que tinha caído na parede ao lado da boate.
– Desculpe decepcioná-la. Talvez o Fantasma do Natal Passado me ajude a corrigir meu comportamento.
– Talvez uma bola de neve ajude? – a mira dela era magnífica. A bola fria atingiu-o bem no queixo, explodindo com o impacto, e os flocos gelados escorreram pelo pescoço de Joseph.
Ele correu até ela, apanhando um pouco de neve da parede enquanto se aproximava.
– Não! – ela gritou, tentando correr enquanto ele se aproximava com ar ameaçador, mas só conseguiu escorregar na calçada congelada. – Por favor!
– Não foi você quem disse que tudo ficava melhor com neve? – ele estava puxando a gola da camiseta dela, tentando enfiar seu punhado de neve ali.
Ela se contorcia, protestava e implorava.
– Não estava falando sério, não faça isso! – a voz dela era uma mistura de pânico e riso. Ela agarrou o pulso de Joseph, afastando a mão dele do seu peito e tentando fazê-lo soltar a neve.
De repente, eles estavam próximos um do outro. Próximos demais. Ele percebeu que a maior parte do seu corpo estava em contato com o dela. Ela tinha erguido a cabeça para olhar para ele, o rosto corado de frio, os lábios rosados e semiabertos. Os olhos dela capturaram os dele. Joseph imaginou o que ela faria se ele se inclinasse e pressionasse sua boca contra a dela.
Então balançou a cabeça, percebendo como estava sendo idiota. Ela era mais nova que ele e morava a milhares de quilômetros de distância. Pensar nela como mais que uma amiga era uma péssima ideia.
– Vamos, vou deixar você em casa – ele abriu um sorriso rápido, dando um passo para trás para abrir um pouco de espaço entre eles.
Ela pareceu confusa por um momento, então se endireitou e sacudiu a neve do cabelo.
– Certo.

***
 Depois de deixar Demi no apartamento do pai, Joseph decidiu dormir em casa, na cidade, em vez de ir até seu dormitório. As luzes ainda estavam acesas na casa dos Maxwell; tanto Leon como Caroline eram notívagos e raramente iam para a cama antes das primeiras horas da madrugada. Sua mãe podia se dar ao luxo de ficar na cama até tarde, e Leon dormia pouco.

– Joseph, querido! Que ótima surpresa! – sua mãe pôs a taça de cristal em uma mesa de canto. Erguendo-se da cadeira, foi até ele e ofereceu o rosto. Ele inclinou a cabeça para beijá-la. – Não estava esperando você.
– Eu estava na região. Pensei que podia dormir em casa.
Quando o soltou do abraço, Caroline encarou-o com mais atenção.
– O que é que você está usando, querido? Onde estava?
– Estava vendo uma banda num bar, no Lower East Side.
– Por quê? Com quem?
– Demi Lovato.
– Eu conheço os pais dela? – sempre a mesma questão.
– Ela é filha de Philip Lovato.
Caroline olhou-o com confusão, a testa franzida.
– Mas as filhas dele têm nove ou dez anos, querido.
Joseph riu alto quando se imaginou levando as irmãs de Demi ao Mercury Lounge.
– A outra filha dele, do primeiro casamento – ele foi até o armário de bebidas e se serviu de whisky.
Tinha a sensação de que seria uma longa noite.
– Aí está uma mulher que não soube como se comportar. Pobre Philip, ela foi um constrangimento para ele – o tom da voz de Caroline estava cheio de desprezo, deixando seus sentimentos em relação à mãe de Demi perfeitamente claros.
– Você a conhecia bem? – Joseph perguntou, cético. Sua mãe parecia
“conhecer” todo mundo.
– Fazíamos parte de alguns comitês juntas. Ela sempre chegava atrasada, ou nem aparecia. E as roupas que usava, meu Deus, eram tão impróprias.
Joseph tomou outro gole de whisky, sem saber exatamente o que dizer à mãe. Agora ela tinha se empolgado no discurso e ele se deixou cair no sofá, decidindo que, se tinha que ouvir uma ladainha daquelas, pelo menos ficaria confortável.
– Então, como é a filha? Parece mais com Philip ou Diana? – ela perguntou.
Não havia o que fazer a não ser engolir todo o whisky restante. Joseph virou a cabeça para trás e deixou o fluido âmbar queimar enquanto descia pela garganta.
– Não sei se parece com qualquer um dos dois. Ela é original – ele quebrou a cabeça pensando em um jeito sutil de distrair a mãe. Não estava gostando do rumo da conversa. – Onde está Leon?
– Ele e Daniel saíram para jantar. Leon queria um momento com o filho.
Daniel está tendo problemas na escola.
– Problemas? – Joseph aproveitou a tangente que a mãe tinha lhe dado.
– Ele anda matando aulas. Suas notas nunca estiveram tão baixas. Será preciso muito investimento para ele entrar em Columbia.
Investimento significava suborno. Leon Maxwell geralmente conseguia o que desejava, mesmo se tivesse que molhar algumas mãos primeiro.
Joseph só ficava aliviado por sua entrada em Columbia não ter exigido tal serviço do padrasto.
Não que ele estivesse surpreso de ouvir sobre os problemas de Daniel; o garoto era um desastre ambulante. Tinha um considerável problema com drogas e um saldo bancário gigantesco. Com acesso ilimitado a tanto dinheiro, a única intervenção que Joseph podia ver funcionando seria privá-lo totalmente dos fundos do pai.
– Henry Jones nos convidou para seu casamento em outubro. Você vai estar por aqui?
Joseph suspirou. Eles já haviam tido aquela conversa dezenas de vezes, mas cada vez que ele tentava explicar a situação para Caroline, ela o interrompia, dizendo que não queria ouvir.
– Planejo já estar morando em São Francisco em outubro.
O modo como ela apertou os lábios o fez querer revirar os olhos.
– Leon realmente gostaria que você se juntasse a ele na Maxwell Enterprises. Você tem um emprego garantido lá, e talvez possa assumir o comando um dia – a voz dela era ríspida, seu tom desaprovador.
– A Maxwell Enterprises é toda de Daniel. Você sabe que eu não tenho interesse nenhum em trabalhar lá
– Joseph lutou contra a vontade de
sacudir a mãe até que ela entendesse. – John e eu temos tudo combinado.
Vamos nos mudar em setembro.

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Como eu disse, vamos seguindo com a fic!!! Espero que gostem!
Beijooooos





2 comentários:

  1. Voce voltou aeeeee. To amando a fic qusndo der tu poderia fazer uma maratona pq to bem curiosa pra saber o resto

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Sem comentários ........... sem capítulos!