15/12/2015

Sempre Foi Você - Capítulo 12


9 de janeiro 2003

Joseph foi até a parede de vidro que se estendia por todo o lado sul do seu escritório. O quinquagésimo andar oferecia uma vista impressionante de Manhattan, e ele podia enxergar a cidade até o porto. O panorama dos prédios contrastando com a beleza natural da água era de tirar o fôlego.
Tinha sido a vista que o atraíra ao escritório em primeiro lugar.
Desde que tinha tomado o controle da Maxwell Enterprises, sua vida tinha se transformado numa repetição sem fim: acordar às cinco, correr no Central Park, tomar banho e ser levado ao trabalho antes das sete. Ele tinha reuniões, conferências, almoços e apresentações até a noite, e então respondia a e-mails, escrevia relatórios e lia as correspondências até tarde, chegando em casa um pouco antes da meia-noite.
Mas, apesar do trabalho duro e da falta de sono, havia uma parte de Joseph Jonas que adorava sua nova vida – a emoção da caça e o júbilo de fechar um negócio. Isso, aliado à certeza de que estava reconstruindo a Maxwell Enterprises, levavam-no a suportar os dias infinitos e as noites inquietas.
O telefone tocou e ele foi até a escrivaninha, apertando o botão.
– O que é, Lisa?
– Sua mãe está no telefone. Gostaria de falar com ela?
Joseph fez uma careta antes de responder.
– Claro, pode colocá-la na linha.
Alguns cliques depois, a voz suave de Caroline atravessou o fio e saiu pelo receptor.
– Joseph, como você está?
– Estou bem, ocupado como sempre. Como vão as coisas com você?
– Acabei de visitar Daniel. Ele parece muito melhor. O que quer que estejam fazendo com ele nessa nova clínica parece estar funcionando. Ele perguntou por você algumas vezes, e eu disse que você talvez o visitasse no fim de semana.
– Tenho algum tempo livre no domingo. Acho que consigo passar lá.
– Você está livre para jantar hoje? Uma das minhas velhas amigas de Radcliffe vem nos visitar. A filha dela está no terceiro ano de Columbia.
Ele não conseguiu deter um suspiro. O ano inteiro, a mãe o tentara convencer a jantar com garotas diversas. Elas sempre eram filhas de suas amigas e sempre ótimos partidos. Mas ele não tinha tempo nem vontade de jogar conversa fora com mais uma garota da sociedade.
– Hoje não, infelizmente. Tenho que trabalhar até tarde.
– Você sempre trabalha até tarde, querido. Por que não se dá uma folga?
– Não posso, estamos no meio de um negócio grande. Talvez semana que vem. Peço para Lisa verificar minha agenda.
Quando desligou, o interfone tocou outra vez. Ele apertou o botão, perguntando-se se alguns minutos em paz era pedir demais.
– Sim?
– Joseph, tem uma jovem aqui dizendo ser sua irmã.
Ele franziu a testa, imaginando o que Ruby estaria fazendo em Nova York. Então se lembrou de que era o aniversário de noventa anos da mãe de Claire naquele fim de semana, e que a família toda tinha vindo para as comemorações. Como ele podia ter esquecido?
– Deixe-a entrar.
A porta abriu e Ruby entrou com um enorme sorriso no rosto. Ela crescera tanto desde que Joseph a vira pela última vez, e ele balançou a cabeça quando percebeu que sua irmãzinha era uma adolescente. Como o
tempo tinha passado tão rápido?
– Joseph! – ela lançou-se sobre ele, jogando os braços ao redor da sua cintura e enfiando o rosto no seu peito. – Não acredito que faz tanto tempo
desde que a gente se viu. Você me abandonou – tudo isso foi dito com um rosto inexpressivo, mas ele não pôde deixar de curvar os lábios em resposta.
– Oi, tampinha – ele hesitou, examinando a expressão dela. – Ou não posso mais te chamar assim?
– Não em público – o rosto dela ficou enrubescido, e sua voz transformou-se num sussurro. – Mas não me importo que me chame assim quando estamos a sós. Na verdade, ainda meio que gosto. Enfim, fui enviada aqui com uma missão importante – o tom de Ruby ficou sério. –
Estou aqui para chamá-lo para o almoço, e então preciso fazer biquinho até que diga sim, porque mamãe diz que sou irresistível quando imploro.
– Onde eles estão, afinal? – agora que sabia que estavam aqui, na sua cidade natal, ele percebeu que estava desesperado para ver a família.
– Papai tem uma reunião no banco e vai nos encontrar no restaurante, e mamãe e Demi estão fazendo compras.
– Demi está aqui?
– Sim, mamãe deu o voo pra ela como presente de Natal. Ela tem que voltar pra universidade na semana que vem, então é a última chance dela de se divertir.
– Como ela está? – eles tinham trocado e-mails, mas desde que ela terminara com Josh, Joseph não conseguia encontrar o tom certo para usar com ela.
– Parece estar bem melhor agora. Ela passou a maior parte do verão chorando, e até eu reparei que perdeu peso, e eu nunca presto atenção nessas coisas. Mas desde que veio passar o Natal em casa parece estar bem
mais feliz.
Por algum motivo, aquilo o fez sorrir.

***
Quando chegaram em La Trattoria, o resto da família já estava sentado ao redor da grande mesa redonda. Os olhos de Joseph imediatamente buscaram Demi. Assim que viu o rosto dela, a pegou olhando-o de volta, com uma expressão muito estranha no rosto.

– Oi, filho. Quanto tempo! – Steven levantou-se e jogou os braços ao redor de Joseph, abraçando-o apertado. Ele deu alguns tapinhas nas suas costas num gesto aperfeiçoado por pais em todo o mundo. Eles tinham se visto outras vezes no ano anterior, e Joseph ainda achava difícil se lembrar da reunião sentimental que tiveram quando Steven viera para Nova York assim que pôde depois do 11 de setembro. Ver o pai chorando abertamente no aeroporto, em público, tinha deixado Joseph desconfortável, mas na época todos estavam demonstrando as emoções, todos estavam com os sentimentos à flor da pele.
Claire levantou-se e juntou-se ao abraço, deixando apenas Demi sentada, encarando-o com um sorrisinho nos lábios. Joseph foi até ela, estendeu uma mão e puxou-a para perto.
– Oi – ele sussurrou no cabelo dela enquanto a segurava contra o peito.
As mãos dela circularam sua cintura, e seu punho fechou-se na jaqueta dele.
– Oi – ela sussurrou de volta baixinho.
– Como você está?
– Bem, obrigada. E você? Claire me disse que virou um workaholic.
– Não tenho escolha, na verdade.
– Bem, talvez eu possa tentar curá-lo disso nos próximos dias.
– Me deixou intrigado. Estou livre hoje à noite – ele ficou surpreendido com o convite; de jeito nenhum conseguiria terminar a apresentação naquele dia, e realmente precisava acrescentar uns toques finais.
– Tenho que jantar com meu pai às sete. Talvez a gente possa se ver depois? – o tom esperançoso dela fez Joseph sorrir.
– Por que não me encontra no escritório e me dá uma chance de terminar umas coisas? Podemos ir beber em algum lugar ou algo do tipo.
Mais tarde naquela noite, Joseph ainda estava desligando o computador quando Demi chegou. Ele ergueu os olhos, encontrando-a de vestido preto, maquiagem natural e um longo cabelo castanho.
– Há quanto tempo você abandonou o visual gótico?
Demi riu.
– Não sou gótica desde a faculdade. Ainda prefiro roupas casuais, mas não quero causar um ataque do coração no meu pai.
– O vestido fica bem em você – a peça agarrava-se ao seu corpo em todos os pontos certos, e a bainha caía até o meio da coxa, expondo suas longas pernas.
– Você mudou seu estilo também – ela foi até ele, um sorrisinho dançando nos lábios, e parou à sua frente. Erguendo a gravata dele, passou os dedos pela seda macia. – Não acho que esse terno veio da Marks and Sparks.
– Marks and Spark’s? – Joseph balançou a cabeça, confuso.
– Marks and Spencer. Tenho quase certeza de que eles não vendem Gucci lá.
– Você reconheceu o designer?
Ela riu alto, ainda segurando a gravata, lentamente puxando-o para perto até que seus rostos quase se tocaram. Colocando a boca perto da orelha dele, ela respirou devagar.
– Nathan me disse que você não usa outra coisa.
Merda, ele estava ficando excitado só de sentir a respiração dela em sua pele. Não sabia se devia se render ou se afastar. Demi tomou a decisão por dele, movendo-se para se sentar na cadeira ao lado da mesa dele.
– Como vai a vida corporativa? Você parece ótimo – ela encarou o terno outra vez.
Joseph fechou o laptop e se virou para olhá-la.
– Sabe, eu adoro, na verdade. Estou aprendendo rápido, as pessoas ouvem quando falo, e faço as coisas acontecerem. Daqui a uns três anos, há uma chance de eu saber o que estou fazendo.
– Então não se arrepende de não ter ido para São Francisco? – ela inclinou-se para a frente, apoiando os cotovelos na mesa e encostando o queixo nas mãos.
– Tento não pensar sobre isso. Meu lema agora é olhar para o futuro.
Falando nisso, quais são seus planos pra depois da formatura?
Demi abriu um sorriso largo, os olhos brilhando enquanto pensava no próprio futuro.
– Recebi uma oferta na Music Train, onde fiz um estágio no verão passado.
– Uau, que ótima notícia! Devíamos comemorar.
– Sim, devíamos – ela concordou.
Joseph levantou-se e pegou-a pela mão. Eles foram até o elevador, ansiosos para sair do escritório e finalmente passar um tempo juntos.
Depois de alguns drinques, ele conseguiu fazê-la se abrir sobre Josh.
Joseph não sabia por que estava tão interessado em ouvir sobre a separação – se era preocupação genuína por ela ou se só queria uma confirmação de que estava tudo acabado. De qualquer jeito, ficou sentado com Demi, o braço jogado sobre os ombros dela, e ela encostada contra ele, o rosto contorcido enquanto tentava explicar suas emoções.
– Ele ficou dizendo que só dormiu com ela porque tinha medo dos seus sentimentos por mim. Que achou que eu não estava comprometida com o relacionamento e queria me mostrar que não se importava. Que tinha mudado de ideia e que tinha sido um erro enorme e que ele estava completamente bêbado. Nem quis me dizer se foi uma vez só ou se o caso já rolava há algum tempo.
Joseph fez uma careta. Conhecendo a falta de sinceridade de Josh, devia ser a segunda opção.
Demi virou-se para olhar Joseph direto nos olhos. Seu rosto estava apenas a alguns centímetros dele, e ele podia ver a intensidade de suas emoções sob o tom chocolate dos olhos dela. Quando abriu a boca para responder, ficou paralisado pela intimidade que se desenvolvia entre eles.
A expressão dele suavizou enquanto ele a encarava, observando a pele dela reagir à proximidade e a cor subir às maçãs do rosto.
Alguns instantes se passaram à medida que eles se olhavam, e ele podia sentir um desejo familiar começar a se agitar no estômago. Lentamente, hesitante, ele estendeu a mão e passou os dedos pelo rosto dela. Ela continuou encarando-o, sem piscar.
– Acho que precisamos ir – a voz dela estava embargada. Seu pescoço movia-se enquanto ela tentava engolir.
O coração dele despencou.
– Levo você pra casa.
– Quero ir pra casa com você – ela pareceu surpresa com as próprias palavras. Suas sobrancelhas ergueram-se e o rosto ficou ainda mais corado.
– Demi… – ele queria se chutar pela hesitação, mas se recusava a ser o cara que ela usaria para superar o namorado. – Não sei se é uma boa ideia.
– Joseph, é uma ideia magnífica – ela pôs a mão na nuca dele, puxando seu rosto para perto. Demi hesitou quando seus lábios estavam a milímetros dos dele. Com a proximidade, ele podia sentir a respiração rápida dela, e aquela tensão familiar começou a se agitar nele.
O calor da respiração dela banhava sua pele e Joseph fechou os olhos, tentando se lembrar da última vez que seu corpo se sentira tão vivo. Os dedos de Demi continuavam a brincar com o cabelo na sua nuca, enviando arrepios pela sua coluna e tornando quase impossível resistir.
– Vamos.

***
Quando entraram no apartamento, Joseph jogou o terno numa cadeira no corredor, estendendo a mão para tirar o casaco de Demi dos ombros dela.

– Quer beber alguma coisa?
– Um copo d’água seria bom.
Ele não se moveu, só ficou parado a alguns passos dela, com um meio sorriso, enquanto seus olhos verdes encaravam os dela.
– Realmente quer água?
– Eu adoraria um copo d’água, Joseph. Na verdade, passei o dia inteiro sedenta por um gole de H2O.
– Não quer vinho, não quer um drinque… você quer água – o tom dele era neutro, embora algumas rugas no canto dos olhos revelassem seu divertimento.
– Se vai ser chato, o que eu quero mesmo é uma xícara de chá. Mas você é americano, então decidi ir com calma.
– Eu tenho chá.
– Não acredito em você – ela pôs as mãos nos quadris, abrindo um sorrisinho quando as sobrancelhas dele se ergueram. A expressão dela dizia “Quero só ver”.
– Tenho chá, tenho leite, e tenho uma chaleira em algum lugar. Minha madrasta é anglófila, Demi. Então, gostaria de uma xícara de chá?
Em vez de se mover na direção da cozinha, ele deu um passo à frente, aquele sorriso torto ainda no rosto.
Joseph estendeu a mão para tocar o braço dela. Seu dedo traçou uma linha de fogo, descendo do ombro até o cotovelo, a suavidade do toque fazendo-a sentir um arrepio até a base da coluna.
– Acho que posso tomar o chá depois.
– É mesmo? – ele fechou a distância entre eles, seu corpo a centímetros do de Demi. Pôs uma mão aberta nas costas dela, e seu calor passou pelo tecido fino do vestido. Por um momento, eles ficaram imóveis, e Demi podia sentir o corpo começar a vibrar em reação à proximidade. Ela ergueu a cabeça e olhou diretamente nos olhos dele, sem saber se estava desafiando ou implorando.
– Sim – ela não tinha certeza se estava respondendo à questão, ou só incentivando-o a se mover.
Tudo parecia diferente, e tudo parecia o mesmo. Ele era o velho amigo dela, alguém com quem tinha rido e brincado e beijado. Mas o Joseph à sua
frente era todo homem. E aquele terno… Deus, aquele terno! Quando colocou os olhos nele, pela primeira vez, no restaurante, foi como se seu corpo tivesse pegado fogo. Ela estava presa em algum lugar entre
familiaridade e agitação, sentindo-se estranhamente ansiosa, embora ao mesmo tempo soubesse que, não importava o que acontecesse, ela não se arrependeria daquilo.
– Tem certeza? – a mão dele puxou-a para perto, reduzindo o espaço entre eles, até que o peito dela tocava o abdômen dele, o resto do seu corpo quase em contato com o dele. Ela não podia ver o rosto de Joseph, seus olhos chegando apenas até a base do seu pescoço, levemente exposto pelo colarinho aberto da camisa branca.
– Completamente.
Ela queria entrar sob a pele dele, inalar seu cheiro. Suavemente, pressionou os lábios na parte exposta do peito dele. Então com mais força, puxando de leve a pele, arrastando a língua pela cavidade macia sob o colarinho da camisa.
– Demi… – a voz dele falhou, e ele pôs o dedo sob o queixo dela, inclinando seu rosto para cima enquanto ele abaixava o dele até eles se encontrarem no meio. Ela pousou as mãos nos seus ombros, os dedos abertos contra o branco da camisa, usando-os como apoio para fechar a distância entre os lábios deles.
Quando só havia um milímetro entre eles, ela sentiu-o suspirar. Então a boca de Joseph se lançou na dela, toda gentileza esquecida na necessidade de tocar, sentir, consumir. Sua mão apertou a nuca dela, puxando-a para perto até que seus dentes quase rasparam, a boca dela abrindo-se assim que sentiu a ponta da língua dele correndo sobre seus lábios.
Ela acariciou o rosto dele, tocando a barba não feita. Sua mente estava febril enquanto empurrava o corpo contra ele, querendo sentir sua reação,
torcendo para que ele estivesse tão excitado quanto ela.
– Jesus – ele afastou a boca dela, inclinando-se para conseguir olhar seu rosto. Sua mão ainda estava no rosto de Demi enquanto a observava, a intensidade do olhar deixando-a sem fôlego. – Demi, isso é… – ele
balançou a cabeça, sem conseguir articular os pensamentos.
Ela sentiu a necessidade de se justificar.
– Sei que a gente não devia fazer isso. E sei que você provavelmente acha que eu só quero superar Josh. Mas passei o dia inteiro pensando sobre isso, e só fiquei com ele para superar você…
– Dá pra parar de falar sobre Josh quando estou tentando te seduzir?
– Desculpe – Demi internamente se chutou, perguntando-se por que tinha mencionado o nome dele. Se Joseph tivesse falado de uma ex naquela situação ela teria ficado louca.
– Vem aqui – ele moveu as mãos e apertou as dela, dando passos para trás até atingirem o sofá, aquele sorriso ainda nos lábios. Demi caminhou
silenciosamente pelo piso de madeira, então parou enquanto ele se deitava no sofá, puxando-a para cima dele.
Ela precisou erguer o vestido para conseguir colocar suas pernas dos lados dos quadris dele, e de repente percebeu que estava no controle.
Joseph estava deitado embaixo dela, olhando para cima, esperando que ela tomasse a iniciativa. Ela adorou o fato de ele estar disposto a deixá-la estabelecer o ritmo e conduzi-los.
Acomodando-se no colo dele, ela abriu os botões da camisa um por um, até que o peito dele fosse revelado. Descendo a mão pelo abdômen, sentiu os músculos duros e as linhas da barriga enquanto ele se enrijecia sob seu toque. Ele estava respirando com esforço, o corpo movendo-se para cima e para baixo sob a mão dela, enquanto Demi descia até a fivela do cinto.
– Posso? – ela ergueu os olhos para ele, encontrando os dele quando ele a encarou. Joseph estendeu a mão e agarrou o pulso dela, detendo seu movimento.
– Espere – ele ergueu-se até se sentar, aproximando o rosto dela. – Quero ver você primeiro – ele puxou a bainha do vestido e ela endireitou-se enquanto ele o erguia sobre a barriga e sobre os braços dela, até que ela estivesse sentada sobre ele usando apenas sutiã e calcinha.
Um gemido abafado escapou dos lábios dele. Ele passou os braços ao redor dela, soltando o sutiã. Tirando a própria camisa, jogou-a no chão junto com o vestido dela. Então, tomou as mãos dela e trouxe-a contra ele até que os peitos nus deles se tocaram. Pele contra pele, a sensação do corpo dele no dela fez os mamilos dela se enrijecerem. Ele pôs os lábios nos peitos dela, chupando um de cada vez, usando a língua até ela começar a suspirar.
Ela estava tentando abrir a fivela dele outra vez, e quando finalmente conseguiu, passou para os botões da calça, os dedos tremendo enquanto tentava abri-la. Ela sentiu-o sorrir contra sua pele enquanto descia as mãos para ajudá-la, rapidamente abrindo a calça e jogando-a no chão.
Movendo-se para cima dela, ele alinhou seus corpos, e Demi podia sentir sua ereção através do tecido da cueca enquanto ele se esfregava contra ela. Naquele momento ela só conseguia pensar que precisava senti-lo dentro dela.
– Joseph, por favor…
Ela girava os quadris contra ele, e ele inclinou-se para beijá-la outra vez.
Sua mão direita foi para baixo dela para apertá-la e ele se esfregou contra ela mais um pouco.
– Eu preciso…
Ele pôs os lábios num ponto no seu pescoço bem abaixo do maxilar. Era tão sensível que ela quase gritou de prazer.
– Deixe eu cuidar de você.
Apoiando-se nos joelhos, ele passou as mãos pelos lados do corpo dela até chegar na calcinha, puxando-a para baixo. Assim que a tirou, ele apertou as pernas dela e puxou-a para perto, os lábios tocando a parte interna das suas coxas enquanto se moviam para cima, até começar a beijar e chupar, fazendo Demi se contorcer com a sensação. Deixando a cabeça cair para trás, ela moveu a mão para baixo, entrelaçando os dedos no cabelo suave e grosso dele enquanto o sentia se mover, o prazer das vibrações chegando ao seu cerne.
Quando ela estava próxima do clímax, ele afastou a boca e, pelos olhos semicerrados, viu-o se inclinar para pegar uma camisinha do bolso da calça jogada e colocá-la. Aproximando-se de novo, ele alinhou o corpo deles e penetrou-a com um movimento suave dos quadris, a sensação súbita de plenitude levando-a ao clímax, e todo seu corpo enrijecendo em reação ao orgasmo. As costas dela arquearam-se contra ele enquanto ele a segurava, beijando-a sem parar enquanto ela ofegava na sua boca.
– Caralho – era Joseph. A mente de Demi estava tão cheia que ela estava tendo dificuldade em lembrar o próprio nome, muito menos articular palavras. – Querida, está pronta? – ele perguntou.
Ela assentiu, sem conseguir falar. Deixando-a cair de volta no sofá, ele agarrou seus quadris, os dedos enfiados na pele macia enquanto começava a se mover dentro dela, os lábios nunca deixando os dela, cada movimento pontuado por respiros suaves que faziam o coração de Demi martelar dentro do peito.
Ela passou os braços ao redor dele, as mãos descendo até sua bunda, sentindo os músculos flexionarem-se enquanto ele se movia. Demi implorou para ele se mover mais rápido, mais forte, enquanto o puxava para perto. Ele estava ficando sem fôlego, e afastou a boca para inspirar. Ela olhou bem para a expressão dele, os olhos verdes escuros de tesão, o rosto demonstrando o prazer que estava sentindo. O corpo dela formigava com pequenas explosões de êxtase descendo até seus pés, fazendo os dedos se curvarem.
– Deus, Demi, eu vou…
– Quero sentir você gozar – as palavras eram apenas um sussurro, mas ela queria que ele tivesse tudo, que se sentisse tão bem quanto ele a fizera se sentir. Os movimentos tornaram-se erráticos e duros, até que ele parou de repente, um gemido profundo saindo da sua boca. Deixando o corpo cair sobre ela, Joseph beijou-a com força enquanto se movia mais algumas vezes.
Demi apertou-o, incapaz de deixá-lo ir, de deixá-lo se afastar dela quando ela estava se sentindo tão exposta. Como se entendesse a vulnerabilidade dela, ele começou a mover os lábios contra seu rosto, seu pescoço, murmurando palavras doces enquanto eles lentamente voltavam à realidade. Ela passou os dedos para cima e para baixo da coluna dele, amando a sensação do corpo dele no dela, sem se importar que ele a estivesse esmagando. Ela sentiu-o sair dela aos poucos, os lábios ainda na sua pele, a mão movendo-se para proteger a camisinha.
– Preciso cuidar disso – ele levantou-se e foi até uma porta no outro lado do apartamento que ela supôs ser o banheiro. Sozinha no sofá, ela estava ciente da sua nudez, mas não estava com vontade de colocar a calcinha e o vestido. Não estava disposta a admitir que a noite chegara ao fim. Em vez disso, tirou a camisa dele da pilha de roupas jogadas, colocando os braços nas mangas e fechando alguns botões para manter alguma aparência de recato. A porta do banheiro fez um clique e ela ergueu os olhos, vendo Joseph aproximar-se, uma pequena toalha branca enrolada nos quadris e um sorriso nos lábios enquanto os olhos dele se escureciam em resposta à roupa dela.
– Gostei da camisa.
– Obrigada. Gostei da toalha.
– Obrigado – ele estava na frente dela, e ergueu-a até que ela estivesse firmemente em seus braços, o corpo envolvendo o dela num abraço. Ele enfiou o rosto no cabelo dela e murmurou: – Vou fazer aquela xícara de chá agora.


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E o que estão achando, hein? :D
Bjsss

5 comentários:

  1. Puts...to sem palavras.....primeiro amém que os dois se pegaram pra valer,eu acho que os dois vão ficar meu estranhos no início s depois isso vai virar uma amizade colorida,e os dois já são apaixonados um pelo outro,são tão fofos,que mais,posta mais por favor se não vou morrer aqui de curiosidade

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  2. Aeeeeeeeeeeeeee posta mais ta maravilhoso

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  3. Puta q pariu
    Minhas fanfics merdinhas nao chegam nem aos pés da sua...
    Tipo, o caralho q ele soltou no meio da coisa, tipo q me fez rir mas ao mesmo tempo achar fofo...
    Pelo amr de jah! Cobtinha! ! ❤❤

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  4. Menina eu surtei com esse capitulo finalmente o primeiro beijo e a primeira vez deles

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  5. Woooooowww esse casal pega fogo hein
    Amei o capítulo, jemi sao tao perfeitoa

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Sem comentários ........... sem capítulos!