12/10/2014

Papai por um Tempo - Capítulo 5






E tal constatação apenas provava, mais uma vez, que ele não se encontrava pronto para aquilo tudo. Não se importava em ajudar um pouco, mas nada, nem ninguém, poderia convencê-lo de que ele se encontrava preparado para aquele tipo de coisa: casamento... filhos. Definitivamente, ele gostava da sua vida do modo como era.

— Sr. Jonas, há mais uma coisa...

Joseph apanhou a toalha do suporte e escutou.

Depois de alguns segundos, olhou a tela do celular de cenho franzido. Droga! Tinha perdido o sinal.
Outro galho caiu sobre o telhado, num baque surdo, violento. Então as luzes piscaram, uma, duas vezes, e a montanha-russa daquela noite tomou outro rumo.
No térreo, o refrigerador deu um tranco e desligou. A única luz, que emanava do bar, se apagou. Não fosse o fogo bruxuleante na lareira, a sala toda teria mergulhado na escuridão.
Demetria lembrou-se de respirar.

Obviamente, a tempestade prejudicara as redes elétricas. O apagão poderia durar algumas horas, ou, talvez, apenas alguns minutos. Por sorte o bebê dormia, e a cozinha era equipada com queimadores a gás que poderiam aquecer o leite.

Ainda assim, ela prendeu o lábio inferior entre os dentes conforme afundava mais na coberta e trazia seu calor até o queixo. Com os olhos arregalados, esquadrinhou a sala cheia de sombras assustadoras. A verdade era que detestava ficar no escuro desde pequena.

Um momento depois, algo roçou seu braço, e ela virou a cabeça, sentindo a alma quase deixar o corpo com o susto. Enquanto estrangulava a coberta junto ao pescoço, reconheceu os traços que brilhavam à luz do fogo e soltou um longo suspiro.
Sua pulsação parecia bater todos os recordes de aceleração. Quem mais poderia ser?

— Você está bem? — indagou a voz profunda de Joseph, em meio às sombras que dançavam.
Ela tratou de adotar uma expressão blasé.
— Claro.
— Parece assustada.
— Só porque eu estava sentada aqui, com todas as luzes apagadas e essa tempestade rolando lá fora? Escolheu o momento certo para se esgueirar até mim.
— Posso segurar a sua mão.

Ainda que Joseph estivesse brincando, a necessidade de Demetria de se encolher quase foi sobrepujada pela vontade de se inclinar para a frente e implorar: Sim, por favor!
Ela dominou o impulso, porém, ergueu o queixo e, fingindo calma, apanhou a taça ao lado.

— Não preciso de ninguém para segurar minha mão.
Observou os traços angulosos, a coluna espessa do pescoço, depois seu olhar desceu mais.

Piscou, franzindo a testa. Quando se deu conta do que via, sentiu o corpo formigar.

— O que está vestindo?...

Joseph olhou para baixo como se só então houvesse se lembrado, depois respondeu o óbvio:

— Uma toalha.

Ela tentou concordar com casualidade, como se não fosse grande coisa que aquele Adonis de cabelos escuros estivesse agachado ao seu lado, com o peito descoberto, praticamente nu. Bastaria o menor movimento daquelas coxas maciças que, com a ajuda da luz vinda da lareira, nada seria deixado para a imaginação.

Não que Joseph estivesse preocupado com os próprios trajes. Afinal, devia ter exibido aquele corpo para mulheres que mal conhecia inúmeras vezes. E aqueles braços...
O olhar de Demetria pousou no bíceps mais próximo, e ela engoliu em seco outra vez.
Era como se o corpo dele tivesse sido talhado em bronze polido.

E Joseph cheirava tão bem!... Era um perfume fresco, uma combinação de folhagens e almíscar.
Respirou fundo, os dedos coçando para acariciar os músculos firmes de seu abdômen, as palmas das mãos ansiosas por apalpar e acariciar aqueles peitorais incríveis.
Mas, então, Joseph se pôs de pé, e a toalha que lhe envolvia os quadris estreitos só não foi ao chão por milagre.

— Quer um pouco? — indagou, indolente.

A atenção de Demetria saltou do peito largo para o rosto moreno. Mais precisamente, para o sorriso brilhando nos olhos escuros.
Ela sentiu o queixo pender feito caramelo derretido. Estava tão fascinada que não conseguiria responder a nenhuma pergunta. Podia apostar que Joseph tinha plena consciência disso, portanto não podia fingir que não o havia escutado.
´
— Um pouco do quê?
— Do vinho. — O sorriso dele se alargou.

Ela colocou a taça de lado.

— É melhor eu não abusar.

Ele riu, fazendo menear seu tanquinho.

— De vez em quando é bom relaxar um pouco, Demetria.
— Prefiro me manter sóbria e equilibrada.
— Sóbria e equilibrada... — Ele sustentou seu olhar por um inquietante momento, depois resmungou qualquer coisa e rumou para o bar. — E então, foi muito ruim? — perguntou enquanto se servia de uma segunda taça de vinho.
— O quê?
— A separação. — Joseph lançou-lhe um olhar compreensivo por sobre o ombro nu. — Imagino que sim, e que seja recente.

Demetria sentiu o rosto pegar fogo. Por sorte, Joseph não podia vê-la.

— Que diabo o levou a perguntar isso assim, do nada? — Apesar de afrontada, ela precisava saber.
— Sua atitude. E a minha experiência.
— Com as mulheres?
— Sem dúvida.
— Desculpe desapontá-lo, dr. Phil, mas não tenho tempo para namoros.
— Ah, isso é um problema.
— Se for, não é da sua conta.

Joseph caminhou de volta, a toalha escorregando mais a cada passo. Tomou um gole da bebida, estudando-a até Demetria perceber o rubor se espalhando por todo o corpo.
Ela se endireitou num desafio.

— Essa é mais uma de suas táticas? Avultar-se sobre as pessoas, tentando fazê-las se sentirem pequenas diante de você?

Podia ser imaginação sua, mas uma parcela significativa do corpo moreno, logo abaixo do nó da toalha, pareceu se avolumar em resposta, ao mesmo tempo em que ele exalava o ar com força.

— Deve ter sido bem ruim, mesmo.

Demetria se retesou. O instinto lhe dizia para rir, para que mandasse Joseph para o inferno com aquele vinho e suas perguntas.
Mas aquela era a casa dele.

E, droga, ele estava certo. “Ruim” era pouco para definir seu último relacionamento.
Ela afundou mais nos travesseiros.

— Ele era gentil, atencioso e um excelente ouvinte. Mas não gostava de crianças.

Joseph inclinou a cabeça.

— Foram tão longe assim?
— Ele não chegou a me propor casamento se é o que quer dizer. Mas acho que o fato de se estremecer à mera menção da palavra “criança” já diz muito sobre uma pessoa.
— Sei que corro o risco de estar defendendo o vilão da história, mas os homens costumam ter certa dificuldade em relação a esse assunto.
— Por quê?
— Porque, se um homem fica cheio de coisas em relação a crianças, algumas mulheres podem ver isso como um sinal de que ele quer...
— Compromisso?
— Exatamente. — Ele apontou para a coberta. — Importa-se se eu me juntar a você? É claro que eu vou me livrar da toalha antes...

Demetria prendeu a respiração, porém Joseph estava apenas brincando outra vez.

— Imagino que a frase certa seja “vou vestir algo mais apropriado antes”.
— Pode ser — concordou ele, afastando-se.

Mais relaxada, Demetria se aconchegou em sua cama improvisada, sentindo-se grata pela luz do fogo, bem como por seu calor. Sem eletricidade, o aquecedor também devia ter desligado, a menos que fosse alimentado por gás, como o fogão.
Claro que sempre existia uma possibilidade de se compartilhar calor humano...
Ela sentiu uma pontada nas entranhas e afundou mais sob a coberta.
Nem pense nisso!, repreendeu a si mesma.
Quando Joseph voltou, usava uma calça de cordão e uma camiseta larga e meio amassada que devia ter encontrado na lavanderia.
— Dei uma olhada lá fora. A neve diminuiu um pouco, mas não é uma noite para se andar por aí. Com sorte, isso será possível amanhã se o céu estiver mais claro e a eletricidade voltar. Como o fogão, o aquecedor e a água são alimentados por gás; não vamos congelar. As mamadeiras e o banho quente do bebê também estão garantidos. — Joseph olhou para o fogo. — A mulher da Assistência Social telefonou, pouco antes de as luzes se apagarem. Assegurou que vai cuidar da questão tão logo for possível.

Demetria disse a si mesma que deveria ficar aliviada. Precisava seguir com a própria vida, voltar para Nova York. Mas não conseguia deixar de pensar sobre o futuro daquela criança. Onde estariam seus pais?
Joseph se acomodou a seu lado, pegou a manta e se cobriu até a metade do corpo com um arrepio.

— Está um frio danado lá fora. E escuro à beça. Não me lembro de qual foi a última vez em que ficamos sem luz.
— É uma droga ficar sem luz. — Além de assustador, murmurou a criança dentro dela.

Joseph pareceu ler sua mente.

— O clima está perfeito para se contar histórias de fantasmas...

Demetria estreitou os olhos para encará-lo.

— Meus irmãos mais velhos têm filhos. Esse tipo de entretenimento eu até posso oferecer para a criançada, mas trocar fraldas... prefiro deixar para quem é especialista.
— Não nasceu para ser pai?
— Pensei que já tivesse notado.

Demetria mudou de posição, colocando-se de lado. Gostaria de saber mais sobre a família dele.

— Com que frequência costuma ver seus sobrinhos?
— Sem contar Natal, Páscoa, aniversários e outras tantas reuniões de família? O tempo todo. E não me importo. Eles são ótimos. O que me irrita na minha família é ouvir que preciso sossegar.
— Talvez eles só queiram ver você feliz.
— Eu não pareço feliz?
— Como todo solteirão convicto, sim. Mas sua família deve ficar tonta com o número de mulheres que vivem penduradas no seu braço.
— Ainda bem que a vida é minha, e não deles. — Joseph se inclinou para trás, entrelaçou os dedos atrás da cabeça outra vez e mirou algum ponto distante além do teto. — E quanto a você?
— Estou tranquila e feliz com meu trabalho.
— E solteira depois do rompimento.
— Sim
— Imagino que vá querer se amarrar e ter filhos em algum momento. Tem um talento especial com bebês.

Demetria sentiu o coração se apertar e mirou o fogo. Quando percebeu que Joseph a fitava com intensidade, explicou:

— Gosto de crianças. Principalmente de bebês.
— Isso é óbvio.
— O problema é que não tenho nenhuma família com quem contar. Tenho bons amigos, mas ninguém em que eu confiaria o bastante para deixar um filho caso alguma coisa acontecesse. Não tenho nada contra a adoção, mas a vida é feita de escolhas, e escolhi não ter meus próprios filhos.

Ela olhou da lareira cintilante para Joseph.
Com um vinco entre as sobrancelhas, ele se pôs de lado e, apoiado em um braço, colocou o queixo sobre a mão.

— Não quer se casar nem ter filhos? Pensei que tivesse dispensado seu último namorado porque ele não gostava de crianças.
— É verdade. Mas, você, por exemplo... Pode não querer ser pai, porém adora seus sobrinhos e sobrinhas. Gosta deste bebê?
— Quem não gostaria?
— Pois, então... Posso não querer ter filhos, mas não passaria a vida com alguém que pensa que as crianças são uma perda de tempo e de espaço.

Joseph torceu os lábios.

— Aposto que ele também não gostava de cachorros.
— Nem de gatos.
— Fez muito bem em se livrar dele. E quanto sua vida profissional? No que está trabalhando?
— Ainda vou ser editora-chefe da melhor revista do país. Dominar o mundo é basicamente meu objetivo... Enquanto isso, pretendo ficar longe de donos de hotéis com o rei na barriga.

A provocação nos olhos de Joseph assumiu uma nova forma. Seu sorriso de lado evanesceu, e eles pareceram entrar em outro tipo de sintonia. O crepitar do fogo soou mais alto, e a respiração de Joseph, mais intensa. Subindo e descendo à luz bruxuleante, a pulsação em seu pescoço pareceu se acelerar, e, como se num transe, Demetria percebeu o próprio corpo reagindo. Sentiu os seios ganharem vida, inchando, se aquecendo, e um calor gostoso se espalhando pelo ventre. Viu os lábios de Joseph se entreabrindo, seus olhos, escurecendo ainda mais. Ele estendeu a mão, correu um dedo por seu queixo, e o calor dentro dela desceu mais, numa deliciosa tortura.

Quando Joseph afastou a mecha de cabelo que lhe caíra sobre a testa e a tocou no rosto, foi como se todo o oxigênio da sala tivesse desaparecido. Repentinamente pesadas, as pálpebras de Demetria se fecharam, ao mesmo tempo em que seu corpo, sua própria essência, gravitava em sua direção. Com as luzes apagadas, na companhia daquele homem extraordinário que ela mal conhecia, tudo parecia tão irreal, tão... iminente. Ela não queria pensar sobre quem ele era; que, antes daquele dia, ela não teria lhe dedicado nem sequer uma hora de seu tempo. Naquele momento, porém, Joseph Jonas parecia simplesmente irresistível.

— Seu cabelo — ele falou, com a voz rouca. — Uma mecha se soltou do coque.
— Ah... Pensei que quisesse me beijar.
— As palavras brotaram de seus lábios como se tivessem vida própria.

A pulsação no pescoço de Joseph pareceu ainda mais acelerada, e ela prendeu a respiração.

— Na verdade, eu quis fazer isso a noite toda... — Ele se inclinou sobre sua boca e a roçou de leve, primeiro de um lado, depois do outro. — O problema é que, se eu começar a beijá-la, acho que não vou conseguir mais parar!

Demetria estremeceu da cabeça aos pés e deixou de lado qualquer escrúpulo.
Quem, ali, queria parar?
Mas, então, seus pensamentos deslizaram de volta para o que os levara até ali.

— E o bebê?
— Está certa — concordou Joseph, ainda de olhos fechados. Mesmo assim, aproximou-se mais, e sua boca tornou a acariciar a dela. — Precisamos pensar em nossas responsabilidades...

Ele permaneceu onde estava e, conforme seu perfume a invadiu, Demetria não conseguiu se lembrar de uma única razão pela qual não devesse espalmar a mão sobre aquele ombro largo e trazê-lo para mais perto.

Quando Joseph provou o canto de sua boca numa carícia deliberada e poderosa, uma dor deliciosa inundou seu âmago, e os últimos resquícios de bom senso se foram Ela teria sorte se conseguisse se lembrar do próprio nome.

Ele deslizou a ponta da língua por seus lábios.

— Talvez devêssemos ficar apenas abraçados. Você sabe... Para nos mantermos aquecidos — justificou, porém Demetria percebeu seu sorriso.

Quando o queixo áspero roçou a lateral de seu rosto, e ele lhe beijou a concha da orelha, ela soube que não iria suportar.

— Seria ótimo ficarmos abraçados... — disse com a voz rouca, tonta de desejo.

Sentiu uma palma quente deslizar pela lateral do corpo. Ouviu um suspiro, o próprio e, logo depois, Joseph a beijava com paixão, e com uma habilidade inata que a deixou em choque.
Enquanto sua língua lhe penetrava a boca e se entrelaçava com a dela, tudo, a não ser uma espécie de êxtase, pareceu evaporar. O beijo era quente, profundo, emocionante. Joseph inclinou mais a cabeça, seu corpo cobriu o dela, e Demetria se rendeu por completo, deixando-se esmagar por seu peso.

Com a boca ainda colada à dela, ele deixou escapar um grunhido de prazer, ao mesmo tempo em que a envolvia num abraço. Demetria espalhou os dedos nas costas largas enquanto seu pé se arrastava pela perna sólida e seus quadris o pressionavam, ansiosos.
O beijo se aprofundou ainda mais. Joseph esfregou o corpo no dela, a ereção pressionada contra sua barriga, e Demetria soltou um gemido, tentando segurá-lo.

Uma tora estalou ao cair no leito de brasas, e o assobio das faíscas a trouxe de volta à realidade com um sobressalto. Quando ela virou a cabeça e interrompeu o beijo, Joseph se ergueu de leve para fitá-la. Tinha a respiração entrecortada, e seu olhar parecia ainda mais escuro. Um gemido vibrou no peito largo enquanto o olhar dele devorava seus lábios, e ele baixava a cabeça mais uma vez. Insegura, ela se manteve quieta. Também havia se deixado levar, mas será que queria fazer amor com um homem que deveria desprezar, ainda mais com um bebê dormindo a alguns metros de distância?
Os lábios entreabertos de Joseph se distanciaram alguns milímetros, e Demetria engoliu em seco.
Joseph deixou escapar uma espécie de grunhido e rolou para longe.

Ela sentiu o coração afundar dentro do peito, e a garganta parecia obstruída com as mais desencontradas emoções. Ele estava desapontado. Frustrado. E ela, deprimida por ter levado aquilo adiante. Podia sentir-se fisicamente atraída por ele, mais do que se sentira em relação a qualquer homem, entretanto não tinha ido até ali em busca de sexo. E pretendia deixar aquela casa do mesmo modo como havia entrado.

Afinal, o arrependimento costumava durar bem mais do que o prazer.


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Falei que hoje tinha capítulo >.< 
Esses dois hein gente ............... kkkkk ~ vou ficar quieta 

Bjss



COMENTEM!!!




17 comentários:

  1. Aaah ja qro mais..
    estou ansiosaa
    postaaa

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  2. MAAAAAAAAAAAAAAISSSSSSSSSSSSS!!!
    POSTA MAIS JUH?:D

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  3. Primeiro estou amando essa fic,ela é perfeita *-*
    Só que não sei se você percebeu ou não que no titulo desde o capitulo 2 está escrito "Parai por um Tempo"...
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    Bjuss

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  4. Postaa maiis *-*
    To adorando isso
    -lili

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  5. Ai que lindooooo
    Esses dois ❤️❤️
    Perfeitoooo
    Posta logo bebê
    Beijoss

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  6. Posta logo pllls ontem nao tive tempo de ler. ! Mega anciosa

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  7. Guria NÃO DESAPAREÇA DE NOVO!!!! Eu vou enlouquecer não faz isso :'( essa fic ta incrível :3

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  8. JUH PORQUE A SENHORITA FAZ ISSO? POSTE MAIS MULHER QUE EU N TO AGUENTANDO O FORNINHO AQUI

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  9. Ai eu to morrendo!!!
    Por favor, diz que não vai parar de postar essa fic. Estou amando ela, de verdade.
    Enfim, não comentei no último pois estava meio louca pra ler os dois de uma vez só kkkk
    Posta logo!
    Beijos <3

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  10. OMGG achei q iria rolar um sexo ali o.O
    Eu to amando ♥
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    Xoxo

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  11. MARATONA MARATONA MARATONA MARATONA MARATONA MARATONA MARATONA MARATONA MARATONA

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  12. MARATONA MARATONA MARATONA MARATONA MARATONA MARATONA

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  13. Hey
    Eu acompanho seu blog a um tempo mas nunca cheguei a comentar
    Aí cara que frustração 😕 e eu achando que ia ter hot já no 5 capitulo
    Vai demorar muito? Haha to carente de hots em fanfics que eu leio
    To amando a fic
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  14. cade vc mulher? quer me matar de curiosidade?
    posta logo plmdds pls por tudo que é mais sagrado aushuahs
    posta logooooooooooooooooooooooo <33333333333
    ps: suas fics sao perfeitas e como sempre,acabo ficando sempre viciada nas suas fics
    uashauhsuahsuhs

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Sem comentários ........... sem capítulos!