26/08/2014

Meu Erro Favorito - Capitulo 45 (5/5)






Eu me senti fora de lugar aqui da mesma forma como na casa do tio do Joe. Eu mal consegui olhar para os pisos de madeira cor de caramelo e os painéis de madeira combinando nas paredes antes que uma mulher de terno nos achasse.

— Posso ajudá-los?
— Sim, minha noiva e eu vamos nos casar na primavera e nós estamos verificando locais em potencial. Nós estamos indo para uma caminhada em Monte Battie e vimos este lugar e não conseguimos resistir e não entrar. Certo, amor?

Ele trouxe nossas mãos entrelaçadas para a boca dele e beijou o topo da minha mão antes de piscar.
Doce Cristo.

— Oh, que maravilha. Parabéns. Quando é o grande dia? — Ela deu um sorriso para nós.
— 21 de março, o primeiro dia da primavera. — eu falei sem pensar.
Joe me deu uma olhada. Eu apenas tirei isso do nada.
— Que amável. Bem, nós temos muito a oferecer quando se trata de casamentos, se vocês puderem me seguir. — ela disse, nos levando para a esquerda e até uma grande mesa. Eu não conseguia parar de encarar o teto com as treliças ornamentadas e os espelhos dourados. Algumas das paredes estavam cobertas com papel de parede verde escuro. Dava uma sensação de um acolhedor escritório antigo para o lugar.
— Eu sou a Susan, por falar nisso. É tão bom conhecer vocês.
— Joe. — ele disse, balançando a cabeça. — Esta é Missy.
— Missy. É um apelido para Marissa?
— Sim. — eu disse, dando a ele um olhar reprovador quando ela se virou para pegar um panfleto.
— Aqui nós temos todas as nossas opções e listas de todos os nossos fornecedores. Se vocês quiserem o pacote completo, nós podemos providenciar tudo para vocês. Comida, bebidas, cadeiras, tudo. Vocês gostariam de olhar alguns dos cômodos? Que tamanho de casamento vocês estão pensando?
— Pequeno. Com certeza. — eu disse, me antecipando ao Joe. Nenhum de nós tinha família grande. Sabe, se nós estivéssemos nos casando, o que não era verdade, porque isso tudo era fingimento.
— Menos do que 25 pessoas?
— Provavelmente. Nós não nos sentamos e contamos ainda. — Joe disse. — Mas será o que, seus pais, Dallas, minha família, são oito, então Selena, Miley, Liam, Megan e Jake, e então Dev e Sean. E alguns poucos primos. Certo? — Era como se ele realmente estivesse pensando sobre isso.
— Está certo. — eu disse com um sorriso mais doce que açúcar.
— Ok, bem isso será perfeito. Eu não acho que nós podemos acomodar todos, mas definitivamente os familiares da noiva e do noivo. Vamos para o andar de cima e ver alguns dos quartos e então nós podemos ir ver os terrenos.
— Parece bom. — eu disse com outro sorriso de doer os dentes.
— Bom trabalho, Missy Missy. — Joe disse enquanto nós subíamos a escadaria espiralada para ver o resto da pousada.
— Me morda, Sr. Jonas.
— Qualquer hora, Sra. Jonas. — Eu quase tropecei no próximo degrau.

Ouvindo-o me chamar desse jeito fez uma sensação estranha tomar conta de mim que não era inteiramente desagradável.
Susan nos mostrou alguns quartos que não estavam ocupados. Todos estavam singularmente decorados e tinham ótimas vistas. A minha favorita era na suíte da biblioteca. Eu engoli em seco quando nós passamos por um conjunto de estreitas escadas brancas e entramos em um quarto mobiliado com verde escuro com detalhes em vermelho. Era um pouco como se um morango tivesse enlouquecido ali, mas com LIVROS. Havia até uma varanda com mais fileiras de estantes de livros. Eu quase enlouqueci.

— Ei, você vai tirar todo o sangue da minha mão de tanto apertar. — Joe sussurrou.
Eu olhei para baixo e vi que eu estava apertando a mão dele de tanta animação. Talvez um pouco forte demais.
— Você pode aguentar. Você não viu os livros?
— Você daria um jeito em mim agora mesmo?

Cercada por toda essa literatura? Pode apostar que sim. Maldita Susan. Ela ainda estava falando sem parar, mas eu não estava ouvindo-a. Muitos livros bonitos estavam chamando o meu nome.

— Por que você acha que a Bela escolheu a Fera? Foi a biblioteca.
— Eu acho que eu sou a Fera nessa situação.
— A menos que você queira ser a Bela.
— Não, essa é totalmente você. — Ele me puxou na direção dele e me deu um beijo na testa.
Eu pensei ter ouvido a Susan suspirar.
— Vocês gostariam de ver os terrenos?
— Claro. — eu disse, dando uma última e longa olhada na biblioteca.
— Espera. — Joe disse, pegando o seu telefone. — Você tiraria uma foto nossa?
— Com certeza. — Susan disse, pegando o telefone.
Joe me puxou para perto e colocou seu braço ao meu redor.
— Sorria, amor. — Eu sorri, e Susan tirou algumas fotos nossas.
— Perfeito. — ela disse.
Joe sorriu para mim, e eu queria dar um tapa na cara dele e beijá-lo ao mesmo tempo.
Susan nos levou para a parte de trás da pousada, que tinha um grande gramado inclinado.
— Nós podemos arrumar tendas, ou alguns casais preferem o terraço.
— O que você acha, amor? Terraço ou tenda? — eu disse.
— O que o seu coraçãozinho desejar, meu amor. — Ele estava exagerando.
Eu esperava que a Susan não pudesse ouvir o sarcasmo. Ela parecia absorta.
— Eu gosto do terraço. Eu sempre imaginei me casando em um terraço. — Agora era eu que estava exagerando.

Susan nos levou para o resto do passeio, mal parando a sua enxurrada de palavras para respirar. Joe e eu estávamos tendo nossa pequena batalha, comigo dando cotoveladas nele e ele tentando me dar o troco. Susan não percebeu nada. Nós tiramos mais fotos da pousada, e Joe fez a Susan tirar mais algumas de nós.

— Eu juro por Deus, se você postar estas online, eu vou te estrangular enquanto você dorme. — eu sibilei enquanto ela tirou outra foto nossa no terraço.
— Anotado. — ele sibilou de volta.

Susan nos deu mais um monte de panfletos sobre todos os tipos de coisas e falou sem parar sobre buffet.
Eu estava exausta quando nós enfim chegamos do lado de fora.
Eu me virei e olhei mais uma vez a pousada.

— Gosta do seu castelo, princesa?
Eu dei de ombros. — Foi bom.
Ele estreitou seus olhos.
— Me perdoe por não estar à sua altura. Você gostaria que eu ligasse para o meu jato particular e te leve para a Inglaterra para que você veja um de verdade?
— Bem, se você insiste.
— Você é uma garota exigente, Missy. Você não vai querer cisnes no nosso casamento, né?
— Apenas algumas dezenas. E pombas. Nós devemos soltar pombas.
— Oh, pombas com certeza. É por isso que eu não as mencionei. — Ele ligou o carro e fez a volta na entrada do estacionamento.
— É realmente muito legal lá dentro. Obrigada por me trazer aqui.
— Qualquer hora, princesa.

Nós fomos para o centro até o Restaurante The Camden para comprarmos sanduíches e então nós dirigimos até a montanha. Por sorte, já que era no meio da semana, não havia tantas pessoas aqui em cima. A maioria dos turistas já tinha ido embora, mas os observadores de plantas já estavam com tudo, e sempre havia os observadores de pássaros para disputar espaço. Você sempre podia localizá-los porque eles tinham binóculos gigantes.

Nós encontramos um local mais ou menos plano e nos acomodamos para observarmos os barcos vindo e saindo do pequeno porto e a agitada cidade. Joe encontrou uma coberta antiga em seu carro, e nós a abrimos. Claro que ele trouxe seu violão.

— Você nunca sabe quando vai precisar. E se nossas carteiras fossem roubadas e nós ficássemos sem gasolina? Então eu teria meu violão e eu poderia tocar para que as pessoas ficassem com pena de nós e nos dessem dinheiro para a gasolina. Então, sério, este violão poderia salvar as nossas vidas.
— Nunca insulte o violão do Joe. Observação feita. — eu disse, cutucando a cabeça. — Você não tinha que virar vegetariano por mim. Eu não ligo se você comer carne, contanto que você não a esfregue na minha cara ou pela minha garganta.
— Eu gosto de húmus; eu não sei do que você está falando.
— Desde quando?
Ele revirou os olhos. — Desde que você me fez comê-lo três semanas atrás.
— Exatamente.
— Você fica bonitinha quando você fica presunçosa.
— Cala a boca.
— Missy não aceita muito bem elogios. Observação feita.

Era minha vez de revirar os olhos e mordiscar o meu sanduíche para ter algo para fazer. Nós terminamos e então comemos biscoitos de chocolate de sobremesa.

— Você quer subir na torre?
— Claro. — O item mais proeminente no topo da montanha era uma torre de pedra com uma escada em caracol que você podia subir até o topo. Eu não estava muito a fim de subir as escadas que você podia ver através, mas eu não iria contar isso ao Joe. Eu fui primeiro, e de alguma forma consegui chegar ao topo sem entrar em pânico.

— Posso te contar uma coisa? — Joe disse quando nós dois chegamos ao topo. Eu assenti. — A sua bunda fica incrível daquele ângulo.
— Eu juro, eu vou te jogar pra fora dessa torre.
— Não, você não vai. — ele disse com um sorriso enquanto ele me pegava e me colocava na beirada da parede que cercava a torre. Ela tinha pequenas ameias e eu cabia exatamente entre elas.
— Não, fique parada, eu quero tirar uma foto. Sorria, amor. — Ele ainda estava me chamando de amor, apesar da Susan não estar em nenhum lugar por perto.
Eu sorri, que era mais fácil fazer com ele olhando para mim como se eu fosse o melhor presente de Natal que ele já havia ganhado.
— Linda. Ok, vamos te descer. — Eu relutantemente o deixei me ajudar. — Vamos tirar mais uma. Sorriso grande. — Ele segurou a câmera com uma mão e colocou seu rosto ao lado do meu. – Um, dois... — antes que ele chegasse ao três ele moveu sua cabeça e beijou minha bochecha. Eu contorci meu rosto de surpresa.
— Ei, sem beijo de emboscada. — Eu dei um tapa fraco em seu peito. Ele pegou minha mão e beijou minha palma.
— Mesmo que você tenha gostado?
Eu balancei minha cabeça.
 — Não.

Nós ouvimos vozes nas escadas e em um momento nós fomos encontrados por uma mãe, pai, duas crianças e um par do que provavelmente eram avós. O topo da torre não era muito grande, então nós tivemos que nos apertar.

— Desculpa, não há muito espaço para todos nós aqui. — a mãe disse enquanto uma das crianças implorava para o seu pai erguê-lo para que ele pudesse ver por cima do muro.
— Tudo bem, eu acho que nós já vamos descer daqui a pouco. — eu disse.
— Oh, você se importaria de tirar uma foto nossa? — a mulher disse, tentando pegar seu filho para que ele não se jogasse pelas escadas.
— Claro. — eu disse, pegando a câmera.
Eles se ajeitaram, e eu tive que me afastar até chegar quase do outro lado da torre e tive que dar um zoom total para conseguir encaixar a todos.
— Digam Monte Battie!
— Monte Battie! — todos eles gritaram.
— Muito obrigada. — a mulher disse enquanto eu mostrava as fotos na câmera. — Ah minha nossa, que anel lindo. Quando vocês vão se casar?
— 21 de Março, primeiro dia da primavera. — Joe disse, colocando seu braço em volta de mim.
— Bem, parabéns.
— Obrigada. — eu disse, tentando apertar meu calcanhar no pé do Joe.
Ele me evitou, e nós dissemos adeus para a família e começamos a fazer o nosso caminho escada a baixo.
— Você primeiro.
— Que estraga-prazer. — ele disse, mas ele foi primeiro.

Eu quase estendi a mão e peguei a camiseta dele quando nós estávamos descendo, mas eu resisti e antes que nós percebêssemos, nós estávamos de volta lá embaixo. Ufa.

— Você quer caminhar um pouco? — Ele não largou da minha mão, e nós andamos um pouco pela rua, fazendo um círculo e voltando novamente.
— Eu gostaria de vir aqui à noite para ver como a cidade fica toda iluminada. Eles fecham os portões, então você teria que andar com lanterna. Mesmo assim, valeria a pena.
Eu assenti, olhando para as nossas mãos entrelaçadas.
— Então é assim que você vê o seu casamento? Com cisnes e tudo isso? — ele disse.
— Eu nunca imaginei um casamento, na verdade.
— Eu pensei que isso fosse algo que todas as meninas fizessem.
— Bem, como você disse, eu não sou uma garota normal.
— Você sabe que eu não falei dessa forma.
— Como você falou?
— Eu quis dizer que você não é apenas qualquer garota. Você é você.
— Profundo.
— Vamos lá. Não seja assim. Todas as outras garotas que eu já conheci teriam ficado extasiadas e teriam mostrado para qualquer um o anel eles querendo ver ou não. Algumas teriam achado que era um pedido de casamento. Mas você não. Você ficou brava que eu gastei dinheiro contigo.
— Eu ainda estou brava sobre isso, mas o que eu posso fazer?
— Exatamente.
— O quê?
— Você apenas é diferente. Eu gosto disso.
— Que seja.
Nós continuamos andando em silêncio.
— Eu gosto que você seja legal com as pessoas. — eu disse.
— O quê?
Eu tinha meio que resmungado.
— Você é legal com as pessoas quando você não tem que ser. Como aquelas garotas bêbadas e a Susan. Você age como se você fosse esse grande cafajeste, mas você realmente não é.
— Você está dizendo que eu não sou um cafajeste? Então todas essas tatuagens são para nada. O que eu vou fazer? — Ele balançou seu punho no ar.
— Ah, eu insultei a sua cafajestice?
— Estou ferido. — ele disse, agarrando seu coração. — Você deve acalmar minhas feridas.
— Como?
— Me dê um pouco de amor. — ele disse, parando e apontando para seus lábios franzidos.
— De jeito nenhum, cara. — Eu tentei andar, mas ele não me deixou.
— Vamos lá. Dê um beijo no seu noivo.
— Essa é uma idéia estúpida.
— Não me importa. Beije-me, por favor. — Se apenas ele não tivesse pedido por favor.
— Ótimo. — eu disse através de dentes cerrados.

Não era que eu não queria. Era que eu sabia que se nossos lábios se encontrassem, eu não estava no controle do que aconteceria em seguida. Era como se eu tivesse um excesso de frustração sexual acumulada depois de tantos anos de celibato. Isso pode acontecer?
Eu pressionei meus lábios juntos para que não houve esperança de língua e dei um beijinho nele.
Ele balançou a cabeça.

— Não. Ainda com dor. Você tem que fazer melhor que isso. — Eu tentei de novo, dando a ele um beijo um pouco mais longo, mais ainda me afastando logo que eu quis mais.
— Quem é você, minha avó?
Eu estava prestes a bater o pé e dizer já chega quando o meu telefone tocou.
— Esquece isso. — ele disse, se inclinando pra frente.
— É o toque da minha mãe. — Era Hip To My Heart da The Band Perry. Ela amava aquela música. — Eu preciso atender isso. — Fazia um tempo que eu não falava com a minha mãe e eu me sentia horrível sobre isso.
— Ei, garota! Parece que faz eras desde que nos falamos. Eu saí do trabalho cedo, então eu pensei em te ligar. Você não está na aula, está?
— Não. Eu não teria respondido se eu tivesse. Ou eu estaria sussurrando.
— Certo. Então como você está?
— Estou bem. Ocupada. As aulas estão enlouquecedoras.
— Isso é bom. E como está o trabalho?
— Está bom também.
— E a situação com o colega de apartamento?
— Diga a ela que está tudo ótimo. — Joe sussurrou.
O volume do telefone estava alto o bastante para ele ouvir.
Eu abaixei o volume e saí de perto dele.
— Meio que foi resolvido. — Até agora. — Eu vou lidar com isso até o resto do semestre daí vamos ver.
— Ah, bom. Você soa melhor. Você soa realmente feliz, na verdade.
— Verdade?
— Sim, de verdade. Qual é a causa? — O garoto que estava no momento tentando colocar seus braços ao redor da minha cintura e me distrair de conversar contigo.
— Ah, eu não sei. Talvez seja apenas o ano novo. O meu aniversário está chegando.
Mamãe não iria ser enganada.
— É um garoto, não é?
— Não mesmo.
— Ah. Meu. Deus. Eu pensei que nunca aconteceria. Eu quero detalhes, garota. — Ela soava como a Dallas
— Ele é apenas um cara.
— Você sabe que isso não é verdade.
— Não mesmo. — eu disse. Joe estava tentando me fazer cócegas. — Você pode parar com isso?
— O quê? — Mamãe disse. Eu olhei feio para o Joe, e ele me deu um olhar inocente em resposta.
— Nada, eu não estava falando contigo.
— Esse foi ele, não é? Ele está aí contigo? Se você está em um encontro, nós podemos nos falar depois, contanto que eu saiba de detalhes. Ah, Deus, você não está no meio de algo, está?
— Mãe! — Meu rosto ficou escarlate enquanto o Joe riu baxinho.
— Eu estava apenas perguntando. Nunca se sabe. Você está em um encontro? — A animação na voz dela era palpável, até mesmo no telefone.
— Nós não estamos em um encontro.
— Sim, nós estamos. — Joe disse, alto o bastante para ela ouvir.
Eu coloquei minha mão no alto-falante do telefone.
— Você pode calar a boca?
— Garota, por que você não me liga depois? Ah, antes que você desligue, eu pensei em ter você e a Dallas para o jantar em família no sábado à noite. Por que você não o traz? Eu adoraria conhecê-lo.
— Você nem sabe o nome dele.
— Não importa. Se ele conseguiu derrubar suas barreiras, eu sei que ele é algo especial. Os seus padrões são altos.
— Sim, eles são. — Joe disse no meu ouvido.
Sua respiração quente não estava deixando eu pensar direito. — Eu adoraria conhecer sua mãe.
— Esse foi ele?
— Sim.
— Diga que eu adoraria conhecê-la. — ele disse tão alto que eu tenho certeza que pessoas há quilômetros de distância poderiam ter ouvido. Eu ofereci a ele o meu olhar da morte.
— Diga a ele que isso é ótimo. Eu me certificarei de fazer algo especial para vocês.
— Obrigada, mãe.
— Me ligue depois, garota.
— Ligarei.
— Bom mesmo. Te amo.
— Te amo também.

Eu desliguei e dei um soco no estômago do Joe. Ele desviou no último momento e colocou seus braços ao meu redor, me dando um abraço de urso.

— Eu mal posso esperar para conhecer sua mãe. Eu quero ver como você vai parecer daqui vinte e cinco anos.
— Bem, já que você se convidou para o jantar, eu acho que não há nada que eu possa fazer para te impedir.
— Exatamente. — Ele foi com tudo para conseguir plantar um bom beijo, sorrindo contra a minha boca. Eu totalmente deixei-o fazer isso. — Pronto. Agora, foi tão difícil assim?
Eu fiz um barulho mal-humorado.
— Vamos lá; vamos fazer um monte de sexo musical.

Nós nos acomodamos em nosso lugar, e Joe fez uma serenata para mim enquanto o sol se punha cada vez mais no céu. Miley e Selena me mandaram mensagens, perguntando quando nós voltaríamos. Eu mandei uma mensagem de volta para elas e disse que eu não sabia. Eu estava à mercê do Joe. Miley estava morrendo para saber detalhes. Ela provavelmente ficaria desapontada pelos meus detalhes sem graça.

— Uma última música. O que será? — ele disse.
— Que tal algo mais antigo? Ahhh, que tal Love Me Tender?
— Elvis?
— Que foi? Ele é o Rei.
— Sim, sim ele é.

Eu coloquei minhas mãos atrás da cabeça e encarei o céu enquanto a voz do Joe me acalmou e me levou para aquela bolha de segurança novamente. O meu telefone estúpido vibrou.
Eu encarei a tela. Dallas. Eu ignorei a ligação. Eu ligaria para ela depois. Joe continuou cantando, deixando a música mais longa do que normalmente seria.
Imediatamente, ela ligou de volta. Isso levantou uma bandeira vermelha. Ela não fazia isso a menos que tivesse uma razão.

— O que foi? — eu disse, tentando manter o pânico fora da minha voz.
Joe parou de tocar.
— Travis está em liberdade condicional.



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Então ... gostaram da maratona ?? rsrsrs' parei num momento tenso né ? 

Quem é Travis? O que ele tem haver com o passado da Demi?? kkkkkkkkkk só no próximo capítulo ... #malvada .. não me batem, plissssss ... hehe' 

COMENTEM!!!!


14 comentários:

  1. Poxa Juhhhhh!! Que final é esse? Travis não era nada da Demi né? AH não, tava tudo dando certo, e se esse Travis estragar.... AAAAA JUH! Que piedade. Mas enfim, que capitulo mais lindo!! Noivos, awww que amor. Joe sempre se supera, e ai meu Deus, que sonho.

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  2. poxaaaa juhh !!!!!! porq vc fez isso com agente,na melhor parte do capitulo vc para ? Travis vai tentar fazer alguma coisa cm a demi? ela vai contar o segredo dela pro joe ? meu deussss posta mais um hoje ?? pleasee só de bônus!!!estou quase morrendo kkkkk !!fora isso esta tudo perfeito , ainn o casal Jemi esta mais perfeito que nunca!!

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  3. PQ VC PAROU AI? AI MEU DEUS KSJSJSKSKK QUERO SABER O QUE ESSE TRAVIS FEZ CARA AI MEU DEUS CONTINUA LOGO

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  4. você é muito foda,a melhor escritora

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  5. Sim, mas quem é Travis no jogo do bicho ?
    Mulherzinha posta loooooogo, por favor, eu sinto que no proximo capitulo eu descubro o segredo de Demi!

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    1. Izaa posta no seu blog por favor

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    2. IZAAAA posta o outro capitulo la na sua fic , pleaseee por favor

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  6. Eu acho que essa historia ainda tem muito pano para manga
    esta ficando muito boa.
    Blog: http://arrasandonobatomvermelho.blogspot.com.br
    Canal de youtube: http://www.youtube.com/NekitaReis

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  7. Eu não sei como você tem a coragem de parar essa maratona aí! E quem é esse desgraçado do Travis??? Aí meu Deus... Estou mega ansiosa pelo próximo capítulo! Então por favor continua.
    Fabiola Barboza :*

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  8. Yo quero mais, mucho mais :)
    Serio mesmo, curiosa do jeito que sou to louco ha muito tempo pra saber esse segredo e também quem é esse cara mal.
    Talvez não parece, mas acho que o Joe pode dar uma de superprotetor com ela, seria fofo *-* Mas acho que isso acontece quando estiverem mais íntimos do que já são. Não necessariamente íntimos "daquele" jeito, mas íntimos kkk'
    En fin, quero mais ^^
    Beijos~

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  9. Nao demora pra postar pelo amor de Deus eu amo sua fic
    A antes que eu me esquece tao dizendo que a Demi ta gravida pq virao a taylor pegando na barrida dela mais acho que nao neh gente
    Ass:Alice

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    1. A Taylor e a Jordan não estavam com a mão na barriga da Demi, elas estavam se cumprimentando, só que do ângulo em que estava a câmera pareceu outra coisa, eu vi o vídeo do momento

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  10. Heey sou leitora nova... Amei a fic, de verdade.
    Estou tipo mt curiosa pra saber quem é Travis e quero saber se ela finalmente vai contar o segredo dela pro Joe, então por favor posta logo!

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  11. Juh!!! como vc ousa parar essa maratona aí??? pelo amor de Deus mulher, posta mais ahsdgjhsaghsad eu queria ter acompanhado a maratona mas tive que ir pra faculdade e pode ter certeza de que eu estava morrendo de curiosidade e uma enorme vontade de sair da sala para poder ler kkkkkkkk
    logo quando eu pensei que ia finalmente rolar a primeira vez dela, eles dois dão esse mole.... Demi é uma pessoa muito difícil, ele já declarou pra ela, deixou bem claro que ele quer ela, ela tbm disse que o queria, o que falta para esses dois se pegarem?? acho que uma surra daskhdksad
    Beijoos e posta mais, faz mais uma maratona, agora nesse final de semana <3

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Sem comentários ........... sem capítulos!