30/07/2014

Meu Erro Favorito - Capitulo 30






Uma hora mais tarde, eu tinha bebido um drink e meio, e tinha um bom tempo com os caras. Nós nos sentamos em uma extremidade do bar e estávamos ocupados assistindo o caos ao nosso redor. Joe estava ao meu lado, e não era minha imaginação que sua mão encontrava-se mantida em algum lugar do meu corpo. Minhas costas, meu ombro, minha cintura. Eu estava muito em êxtase com o rum e as coca-colas para me incomodar em afastá-lo. Além disso, eu estava me sentindo bem desde que ele tinha sido tão atencioso com essas meninas bêbadas.
Ele tinha sido um completo idiota hoje, mas ele também tinha sido doce e adorável com Harper. Eles eram como duas ervilhas em uma vagem. Ela era uma menina estranha e pequena, mas ele a pegou.

— Você quer dançar? — disse ele no meu ouvido.
Eu sabia que meu rosto estava vermelho por conta do álcool, mas ficou mais vermelho e mais quente com ele atrás de mim.
— Claro.

Eu estava um pouquinho instável quando eu desci do meu banquinho, mas eu ainda podia andar bem. Dev e Sean estavam ocupados conversando com duas meninas que tinham visto do outro lado da sala e estavam à espreita. Eu não acho que eles estariam voltando para seus próprios apartamentos esta noite.

— Eu vou te deixar bêbada mais vezes. Você hoje está muito complacente. — disse Joe.
— Eu não estou bêbada, Joe. — Eu realmente não estava. Apenas agradavelmente tonta. Eu nunca tinha ficado bêbada antes. Não parecia uma coisa que eu queria fazer.
— Ainda não. Eu só preciso pôr mais alguns drinques em você e então você vai estar desmaiando em meus braços.
— Que seja.

Peguei a mão dele e levei-o para a pista de dança, que para grande surpresa, estava lotada. Eu empurrei e empurrei até que encontrei um pouco de espaço. Joe veio comigo, fazendo o seu próprio espaço. Eu comecei a dançar, mas Joe me parou.

— Oh não, eu não te trouxe aqui para dançar assim, mesmo que eu ame assistir você fazer aquela coisa com os quadris. — Ele me puxou para perto, envolvendo as mãos em volta da minha cintura, e movendo-a para minhas costas e para a minha bunda. Cuidado, Senhor.
— Eu quero dançar — disse ele, começando a se mover — assim. Quero dançar como se nós fôssemos a mesma pessoa.
— Eu pensei que você não gostasse de mim.

— Não gosto. — ele murmurou, e depois fechou os olhos por um momento. Antes de abri-los e encontrar os meus olhos.
— Dança comigo. Apenas dance comigo.
Então eu fiz.

Nós dançamos pelo que pareceram horas. Joe me deixou por um momento e voltou com outra bebida que eu de alguma forma equilibrei enquanto dançava. Meu corpo parecia líquido, pesado e liso. Joe tinha outra bebida e ele parecia estar perdido. Como aquele momento em seu quarto, quando tinha sido apenas duas pessoas em um planeta que estava parado.

Suas mãos estavam em mim, as minhas estavam sobre ele, nós dois estávamos suando e respirando com dificuldade, e a música machucava e batia minha cabeça, era tudo demais e não era o suficiente.
Eventualmente, eu estava muito quente e eu comecei a caminhar para fazer uma pausa. Joe me seguiu, e foi como se a bolha de dança que tínhamos formado tivesse estourado.

— Você quer outra bebida?
— Um pouco de água seria bom. — eu disse, abanando a mim mesma.

Dev e Sean vieram nos encontrar mais cedo para dizer que eles estavam indo para uma festa em casa com as duas senhoras encantadoras cujos nomes eu não conseguia me lembrar no momento. Eu estava abandonada no meu tempo de necessidade.
Joe voltou com um copo de água para mim, terminando com uma fatia de limão e uma cerveja para ele.

— Como está se sentindo?
— Bem. — eu disse.
— Você vai estar pronta para ir logo? — Ainda era relativamente cedo.
— Por que, você quer ir?
Ele deu de ombros. Sim, o momento da dança tinha se quebrado. Cada um de nós tomamos nossos drinques em silêncio.
— Eu ainda não gosto de você. — disse ele de repente. — Apesar de tudo isso. — Ele acenou com a mão.

Eu supunha que ele estava indicando a expressão vertical de um desejo horizontal do que estávamos fazendo há apenas alguns minutos antes. Estávamos de volta caminhando nessa linha tênue entre colegas de quarto e... Qualquer outra coisa.

Joe bebia sua cerveja, e eu bebia a minha água. Estávamos sentados no mesmo bar, mas era como se estivéssemos sentados na frente um do outro, com o Grand Canyon entre nós.

Joe terminou a sua cerveja e pegou outra. Ele estava em sua quinta ou sexta, eu não conseguia me lembrar. Eu nunca tinha visto ele beber tão livremente. Sentei-me e mexi no meu telefone, e tomei um gole da minha água e vi os outros dançarinos. Joe não iria falar comigo, embora eu tivesse tentado algumas vezes.

Depois que ele terminou sua bebida mais recente, eu disse que estava pronta para ir. Não tinha acabado por ser a noite divertida que eu esperava. As memórias de Joe e a dança ainda chiavam na minha mente, estabelecendo-me no fogo.
Voltamos para nosso lugar lentamente, tentando evitar tropeçar nos pés instáveis. Ele estava tão ruim quanto eu estava.
Quando voltamos para o nosso quarto, Joe caiu sobre o sofá. Sentei-me na cadeira, puxando meus pés para cima e descansei meu queixo em meus joelhos.

— Você está com raiva de mim?
— O que? — Foi como se ele tivesse acabado de se lembrar que eu estava lá. Como se tivesse estado em transe.
— Você está com raiva de mim? Você quase não falou comigo a noite toda.
— Nem tudo é sobre você, Demi. — ele estalou.
— Eu sei disso, seu idiota. Por que você não fala comigo? Alguma coisa está obviamente o incomodando. Eu tenho uma idéia de que tenha a ver com a sua reunião secreta com o Mark misterioso. Estou ficando mais quente?
— Você não tem idéia do que você está falando. — disse ele, com os olhos frios como aço.
— Então, me ilumine. Você não tem que manter tudo para si mesmo.
— Talvez eu tenha. Eu já lhe disse que você não quer saber a verdade, então eu não vou dizer a você.
— Não me diga o que eu irei fazer e não irei fazer, Joseph Jonas. Você não sabe nada sobre mim.

Ele fechou os olhos, como se estivesse tentando se recompor ou orando por paciência.

— Você só joga Pistol Annies quando você está chateada, geralmente comigo. Eu sei diferenciar o seu sorriso falso do seu sorriso real. Você tem uma grande gargalhada, por sinal. Eu sei que as camisas são suas favoritas, porque elas são as primeiras que você usa depois de ter lavado a sua roupa. Você lambe o lábio inferior quando você está tentando se concentrar na leitura do seu livro. Você chora durante aqueles comerciais com os animais vítimas de abuso quando você acha que ninguém está olhando. Não, eu não conheço você em nada.
— Isso não significa nada. — eu sussurrei.
— Isso significa alguma coisa.
— Eu pensei que você não gostasse de mim.
— Eu não quero. — Ele se levantou e se agachou na frente da minha cadeira tão rápido que eu quase pulei. — O que tem em você? São seus olhos? O seu sorriso? A sua risada sexy? A maneira como você me chama? Eu não sei. Tudo o que eu sei é que eu não gosto. Eu não gosto disso.

Ele moveu seu rosto para perto do meu. Seu hálito cheirava levemente a cerveja, mas mais como ele. Aquele cheiro picante que se agarrava a ele.
— Eu não gosto disso. — ele sussurrou contra meus lábios.
Eles estavam quase se tocando. Quase...
Ele puxou de volta.

Eu já tive o suficiente. Se eu não beijasse esse menino aqui, agora, eu iria morrer.
Eu bati minha mão na parte de trás de sua cabeça e puxei a cabeça em direção à minha. Chega de conversa. Tempo para beijar.

Nossos lábios se encontraram e foi isso. Toda a nossa resistência desmoronou e, de repente, eu estava sendo jogada para trás quando Joe tentou me devorar não muito gentilmente. Nós pousamos no chão, quando a cadeira virou-se.

— Ow. — eu disse em sua boca.
— Hm. — ele disse, ignorando o fato de que a cadeira estava de baixo para cima e nós estávamos no chão. Ele me agarrou e me rolou, então estávamos livres da cadeira que tinha sabotado o nosso beijo.

— Eu não gosto dessa cadeira. — disse ele, enquanto beijava de cima abaixo o meu rosto e até o meu pescoço. Eu esfreguei minhas mãos para cima e para baixo na sua cabeça, sentindo o arrepio do cabelo curto contra minhas palmas. Ele tinha um pouco de barba no rosto, e eu podia senti-la raspando minha pele hipersensível.

Ele mordeu minha orelha, e eu ri porque fez cócegas.

— Do que você está rindo?
— Cócegas. — foi a única palavra que eu poderia formar antes que seus lábios estivessem de volta nos meus, novamente, e então sua língua estava na minha boca.
Beijar Joe não era como nada que eu já tinha experimentado antes. Era horrível e maravilhoso ao mesmo tempo. Ele estava muito, muito perto, sua boca estava muito exigente. Eu nunca tinha sido beijada assim antes, com pura necessidade.
Nenhum cara nunca tinha me beijado como se a sua salvação dependesse disso. Joe me beijou como se estivesse indo para o inferno, e ele tinha esse beijo e ele estava fazendo mais disso.

— Você é tão bonita. — ele disse quando se afastou para respirar por um segundo.
Eu estava tendo problemas com isso eu mesma.
Em vez de responder, eu alcancei os seus lábios novamente. Eu queria eles mais do que eu queria oxigênio.

O som de uma porta se fechando soou como se estivesse há quilômetros de distância, mas então uma voz disse:
— Bem, olá.

Joe e eu olhamos para cima para encontrar a cara irritada de Miley.

— Já não era sem tempo.


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Até que fim saiu o tão esperado beijo !!! 
Eai .... felizes agora?? hehehe' 
Mas será que a Demi finamente se abre agora? .. ou não ?? hi hi hi'
Só depois vocês vão saber ^^

Bjsssssssss, até depois amores >.<


COMENTEM!!!


Meu Erro Favorito - Capitulo 29







— Eles são ótimos. A sua família. — disse no final da tarde quando Joe e eu voltamos para o campus.

Ele tinha estado, principalmente, em silêncio desde que saímos. Hope me deu um grande abraço e me disse para voltar logo, e Harper me fez prometer que eu iria cantar de novo com ela. John apertou minha mão novamente e disse que eu era uma jovem adorável. Nick e Selena se hospedaram para mais outra noite, então eu disse que eu ia vê-la no dia seguinte.
— Eles são.
— Você está agindo estranho.
— Como?
— Eu nunca vi você tão quieto. Você parece como se alguém tivesse morrido. — Eu imediatamente percebi o meu erro. — Desculpe, não foi o que quis dizer.
— Não, eu merecia. Eu não estou muito bem, Dami. — Ele quase nunca me chamava pelo meu nome real. Acho que eu não gostei muito.
— Eu sei. Mas isso não lhe dá licença para ser um idiota.

— Eu sou o que sou. Se você não gosta disso, há uma maneira simples de cair fora. Você tem três opções. Odeia-me, ama-me, pega-me. Escolha o seu veneno.
— Foda-se.
— Essa é uma das opções.
— Eu nunca mais vou lhe dar uma carona de novo.
— Isso é bom. Agora eu sei onde você guarda suas chaves. Sassy e eu gostaríamos de ter um bom tempo. — disse ele, batendo no painel.
— Eu juro por Deus , Joe, se você roubar esse carro, eu vou te apunhalar enquanto dorme.
— Tudo bem. Vá em frente.

O que estava errado com ele? 
Liguei um velho CD de Avril Lavigne só para irritá-lo. Ele olhou pela janela e bateu a perna.
Um, dois, três, quatro, cinco. Eu queria quebrar cada um de seus cinco dedos para que ele não pudesse batê-los mais.

Eu não falei com ele de novo até que estávamos de volta ao campus. Joe levou seu violão, e eu carregava um recipiente de plástico com sobras que Hope tinha me forçado a levar enquanto eu caminhava para a porta. Como eu poderia dizer não?
Eu fui imediatamente para o quarto e fechei a porta.

****

Fiquei lá por várias horas, mastigando as sobras dos Masons e lendo. Pensei em ligar para Dallas, mas eu realmente não queria saber o que ela tinha a dizer sobre esta situação. Eu não queria conselhos, que seria o que ela me daria, não importando se não fosse solicitado.
Eu estava em profunda agonia com Gone With The Wind quando ouvi vozes na sala de estar. Devia ser Dev e Sean. Houve uma batida suave na porta. Joe nunca bateu em nossa porta.
— Ei, nós estamos indo para o Blue. Você quer vir? Eu vou te comprar uma bebida.
Eu balancei a cabeça, sem olhar para cima do meu livro.
— Vamos lá, Missy.
— Você vem dizendo isso muito para mim ultimamente.
— Graças a Deus, ela fala.
— Me morda.
— Você está me insultando. Deve significar que você está de volta ao normal. Venha com a gente. Vai ser divertido. Você pode dançar e me provocar de novo.
— Você vai me deixar quebrar uma garrafa de cerveja sobre a sua cabeça? Porque eu estou totalmente inclinada a isso.

— Vamos levá-la para fora e ver como as coisas vão. Eu poderia deixá-la começar um soco, dependendo de quanto eu esteja bêbado.

Eu nunca tinha visto Joe bêbado. Ele bebia algumas cervejas, mas eu nunca o tinha visto fora de controle, como a maioria das pessoas ficam. Desde que eu era pequena, o álcool me afetava como um martelo. Eu só precisava de um ou dois drinques e eu estava em terra feliz. Eu nunca tinha visto o apelo de ficar bêbada. Até esta noite.

— Estou dentro. — eu disse, balançando as pernas sobre a minha cama e pulando para baixo. Eu limpei o desastre das minhas roupas nesta manhã, mas encontrar a camisa certa ia ser outra viagem através da lama.

Joe olhou para o armário. Ele sabia onde minha mente tinha ido.

— Vista aquela rosa à esquerda. — Ele apontou, e eu vi um pedaço de rosa. Era uma camisa que eu tinha, mas nunca usava. Ela só não era realmente eu. Dallas tinha dado à mim há alguns anos atrás, e eu não podia me desfazer dela porque eu não queria deixá-la mal. Ela tinha um pouco de flor de tecido no pescoço e era meio drapeada.
— E essa calça skinny preta escura.
— Quem é você, meu consultor de moda?
— Se é para ficar pronta mais rápido, com certeza. Eu serei o seu consultor de moda.

Eu agarrei a camisa e a ergui. Na verdade, ela não parecia tão ruim.
— Estamos prontos quando você estiver. — disse ele, antes de me deixar me trocar. Ia ser interessante sair apenas eu e três meninos. Se eu fosse um cara, eu seria um cafetão. Ok, realmente não era um bom equivalente para uma menina.

Eu decidi deixar meu cabelo solto. Ele estava melhor do que tinha estado esta manhã, o que era incomum, então eu decidi abraçá-lo.

— Fodível? — Eu disse quando cheguei ao virar o corredor para a sala.
— Definitivamente. — disse Joe.

Eu gostava de seu olhar semi-atordoado no rosto. Deus, ele me via a cada dia, mas ainda assim, quando eu vestia algo bonito, ele não podia falar. Eu gostava muito. Você não fazia isso com alguém que você não gostasse.
Os outros meninos sorriram educadamente. Eu não tinha visto muito eles, ultimamente.

— Ok, vamos lá, rapazes. Quem quer levar a minha bolsa, e quem quer ser minha vadia da bebida para a noite?
Todos olharam um para o outro.
— Brincadeira. Isso foi uma brincadeira. Eu não ia castrar vocês assim.
— Carregar uma bolsa não iria me castrar. — disse Joe.
Sim, eu aposto.

— Eu a carrego, mas isso não combina com a minha roupa. — disse Dev. Nós todos começamos a rir.
— Idem. — Sean disse quando saímos.
Eu peguei cada um de seus braços.
— Vamos? Para o bar! — Eu disse, levantando o punho.
Todos nós andamos em uníssono, Joe se arrastando atrás.
— Você tem um terceiro braço para mim? — ele disse.
— Não, sinto muito. Você pode ter minha bolsa. — Joguei minha bolsa preta para ele, e ele a pegou.
— Muito bem. Você pode buscar minhas bebidas esta noite.
— E o que é que eles vão fazer? — perguntou ele.
— Me fazerem rir e se certificarem de que estou confortável. Certo?
— Meus dons de diversão estão a seu serviço. — Dev disse, apertando meu braço.
— Eu acho que isso significa que eu estou com o serviço do conforto. — disse Sean.
— Homens, vocês são sempre tão fáceis? — Eu disse a eles.
— Isso é o que elas dizem. — Joe murmurou atrás de mim.
— Eu ouvi isso. — eu disse sobre o meu ombro.
— Você andou diretamente para isso, o que eu deveria fazer?
— Controle-se, homem bolsa.
O frio leve no ar arrepiou a pele da minha espinha, e eu gostaria de ter trazido um casaco.
— Está com frio? — Sean disse.
— Eu estou bem. Estamos quase lá.

Blue Lagoon estava pulando novamente. Parecia que todo mundo tinha sido mordido pelo bichinho do outono, ou talvez fosse um porão fora de verão. Já havia uma menina vomitando as tripas para fora ao lado de um carro no estacionamento.

— É o seu trabalho esta noite, todos vocês, se certificarem de que eu não saia assim. — eu disse, apontando para a garota, cujo cabelo estava sendo amarrado por uma menina igualmente bêbada que mal conseguia ficar de pé.
— Espere um segundo. — disse Joe.
— O que ele está fazendo? — Dev disse.

Todos nós assistimos quando ele foi até a menina, que estava tendo certeza de que evitava o fluxo de vômito saindo da boca de sua amiga.

— Eu não tenho idéia. — eu disse.
Ele conversou com a menina que não estava vomitando. Ela balançou a cabeça, e ele fez sinal para mim.

— Você tem o seu telefone? Minha bateria morreu. Eu estou chamando um táxi. Elas não vivem no campus.
— É claro. — eu disse, pesquei fora meu telefone e procurei o número de uma das empresas de táxi locais que freqüentavam o campus.
— Eu não sei onde minha bolsa está. — a que não estava vomitando disse.  "Bolsa" saiu como  "Bolcha".
 A outra menina estava caída no chão, gemendo.
— Está tudo bem, você vai encontrá-la amanhã. Vamos chamar um táxi, ok? Você sabe onde você mora? — ele disse.

Ela lhe deu o endereço, e eu repassei para a empresa de táxi, no caso de elas esquecerem.
Dev e Sean entraram em ação, ajudando a menina a vomitar e correndo para dentro para pegar uma toalha de papel molhado e um copo de água para que ela pudesse tentar limpar-se.
O táxi chegou alguns minutos depois, e colocamos ambas dentro do táxi, nos asseguramos que iriam levá-las para casa em segurança e recusaram o pagamento quando Joe tirou algum dinheiro.

— Não há necessidade. Uma mão lava a outra. — disse ele, acenando para nós e levando as meninas bêbadas para casa. Elas provavelmente não iriam se lembrar que o caçador de bondade se mostrou, mas eu o faria.
— Todo mundo pronto para entrar? — Eu realmente queria ficar longe do cheiro vômito, e meus dentes estavam começando a bater.
— O que se passa com as meninas em não ter casacos? — disse Joe.
— Bem, eu não planejei este momento aleatório de bom samaritano no navio.
— Você nunca faz. — disse ele, caminhando para a porta.

Nós vimos um segurança diferente desta vez, mas ele também conhecia Joe. Ele era certamente um colega popular. Minha identidade falsa foi mal examinada antes de me deixarem entrar.

— Uma menina, três homens. Droga. — ele disse.
— Estes são os meus brinquedos. — eu disse, sentindo-me enegrecida. Deus, eu nem tinha bebido ainda.
— Precisa de mais um?
— Talvez. Vou deixar você saber. — eu disse com uma piscadela quando eu escorreguei tomando distância.
— Tem certeza de que não está bêbada já? — Joe disse, com o rosto um pouco atordoado pelo meu atrevimento.
— Bêbado uma vez na vida, Joe. Bêbado uma vez na vida.


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Eai?? >.< 
Bom, vou postar esse e mais um hoje !!!
O tão esperado beijo Jemi sairá hoje ... para nossa alegria hehe'
Então comentem!

Bjs, Até daqui a pouco >.<

COMENTEM!!!


Meu Erro Favorito - Capitulo 28 (Maratona 6/6)





Ficou claro dentro de três segundos que ele tinha tocado esta canção mais do que algumas vezes.
Sua voz áspera normalmente misturada com a de Harper, da forma mais adorável. Ele conhecia todas as palavras. Eu cantarolava junto, batendo o pé.
Ele terminou a canção e Harper aplaudiu.

— Podemos cantar Love Story?
— Claro, Seven. Por que você não pergunta a Demi se ela não quer cantar com a gente?
— Você pode cantar, por favor? — Sua voz pequena, combinada com as mãos entrelaçadas era irresistível.
Esta criança era a chave para a paz mundial. Tudo o que ela tinha que fazer era bater as pestanas e sorrir com covinhas que os líderes mundiais estariam caindo sobre seus pés para assinar um tratado de paz.

— Claro. — Joe começou a música, e eu estava um pouco nervosa sobre cantar em público, mas este não era realmente um público.

Eu comecei, minha voz misturando-se com os outros dois. Minha voz era um pouco profunda demais para ser como a de Taylor Swift, mas eu amo cantar suas canções. Eu odiava o fato de que Joe sabia que eu cantava no chuveiro. Eu provavelmente deveria colocar um basta sobre isso.
Nick recebeu uma ligação em seu telefone celular no meio da música, e desculpou-se.
Joe terminou a música, e as nossas vozes desapareceram.

— Você tem uma voz bonita. — disse Harper.
— Obrigada, Harper. — Ela estava apenas sendo doce.
— Você quer ver as macieiras?
— Me mostre o caminho. — eu disse, me colocando sob meus pés.
Ugh, eu tinha comido muito.
Ela decolou pela pequena rampa que era anexada ao alpendre quando Joe e eu a seguimos.
— Mark não gostaria de se juntar a nós?
— Ele tinha outras coisas para fazer.
— Ele não é um homem popular, não é?
Joe riu.
— Não.
— Então por que todo esse segredo? A menos que você esteja fazendo algo ilegal?
Harper estava cantando enquanto ela andava junto à nossa frente.
— É apenas um negócio pessoal. Mais uma vez, eu lhe pergunto: Por que você se importa?

Eu pressionei meus lábios e caminhei à frente dele, fazendo meu caminho por entre as árvores perfumadas.
Joe estava me observando. Eu sempre sabia quando ele estava me observando. Como se ele estivesse chamando meu nome dentro da minha cabeça.

— Esta é a minha favorita. — Harper chamou duas linhas à frente. As árvores todas tinham pouco de maçãs verdes sobre elas. — Eu a chamo de Monty.
— Harper nomeia todas as árvores. — disse Joe com uma cara séria. — Essa é Walter, e essa é Shirley e essa é Cinderela... — Ele continuou, nomeando pelo menos dez árvores.
— Você tem seus nomes em seu telefone? — Eu disse sem pensar.
— O que?
— Nada.
Ele balançou a cabeça e me virou de modo que não estávamos encarando a Harper, que estava conversando com Monty, a árvore.

— A única maneira de você saber quais números eu tenho em meu telefone seria se você tivesse olhado no meu telefone, o que seria uma invasão da minha privacidade.
— Oh , como ir na minha bolsa e encontrar minhas chaves, não é? Como pegar meu e-reader, não é? Como tentar apanhar-me nua, não é? Seu imundo hipócrita. — eu assobiei para ele, olhando para me certificar de que Harper ainda estava conversando com a árvore.
— Não toque no meu telefone. — disse ele, caminhando para perto de mim.
— Não toque em minha bunda, então.
— O problema com isso, Missy, é que você quer que eu toque a sua bunda. Se Harper não estivesse aqui agora, você gostaria de ser empurrada contra uma dessas árvores com as folhas em seu cabelo e minhas mãos em cima de você. Eu não quero que você toque no meu telefone.
— Você é um idiota.
— Cuidado com a língua na frente de Harper. Ela se impressiona muito fácil. — Ele se afastou e se agachou ao lado da cadeira de Harper.

Normalmente, Joe era um idiota, mas um idiota bonzinho, se houvesse tal coisa. Mas parecia que algo tinha ligado um interruptor. Joe nunca tinha sido mau para mim antes. Não gosto disso. Eu tive a nítida sensação de que tinha algo a ver com o Mark e o encontro misterioso.

— Você vai voltar e me ajudar a escolhê-los? — Harper disse depois que ela me apresentou a várias árvores.
— Claro que eu vou. — eu disse, inclinando-me ao lado de sua cadeira. Ela estendeu os braços para um abraço, e eu dei-lhe um.
— Você promete?
— Juro de mindinho.

****

Enquanto Joe e Nick trabalhavam no trator - eu duvidava muito da existência do referido trator - e Selena jogava com Harper, Hope e eu tivemos uma pequena conversa. Eu tinha ouvido falar de Selena que ela já teve o interrogatório de Hope naquela manhã e que não era tão ruim assim.

— Você é uma garota tão bonita. O que você está fazendo com um garoto como Joe?
Eu quase engasguei com meu terceiro copo de chá gelado. Esse negócio era bom.
— Eu honestamente não sei.
Ela me deu uma olhada.
— Ele pode ser um menino doce quando ele quer, mas às vezes eu me preocupo com ele. Eu não quero nem saber o que ele tem a fazer.
Nada de bom, era o que tinha a fazer. Montes e montes de nada bom. Mordi a minha língua.
— Ele tem aquele charme de menino ruim sobre ele, porém... — ela disse com um sorriso. Droga, a mulher poderia ganhar o concurso mundial do sorriso. — John era assim também." Problema" estava escrito em toda parte sobre ele.

Selena e Harper estavam jogando Go Fish e pelo que eu podia dizer, Harper iria chutar a bunda dela.

— Eu não estava muito feliz quando ele começou a tatuar o seu corpo, eu vou te dizer isso. Se a sua mãe, que Deus tenha a sua alma, soubesse disso, ela teria tido um ataque.

Eu realmente, realmente queria perguntar sobre a sua mãe, mas não queria parecer que eu estava tentando bisbilhotar.
Eu também não ia dizer a ela que eu achava as suas tatuagens muito além de sexys.

— Enquanto ele não tiver uma moto, acho que meu coração vai ser capaz de suportar. Agradeço às estrelas que Nick nunca entrou para esse tipo de coisa. Eu teria arrancado sua pele fora. — Eu ri.
— Você tem uma grande sorriso. Alguém já lhe disse isso?
— Joe. — eu disse sem pensar.
— Ele faria. — Ela virou-se para assistir Harper e olhou para mim.
Ela realmente olhou. Como se estivesse tentando ver no fundo da minha alma. Eu tentei não vacilar enquanto ela terminava o seu exame.

— Eu penso em Joe como o meu filho, e como sua mãe é o meu trabalho examinar quaisquer fêmeas potenciais em quem ele pode estar interessado e isto não é nada pessoal, é o meu trabalho.

— E? — eu perguntei hesitante. Esta mulher tinha claramente um conjunto de presas por trás dessas pérolas brancas. Eu observei.
— Eu não quero que ele te machuque. Eu não quero que você o machuque.
— Eu tão pouco. Nós não estamos envolvidos... Assim, de qualquer maneira. — Eu não sabia que caminho nós estávamos tomando. Eu tinha certeza que não havia uma definição para isso ainda.
Hope me deu, outra vez, mais um dos olhares de laser. Era pior do que a segurança do aeroporto.
— Ainda. Você não está envolvida ainda, mas querida, eu nunca vi esse menino tão fixado em alguém como ele é com você. Você teria que ser cega para não ver.
Sim, sim. Eu lutei contra a vontade de revirar os olhos. Ela não entendeu o quão complicado isso era.
— O amor é simples. Você cai e é isso. Você vai trabalhar em colocar as outras coisas para fora. Você só tem que deixar-se cair e ter fé de que alguém vai estar lá para pegar você.
Eu não queria fazer nenhuma queda. Cair geralmente levava a conhecer uma superfície dura de uma forma desagradável.
— Tudo bem, isso é o suficiente do terceiro grau. Agora diga-me um pouco mais sobre si mesma. Esse tópico está pairando sobre você.

Eu não lhe disse que Joe escolheu cair fora.
Continuamos a nossa conversa, mas eu poderia dizer que ela ainda estava me observando.

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Hope ta sacando hahaha" 
Bom meninas, amanhã eu continuo okay >.<

Pegação ta demorando, mas na hora que começa .. só deus na causa, então... aguardem. hehe' deve sair em 1 ou 2 capítulos, portanto, amanhã sai o beijo tão esperado >.<

bjsss 

GO GO GO! 
COMENTEM!


Meu Erro Favorito - Capitulo 27 (Maratona 5/6)





Eu tinha uma coisa a dizer para Hope Mason.
Ela tinha muito bom senso de decoração. A casa era absolutamente exuberante e tudo parecia se encaixar, mesmo que não parecesse que ficariam bem juntos. Foram toques sutis que eu notei. Coisas que pareciam que poderiam ter vindo do quintal de vendas, como um cavalo de balanço de madeira e latas de prata velhas e frascos de perfume de vidro.

Havia também acomodações para Harper em todos os lugares, de rampas, ao elevador, ou uma bacia especial em seu banheiro. Havia também coisas estranhas penduradas no teto de seu quarto.

— Então, ela pode sentar-se e se levantar de sua cadeira, sem ajuda. — disse Joe. — Quando ela ficar mais velha, vai ter mais coisas que ela possa fazer, mas como ela ainda é tão pequena, fica mais fácil carregá-la.

Eu não poderia imaginar. Harper não parecia incomodada com isso em nada. Ela manobrava sua cadeira como se ela tivesse nascido com um joystick na mão.
Quando a gente chegou de volta do tour massivo, Mark estava aparentemente desaparecido, já que havia um carro a menos na calçada quando eu peguei um vislumbre de uma imagem da janela enorme na sala.
Eu não estava mais perto de resolver o mistério Mark.
Harper insistiu em sentar-se ao meu lado na hora do almoço, e eu tinha Joe no meu outro lado.
Todos atacaram o frango, enquanto eu devorava um abacate, mussarela, espinafre e a salada de tomate.

— Isso está incrível, muito obrigada. — eu disse, dando outra garfada. Eu tive um momento de pânico quando ela nos chamou para o almoço, prevendo garfos múltiplos, e eu escolhendo o talher errado.

Felizmente, era um bom dia para que comêssemos na varanda de trás, que era muito mais parecida com um terraço que dava para as macieiras. O cheiro das folhas doces tomou conta de mim e me fez pensar no outono e tortas e passeios de carruagem e em escultura de abóboras. Eu amava o outono.

— Lembre-me de lhe dar a receita desse molho. — disse Hope, voltando minha atenção para o momento presente.
— Eu irei.
— Mamãe, eu posso ter um pouco mais de melancia, por favor? — Harper perguntou.
— Sim, Harper, você pode. Obrigada por perguntar tão educadamente.
— Você quer um pouco, Selly? — Nick disse.
— Claro, obrigada. — Selena parecia estar tão nervosa quanto eu estava.
Ela já deixou cair o garfo duas vezes e tinha derrubado o copo de água.
— Então, Demi, Joe nos disse que você está estudando estudos de mulheres. Isso deve ser interessante. — ela disse, servindo alguns cubos de melancia no prato de Harper.
— Eu quero trabalhar em um centro de crises ou em algum lugar que ajuda as mulheres a se recuperar de traumas. — disse, perguntando se era TMI (Instituto para Mulheres com Traumas).
Eu não queria parecer como a garota danificada, mas isso não era difícil.
— Isso é muito admirável. O que fez você escolher isso como uma carreira? — Já tinham me feito essa pergunta um milhão de vezes, então eu tinha uma resposta.
— Eu quero ajudar as pessoas, e isso parecia ser uma boa maneira de fazê-lo.
— Bem, não é você apenas a mais doce? Estou feliz que você a trouxe, Joe. Ela é muito melhor do que a outra. Qual era o nome dela?
— Chastity. — disse ele, sem olhar para mim.
Lembrei-me de ver seu nome em seu telefone.
— O que é um nome horrível. Tem sido minha experiência que ao nomear uma garota assim, é mais provável que ela abrace a virtude oposta. — disse Hope, dando-me um olhar compreensivo. Eu também tive essa experiência com uma garota chamada Chastity, que de caridade não tinha nada.

Eu estava na posição perfeita para chutar Joe debaixo da mesa, então eu o fiz. Quem era a Chastity? Eu não sabia quase nada sobre seu histórico de namoros, exceto que ele era longo e que havia um monte de nomes em um livrinho preto. Para ser totalmente honesta, eu realmente não queria saber muito. Ignorância era a minha felicidade nesta situação.

Hope trouxe morangos, e todos nós enfiamos a cara. A conversa embalou enquanto nós mastigávamos. O sol estava alto no céu, e foi se transformando em um ambiente aconchegante, um sábado preguiçoso.

— Então, Nick, eu estava pensando que você e Joe poderiam me dar uma mão com o trator depois que terminarmos aqui.
— Desculpe, papai, mas nós estamos indo cantar. — disse Harper enquanto Hope limpava o chantilly de seu rosto.
— Sim, Anjo, vamos fazer isso primeiro.
— Tudo bem. — disse Harper, balançando a cabeça.

Terminamos o almoço, e Joe pegou o seu violão. Selena e Nick foram ajudar Hope com os pratos, e eu me ofereci, mas Hope se recusou, então Nick e Joe e eu nos sentamos com Harper.
— Nossa Canção. — Harper cantou.

Oh não havia nenhuma maneira de que eu realmente conhecesse Joe. Ele pareceu ler minha mente quando ele me deu uma piscadela e começou a música, sem mais delongas.


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Tem coisinha mais fofinha que a Harper ??? eu acho que não hein!
<3 linda!

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29/07/2014

Meu Erro Favorito - Capitulo 26 (Maratona 4/6)






Eu fiz o mais difícil, correr na ponta dos pés até voltar para o lavabo, e fechar a porta, respirando pesadamente. Virei a água, mas fiquei ao lado da porta, à espera de ouvir os passos de Joe. Eles não vieram, e eu tinha que voltar para a sala ou então Hope pensaria que eu tinha caído lá dentro, eu lavei as minhas mãos apenas por garantia e saí do lavabo, que foi ironicamente decorado com um pulverizador azul.
Minha mente estava cambaleando com o que eu tinha ouvido entre Joe e Mark. O que não era uma boa idéia? O que Joe não queria?

— Vê? Eu disse que ela ia voltar. — disse Hope, quando eu caminhava de volta na sala.
— Onde você acha que eu iria? — Eu não podia esperar para ouvir a resposta.
— Eu não sei.
— Talvez mais tarde você possa mostrar as maçãs à Demi?
— Você quer ver a minha árvore de maçãs?
— Absolutamente.

Eu peguei Hope dando-me um olhar estranho. Eu devo ter tido uma expressão não muito natural no meu rosto, então eu fiz o meu melhor para tentar parecer normal novamente.
Ouvi vozes lá de cima, e depois Nick e Selena vieram na esquina com um homem que devia ter sido o segundo John Mason. Ele parecia apenas como eu pensei que ele fosse parecer: cabelo escuro, alto, moreno, óculos com aros de bronze, e uma camisa sensível e gravata. Eu me senti como se eu estivesse usando um vestido de hospital em relação a essas pessoas. Exceto por Harper. Ela tinha uma t-shirt que dizia princesa em glitter. Nós éramos almas gêmeas.

Eu ia bater em Joe quando eu tivesse a chance, eu não estava preparada para isso. Além disso, eu estava indo questioná-lo para ele me dizer sobre o que Mark e ele estavam escondendo de mim.
Se fosse de algum consolo, Selena também estava parecendo uma pequena estrela abatida.
Hope se levantou para me apresentar.
— John, esta é Demi. Ela decidiu vir e nos fazer uma visita. Não é legal? — Ela poderia fazer um som agradável com aquela voz. As sobrancelhas do Sr. Mason se ergueram quando ela disse meu nome. Era oficial. Eu estava envergonhada.
— Oh, sim, Demi. Que bom finalmente conhecê-la. — disse ele, estendendo a mão, quando Joe voltou para a sala. Por um momento, vi uma expressão de raiva no seu rosto, mas ele jogou-a fora e ligou o charme. Como ele fez isso? Eu ainda estava pirando.
Onde estava o Mark?

Eu queria tropeçar nele, mas isso teria sido óbvio. Ele provavelmente apenas se esquivaria e faria outro comentário, e em seguida, onde eu estaria? Além disso, eu não poderia fazer isso na frente de Harper. Eu tinha que dar um bom exemplo, então eu apertei a mão do Sr. Mason e disse que tinha prazer em conhecê-lo.
— Bem, eu deveria voltar para a cozinha. Essa salada de frango não vai ficar pronta sozinha. Você vai ficar para o almoço, não vai, Demi? — Hope disse.
— Hope. — Joe disse, como se lembrando-a de algo.
— Oh! Claro. Eu vou fazer para você a sua salada. Joe me disse que você não come carne, e isso escorregou da minha mente.
— Isso é bom, você não tem que fazer uma grande produção. Eu não quero ser um incômodo.
Ela acenou com o pano de prato para mim quando ela saiu da sala.
— Não se importe; não é um incômodo. Não é de admirar que você mantenha essa forma bonita. Eu deveria tentar isso. — Como se ela precisasse.
Deus, se a maioria das mulheres se parecesse com ela, elas estariam andando nuas.

— Então, o que fez você decidir vir nos ver, Demi? — John perguntou.
— Meu carro não estava ligando. — disse Joe por mim.
— Outra vez? — Nick disse, puxando Selena para sentar no sofá.

Ele definitivamente não se encaixa neste ambiente primitivo. Seus jeans estavam rasgados e sua camisa fubenta por causa de mais do que algumas lavagens. Eu me perguntava o que Hope pensava disso.

— Eu continuo dizendo para você se livrar dessa coisa. Eu lhe disse que Bob Karrigan tem um Audi usado, ele não o dirige, mas ele ficaria feliz em deixar você tê-lo por um bom par de mil.
Joe balançou a cabeça.
— Está tudo bem. Eu irei dar um jeito. — Joe disse.
— Papai, papai! Demi disse que ela iria cantar comigo. — disse Harper, usando o joystick em sua cadeira de rodas para se aproximar de mim.
— Sim, Anjo. Você deve dizer com licença, quando outras pessoas estão tendo uma conversa, se você for dizer alguma coisa.
Ela pensou por um segundo.
— Tudo bem. Desculpe-me, papai. Demi disse que ela iria cantar comigo.
Eu peguei o olhar de Selena, e nós tivemos que pressionar nossos lábios para não começar a rir.
— Isso é ótimo. Você perguntou a ela gentilmente?
— Sim.
— Boa menina.
— Toca aqui, Harp. — Nick disse, estendendo a mão para a criança bater.

Ela cambaleou para trás e bateu tão forte quanto podia, e ele fingiu que recuou em agonia, rolando no sofá. Sua risada encheu a sala como bolhas, e todos nós nos divertimos. Agradeço a Deus por Harper, porque caso contrário, isso poderia ter sido uma situação muito desconfortável.

— Joe, por que você não dá um passeio com Demi pela casa? — Disse John.
Provavelmente levaria alguns anos, pelo menos.
— Claro. — disse Joe. — Quer vir, Seven?
— Eu posso? — Harper olhou para o pai com olhos grandes e suplicantes.
— Por que nós não deixamos Demi e Joe fazerem o passeio e então você pode mostrar-lhe o seu quarto?
— Ok. — Harper disse, claramente chateada.
— Estaremos de volta em breve. — eu disse.
— Promete?
— Juro de mindinho. — eu disse, segurando o meu mindinho para fora.
Nós os cruzamos, e ela sorriu de novo.
— Joe. — disse John.
Joe balançou a cabeça em compreensão. Espere, o que foi?
— Vamos ? — Joe disse, segurando o braço para que eu fosse primeiro, curvando-se ligeiramente.

Eu dei um breve agitar para Harper pouco antes de dobrar a esquina e paramos em um longo corredor com um conjunto de escadas gloriosas. Olhei para a porta do escritório, esperando que Mark fosse sair, mas nada aconteceu.
— Eu vou rasgar seus braços fora e depois estrangulá-lo com eles. — Eu assobiei para Joe quando eu tive certeza de que estávamos longe de sermos ouvidos.
— Então, esse é o corredor. — Joe disse, ignorando-me. — Elevador, se você precisar dele.
— Você não está me ouvindo. Como você pôde não me contar? — Ele começou a caminhar pelo corredor.
— Há uma sala de música voltando por aqui.
Eu puxei seu braço para fazê-lo parar.
— Como você pôde não me contar?

Ele ainda não olhou para mim. Eu subi e agarrei o seu queixo, virando o rosto teimoso para que eu pudesse encontrar os seus olhos.

— Vamos lá. — disse ele.
— Não, eu quero falar sobre isso.
— Nós vamos, só que não aqui.

Ele pegou a minha mão e me puxou para trás até as escadas. Eu peguei muito das pinturas extravagantes e móveis que não foram comprados na Ikea. Descendo, fomos para outra sala, e ele me puxou para um quarto, fechando a porta rapidamente.
— Este é o meu quarto. — disse ele.

Eu estava momentaneamente distraída para gritar com ele. Ele parecia muito com o nosso quarto na escola, apenas 12 vezes maior no tamanho. Limpo e arrumado e com cores escuras. Listras, preto, azul. Havia alguns cartazes de bandas, incluindo The Goo Goo Dolls e Matchbox 20.

— Eu não disse a você porque eu te conheço e eu sabia que você ia pirar.
— Então, jogar isso em mim foi uma idéia melhor? — Eu esperava que eu não fosse ficar tão louca a ponto de dizer que eu tinha espionado ele.
— Parecia-me no momento. — disse ele, puxando uma cadeira atrás de uma mesa enorme. Parecia algo que um escritor velho e rabugento usaria para compor obras-primas em sua máquina de escrever. — Agora eu não tenho tanta certeza. Você está pirando de qualquer maneira.

Eu joguei as minhas mãos em frustração.

— De que outra forma eu deveria reagir? Não é justo que você apareça com isso. — eu disse, apontando para a situação geral da casa ser uma enorme merda — É que eu sinto que eu não o conheço. Há toda esta parte enorme de sua vida e eu não tinha idéia. E você vai se encontrar com um cara chamado Mark sobre alguma coisa misteriosa, e se eu não te conhecesse, eu diria que você estava envolvido com a máfia.
— Por que você se importa? — Essa era a pergunta de um milhão de dólares.
 Por que isso me incomodava tanto?
— Porque você é meu companheiro de quarto. — eu disse, me debatendo.
— Isso não é razão suficiente. Você não teria um chilique se você descobrisse que Selena ou Miley vivessem aqui ou se tivessem reuniões secretas com um cara chamado Mark. Então, por que eu?
— Porque sim.
— Isso não é uma razão. — Ele se levantou de sua cadeira e parou bem na minha frente, nossos peitos apenas a centímetros de distância. Ele inclinou a cabeça para olhar nos meus olhos.
— Eu acho que é porque você gosta de mim. Por mais que você prefira sufocar até a morte do que admitir isso. E você quer saber coisas sobre as pessoas que você gosta. Você quer saber o que eles fazem quando ninguém está olhando, qual filme faz sentir melhor quando estão doentes, o que eles realmente querem ser quando crescerem. Estou certo?

Ele estava tão perto, cada vez que eu respirava , eu podia sentir o cheiro dele. Você acha que depois de compartilhar um quarto com ele por várias semanas, eu não seria abalada pelo cheiro dele, mas parecia que ele tinha vindo ainda mais potente. Eu tive que fechar meus olhos por um momento para ganhar um pouco de compostura.

— Não, Joe. Eu não gosto de você.
— Ótimo. Eu não gosto de você também.

Respiramos em uníssono por um momento, e naquele momento, o mundo parou e nós eramos as duas únicas pessoas. Abri os olhos e deixei-me ficar perdida em seus olhos azuis. Na maioria das vezes eu os evitava. Eles eram hipnóticos, e eu não gostava de ser pega os olhando.

— Eu. Não. Gosto. de. Você. — ele disse, trazendo o seu rosto uma fração mais próxima com cada palavra. Eu não podia falar ou respirar, nem pensar.

Nossos lábios estavam tão perto que eu podia sentir o quão quentes eles eram. Ele exalou uma vez e se afastou. Era como se alguém tivesse passado uma faixa de borracha no meu cérebro. Ele se afastou de mim.

— Eu não gosto de você. — disse ele novamente.
Eu não tinha certeza se ele estava tentando convencer a mim ou a si mesmo.
— Você já disse isso. — eu finalmente fui capaz de dizer.
— Bem, é verdade.
— Eu sei.
— Então, vamos ver o resto da casa.
— Tudo bem. — Eu roboticamente o segui para fora de seu quarto.

Eu não gosto de você.
Eu não gosto de você.
Eu não gosto de você.

Bem, eu não gostava dele também.
Não havia uma palavra para o que eu sentia por Joe.

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Mais uma briguinha inútil ........... hehehe' 
Mas vamos ver o que acontece, certo? 

Jemi... ta próximo gente ... kkkkkkk não será no próximo capítulo, mas ta chegando ^^

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Meu Erro Favorito - Capitulo 25 (Maratona 3/6)






A casa era ainda maior do que eu tinha imaginado, quando eu saí do carro e parei de frente a ela.

— Bem, eu presumi, já que você dirige um carro de baixa qualidade e não podia encontrar uma moradia que não fosse modesta. — eu disse.
— Nunca presuma, Missy. Nunca presuma. — ele disse, caminhando em direção à casa, balançando o estojo do violão.
Meus pés pareciam estar colados ao chão. Eu fui tomada por uma sensação difícil de respirar, um sentimento de não-conseguir-pensar direito. Eu estava em pânico.

— Eu amo quando você pode me dar um soco na cara e não bater um cílio, mas uma casa grande faz você querer fugir. Ela não pode te machucar, você sabe? — Ele acenou com a cabeça em direção à porta da frente. — Vamos.
De alguma forma, meus pés se descolaram da entrada de automóveis, e eu andei para frente.

— Jesus, pessoas pensariam que estávamos levando você para a guilhotina.
— Me morda. — eu atirei enquanto estávamos na porta da frente.

Ela tinha um fascinante vidro ao seu redor, e eu definitivamente podia ver um lustre. Uma porra de um lustre. Onde havia um lustre, havia um hall de entrada, e uma cova, e escadas em espiral, e tendo seus sapatos, e outras coisas extravagantes. Não que eu não gostasse de coisas extravagantes, eu apenas realmente não pertencia a uma casa cheia delas.
Joe acabou de abrir a porta, chamando enquanto atravessávamos.

— Alguém em casa?
— Joe? É você? — Gritou uma voz feminina que eu pensei que pertencia à Hope.
Ela tinha um sotaque forte do sul.
— Sim, eu estou aqui. Eu trouxe uma convidada.
— É Dami?
O quê?
Eu olhei para Joe.
— Eu posso ter mencionado o seu nome. Uma ou duas vezes.

Enquanto eu tentava manter-me esticando o pescoço para conferir o lustre com mais detalhes, uma mulher alta e loira veio virando a esquina, enxugando as mãos num pano de prato e com radiantes dentes brancos perfeitos. Era daí que ele os tinha. Ela deu um abraço em Joe, beijando-o no rosto antes de voltar a sua atenção para mim.

— Oh meu Deus, você é tão bonita quanto uma pintura.

Seu sotaque sulista só contribuiu para o fator de intimidação. Sem falar que ela estava de salto, como se ela tivesse nascido com eles, e seu cabelo e maquiagem pareciam como se tivesse sido feitos por uma equipe de profissionais. Ela era a imagem depois, do antes e depois.
— Eu sou a Hope. Eu ouvi muito sobre você.

Ela veio para mim com um abraço que eu não tinha escolha a não ser retribuir. Joe não deve ter dito a ela que eu não era uma pessoa toda de abraços. Ou talvez ela não se importava.

— É bom conhecer você, Sra. Mason.
— Venha agora, Joe não lhe disse para me chamar de Hope?
— Ele disse. Eu só... Eu não sei. — eu gaguejei.
Graça não era o meu nome do meio. Além disso, eu senti o impulso irresistível de chamá-la de senhora.
— Demi está um pouco intimidada pela casa. — disse Joe, e eu tentei dar-lhe um beliscão, mas ele desviou do caminho e me bloqueou com seu violão.
Muito obrigada, cara.
— Oh, não se preocupe com isso. Você irá se acostumar. — disse Hope.

Imaginei que eu não tinha que tirar os sapatos, já que ela estava usando os dela, mas o piso era tão brilhante que eu estava com medo de colocar meus pés indignos sobre eles.

— Joe? — A voz de uma menina chamou.
— Ei, Seven! — A face de Joe se iluminou quando uma menina de cabelos vermelhos em uma cadeira de rodas motorizada veio pelo corredor.
A cadeira era rosa e tinha adesivos brilhantes em toda a parte.
Legal.
— Seven, esta é minha amiga, Demi. — Seus olhos ficaram enormes quando ouviu o meu nome.
— Seu nome é Demi? Esse é o meu nome favorito em todo o mundo.
— Obrigada. — eu disse, assustada com tanta sinceridade dela e seus grandes olhos verdes-ouro. Ela me lembrou de Anne de Anne of Green Gables. Eu sempre quis cabelo vermelho.
— A cantora favorita de Harper é a Taylor Swift. — Uma menina, depois do meu próprio coração.
— Eu estou indo ver o seu show em breve. — disse ela.
— Você vai? Estou com tanta inveja. — eu disse.
Joe me deu uma olhada.
Sério, eu estava. Eu simplesmente nunca encontrei ninguém que fosse comigo.
— Talvez se você for realmente boazinha, Demi irá cantar com a gente. — disse Hunter, dando uma piscadela a Harper. Ela riu e ele colocou seu violão no chão para dar-lhe um abraço e um beijo na testa, agachando-se para ele ficar em seu nível.
— Você iria? — Sua voz pequena era tão bonita, como eu poderia dizer não para ela?
Deus, ela faria Hitler derreter.

— É claro. Eu não sou uma cantora muito boa, mas vou tentar.
— Não dê ouvidos a ela. Ela tem uma voz linda. — Como diabos ele sabe?
— Mark está esperando por você no escritório. — Hope disse à Joe.
— Certo.

Gostaria de saber onde era o escritório. Talvez eu pudesse me desculpar de alguma forma para ir ao banheiro e de alguma forma encontrar-me lá.

— Por que nós não vamos nos sentar? — Hope disse, levando-nos para o que devia ser a sala de estar. Ela tinha sofás de couro, flores em vasos pintados e tinha uma sensação brilhante, alegre.
— Eu ouvi você no chuveiro. — Joe sussurrou em meu ouvido enquanto caminhava ao meu lado. Sua mão roçou minhas costas, e eu experimentei uma sensação má de arrepios. — Se você quiser fazer um dueto, você sabe onde me encontrar.

Eu queria explodir com indignação, mas o pensamento de Joe, no chuveiro... Tire sua mente fora da sarjeta, Taylor. Você vai se encontrar com sua família, por amor de Jesus Cristo.

— Eu já volto. — disse Joe, piscando para mim antes de sair da sala.
— Posso arranjar-lhe alguma coisa? Que tal um chá gelado? — Hope disse quando nos sentamos, e Harper estacionou a cadeira de rodas.
Hope se sentou em uma cadeira com estampas florais. Não, ela não se sentou. Ela flutuava para baixo até que estivesse sentada. Isso era algo que eles ensinavam no sul? Se é assim, eu poderia ter aulas?
— Isso seria ótimo, obrigada.

Ela saiu e estava só eu e Harper. Eu não era muito boa com conhecer novas pessoas, mas ela se saía bem fazendo com que eu me sentisse à vontade, mesmo que fôssemos as únicas duas pessoas na sala.

— Você quer ouvir um segredo? — Ela sussurrou um pouco alto depois que ela olhou em volta para ter certeza de que estávamos absolutamente sozinhas.
— Eu adoraria ouvir um segredo. — eu sussurrei de volta, colocando a mão sobre a orelha.
Ela riu e fez o mesmo.
— Joe gosta de você. — Aw. Ela era adorável.
— Ele gosta? — Eu disse, falando longamente.
— Muito. Muito.
— Como Eric ama Ariel? — Não havia dúvida, ela era uma menina da Disney.
Havia mais do que uma Pequena Sereia em sua cadeira.
— Uh huh.
— Uau.

Gostaria de saber quanto tempo eu poderia esperar antes que eu pudesse de alguma forma escapar e descobrir o que Joe estava fazendo.
Hope voltou com uma bandeja de copos suados, preenchida com limões cortados empoleirados ao lado.

— Mamãe, Demi gosta de A Pequena Sereia. — disse Harper quando sua mãe lhe entregou um copo e um guardanapo.
— Ela gosta? Bem, quem imaginou. — Hope me deu uma piscada quando ela me entregou um copo.
Tomei um gole para não rir. Delicioso. Porra, essa mulher deveria ter seu próprio show de estilo de vida. Eu brincava com o guardanapo e abaixava o meu copo.
— Hum, onde é o banheiro?
— Ah, claro. É ao fundo do corredor, à esquerda. Há uma placa na porta que diz lavabo.
— Obrigada. — eu disse, fugindo da sala quando Harper deixou cair o copo e o líquido marrom se espalhou por toda parte.
— Oh, Harper. — Hope disse com um suspiro.

Encontrei o lavabo, mas continuei. Porcaria, esta casa era grande. Eu ia na ponta dos pés pelo corredor, e abaixando-me para o que acabou por ser um armário quando ouvi vozes acima. Eu ouvi Selena rir. Nick devia estar dando-lhe um tour pela casa ou algo assim. Saí do meu esconderijo e voltei à minha busca, caminhando lentamente e silenciosamente. Fiz uma pausa em cada porta, ouvindo para ver se alguém estava lá dentro. Finalmente, cheguei à última porta à direita. Este tinha que ser ele. Parei de fora. Bingo.

— Eu só não acho que é uma boa idéia. — disse uma voz que deveria pertencer a Mark.
— Achei que você não acharia. Mas não seria realmente você se não achasse, não é?
— Joe, eu te conheço toda a sua vida. É hora de você crescer e assumir a responsabilidade por sua vida. Para isso.
— Eu. Não. Quero. Isso.

Eu ouvi uma cadeira ir para trás. Merda.


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E ai... quem é esse Mark? o que ele é do Joe? ... x.x
hehehe' num sei se vão descobrir agora, mas ... bom, observem! 


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Meu Erro Favorito - Capitulo 24 (Maratona 2/6)








Eu estava sendo interrompida da minha manhã de sábado solitária assistindo desenhos animados por Joe observando da porta aberta, olhando frenético e carregando seu violão.
Essa era a primeira vez.

— Pode me emprestar o seu carro?
— O que há de errado com o seu? — Era cedo, e eu não tinha tomado o meu café ainda. Eu estava pensando em vegetar por algumas horas, já que eu tinha o lugar para mim. Miley tinha ido para casa para passar o fim de semana, e Selena e Joe deveriam estar visitando os Masons.
Ou assim eu pensei.
— Não está ligando e eu tenho que chegar em casa. Posso pegar suas chaves, por favor? — disse ele, estendendo a sua mão como se eu estivesse indo passar as chaves para ele, sem fazer perguntas.

Ah, não. Não havia nenhuma maneira de eu deixar esse cara dirigir Sassy, meu Charger vermelho.
De maneira nenhuma.

— Eu não vou deixar você dirigir o meu carro. — eu disse, cruzando os braços. — Ninguém dirige Sassy, só eu.
— Seu carro se chama Sassy? — ele disse, e então balançou a cabeça. — Não se preocupe, eu vou perguntar sobre isso mais tarde. Por favor, me empresta o seu carro? Eu tenho que ir ao Bar Harbor.
— Você não irá dirigir o meu carro. — Essa era uma linha que ninguém atravessava.
Nem mesmo Dallas.

Joe parecia que ia explodir e gritar. Em vez disso, ele deixou cair o estojo do violão, estendeu a mão, agarrou a minha mão e me puxou para os meus pés.

— Tudo bem, você dirige.

Eu tentei me afastar dele, mas isso foi um pouco difícil, e ele era forte e determinado e eu não estava em meu juízo perfeito ainda.

— De jeito nenhum, eu não estou levando você para Bar Harbor.
— Então eu estou levando o seu carro. A escolha é sua, Missy. Ou me leva, ou eu pego o seu carro.
— Você não vai roubar o meu carro. — eu disse.
— Missy, posso fazer ligação direta se eu precisar.
— Você está blefando.
— Quer testar?

Nós olhamos um para o outro, sem pretensão de piscar. Finalmente, eu percebi que eu seria uma cadela horrível se eu dissesse que não. Não era como se ele estivesse me pedindo para dirigir para ele até um bar para ficar bêbado.

— Tudo bem. Deixe eu me vestir.
— Apresse-se, nós temos que ir. — disse ele, apontando para um relógio inexistente.
— Por que, você vai se atrasar para o seu compromisso com o Mark? — Eu disse através da porta do quarto.

Ele já estava farto das minhas idiotices por hoje pois não me seguiu. Ele devia estar mesmo com pressa, porque esta seria uma excelente oportunidade para me pegar nua. Eu me joguei através do meu armário. Porra, ele esperava que eu fosse com ele, e tipo, conhecê-lo?

— Você está já decente?
— Não me apresse. Se eu vou me encontrar com a sua família, eu tenho que parecer pelo menos apresentável.
— Você está indo se encontrar com eles, não tentando dormir com eles. Tudo o que você usar vai ficar bem. Você ficaria linda em um daqueles vestidos do hospital.
— Bem, eu gostaria de parecer comigo mesma, pelo menos estou tentando fazer um esforço. — Eu catei o meu armário, procurando a minha blusa favorita transparente azul bebê.
— Oh, pelo amor de... — Ele bateu na porta aberta.
— Juro por Deus, se eu estivesse nua, eu teria arrancado seus olhos fora de sua cabeça. — eu falei, com a minha cabeça no armário.
— Eu não duvido. Agora, o que estamos procurando?
— Top. Azul bebê. Tipo amassada nas mangas. — Por que o meu armário é estupidamente escuro? Não ocorreu a ninguém que eu poderia precisar de uma luz lá dentro.
— Como este? — Ele levantou a blusa exata, de alguma forma, extraída de minha gaveta da cômoda.
— Sim! Agora eu preciso de jeans. — eu disse, olhando para a bagunça que eu tinha feito. Eu tinha um par de jeans skinny escuros que ficaria ótimo com um par de sandálias pratas que eu tinha que estavam debaixo da minha cama.
— Aqui. — disse Joe, encontrando o jeans exato que eu estava pensando.
— Tem certeza que você não é gay? Porque você pode colocar uma roupa em conjunto.
— Você pode ficar pronta?

Joe não estava com um estado de espírito brincalhão. Se eu não soubesse melhor, eu diria que ele estava estressado. Hmm. Isso era uma emoção nova para ele. Sobre o que ele estava tão estressado, e o que é que esse cara, Mark, tem a ver com isso? Parecia que eu estava começando a descobrir.
— Ok, mantenha sua camisa. Eu estarei de volta.

Eu peguei um novo conjunto de roupas íntimas quando ele não estava olhando e saí correndo para o banheiro. Eu escovei meus dentes com uma mão e desembaracei o meu cabelo com a outra. Eu ia deixá-lo solto, mas ele estava fazendo aquele poofy estranho de um lado, então eu o girei em um coque bagunçado e ficou bem. Eu geralmente não usava muita maquiagem e hoje não parecia ser o momento de mexer com o meu rímel novo.
— Se você não estiver pronta em trinta segundos, eu irei arrombar a porta, você me chutando as bolas ou não.

Eu esperei ele contar até 10 antes de eu abrir a porta. Ele parou de contar.

— Melhor do que um vestido do hospital?
— Você poderia dizer isso. — Ele piscou mais algumas vezes e esfregou a tatuagem.
Eu tentei não sorrir de satisfação.
— Não precisamos ir? — Eu disse quando ele não se moveu.
— Certo. Aqui. — ele disse, jogando-me as minhas chaves.
— Estas estavam na minha bolsa.
— E?
— E você teria que ir até a minha bolsa para pegá-las.
— Nós estamos com pressa. — disse ele.
— Vamos discutir isso no carro. — eu disse, apontando as minhas chaves em seu rosto. — E iremos ouvir a minha música. Sem argumentos. Além disso, nós iremos parar para tomar café da manhã e você está pagando.
Seus olhos se estreitaram, mas quando eu não me movi, ele suspirou.
— Tudo bem. Vamos. — Ele pegou o seu violão, e nós estávamos saindo.
— Para que você precisa disso?
— Harper. — ele disse, como se isso explicasse tudo.

Ele ainda estava mal-humorado então eu não empurrei mais o problema.
Nós andamos para o estacionamento dos estudantes, e me levou um segundo para me lembrar onde estacionei a Sassy.

— Sassy, este é Joe, Joe, Sassy. — eu disse, apontando do menino para o carro e voltando.
— Eu deveria sacudir a calota?
— Não zombe do meu amor pelo meu carro. Posso deixá-lo ao lado da estrada, Sr. Jonas.
— Sim, Srta. Lovato. — disse ele, abrindo a porta para mim.
— Obrigado.

Eu entrei e peguei o meu CD de Florence and The Machine enquanto ele arrumava o seu violão no banco traseiro. Se ele fizesse algum aranhão no meu carro, ele seria derrubado.

— Deus nos ajude. — Joe murmurou quando ele ouviu a música.
— O que foi?
— Eu amo essa música. — disse ele, batendo na cabeça e tocando a mão em seu joelho.
Um, dois, três, quatro, cinco. Pausa. Um, dois, três, quatro, cinco. Pausa.
— Você é tão cheio de merda. — Eu liguei o rádio mais alto e bocejei.

Paramos em um estabelecimento comercial, e fiz Joe me trazer um chá gelado e queijo dinamarquês. Ele veio com café preto e um pãozinho, e parecia estar bem com as minhas seleções musicais. Eu tinha ligado na estação da Perry Band, e eu até o peguei cantarolando.

— Então, onde é que a sua família vive? — Eu disse.
— Bar Harbor.
— Sim, eu peguei essa parte quando você disse que nós íamos ao Bar Harbor. Pode ser um pouco mais específico?
— Eu vou deixar você saber quando chegar lá. Você já esteve lá antes, certo?
— Claro. — Algumas vezes.
Bar Harbor era na verdade parte de uma ilha conhecida como Mount Desert Island e era a casa da Acadia National Park, o único parque Nacional no Maine. Lá também tinha um monte de gente rica.
Eu terminei o meu pãozinho dinamarquês quando passamos por Bangor.

— Então, você não vai me dar um sermão? Como, coisas a evitar, para que devo estar preparada? Eu sei sobre Harper, mas há algo mais?
— Não realmente. Hope é a minha tia, John é meu tio. Você não tem que chamá-los de Sr. e Sra. Mason. Eles meio que odeiam isso. A única outra pessoa de importância é Harper, e você vai conhecê-la também.
— Então eles não são seus representantes legais?
— Eu tenho mais de 18. Eu não tenho um tutor. — Ugh, ele não parava de me botar para baixo quando eu tentava pescar informações.
Tão frustrante.
— Mas quando você precisou de um tutor, eram seus guardiões? — Olhei para encontrá-lo me observando atentamente.
— Alguém já lhe disse que você faz perguntas demais?
— Quase todos os professores que eu já tive. Eles costumavam chamar minha mãe para a reunião de pais e mestres e eles sempre escreviam isso na minha avaliação. — É uma história verídica.
— É uma longa história, e nós não temos tempo para isso.
— E quando é que você tem tempo? Eu realmente não estou tentando ser intrometida. Estou apenas curiosa. — Ele era meu companheiro de quarto, e eu imaginei que talvez ele fosse um amigo... mais ou menos.

 Eu queria saber sobre sua vida. Eu queria saber como ele se tornou a pessoa fantástica que escrevia uma música sobre limpar os pratos em um minuto e agarrava a minha bunda no próximo.
Ele se mexeu na cadeira, claramente nervoso com a direção que a nossa conversa tinha tomado.

— Você se importa se eu mudar isto? — ele disse.
— Claro, os CDs estão no porta-luvas. — Se ele ia responder as minhas perguntas, ele poderia pegar o que ele quisesse.

Ele folheou a minha selecção eclética e, finalmente parou no Parachute.
Huh. Não é o que eu teria escolhido para ele.

— Eu posso ouvir você me julgando. — disse ele, quando eu entrei na rodovia I-395.
— Eu não achei que você fosse da espécie de cara que ouvisse Parachute.
— Por que não?
— Nenhuma razão. Então, você estava falando sobre o seu tio e sua tia.
— Certo. — ele disse, mas eu sabia que ele se lembrava. Ele soltou uma respiração profunda que parecia durar para sempre. — Levaram-me quando eu tinha onze anos. Meus pais morreram, e não havia outro lugar para eu ir. — Ele parou, e eu esperei alguns segundos antes de fazer a minha próxima pergunta.
— Então Hope é irmã da sua mãe? — Eu não tinha idéia, então pensei que eu devia dar uma tentativa nisso.
— Certo. Minha mãe é a irmã mais nova, mas elas tinham apenas dois anos de diferença. O irmão da minha mãe mora no Texas. Ele é um idiota.
— Então, isso faz parte da família?
— É genético, o que posso dizer? — Bem, ele estava bem o suficiente para brincadeiras, então tudo bem.
— Isso explica por que você e Nick são como irmãos.
— Nós somos, mais ou menos. Nós crescemos juntos, nós jogamos a merda fora para resolvermos nossos problemas, e nós levaríamos um tiro pelo outro.

Era como eu e Dallas. Se eu tivesse que ficar na frente de um caminhão em movimento para evitar que ele batesse nela, eu o faria. Ela salvou a minha vida uma vez, e eu nunca poderia pagar-lhe de volta.

— Eu sei o que é isso. — eu disse.
— Então, eu começo a perguntar-lhe sobre a sua situação familiar agora?
Eu dei de ombros. Não havia muito para contar.
— Meus pais se separaram quando eu tinha treze anos. Meu pai é um idiota que só finge que ele se importa. Minha mãe é incrível e depois há a minha irmã. Eu tenho umas poucas tias e primos e tal, mas todos eles vivem em estados diferentes.
— Então é por isso que você tem problemas de raiva com os homens.

Demorou um segundo para o comentário penetrar no meu cérebro. Ele estava ficando muito perto de apertar um botão que ele certamente não queria empurrar. Se ele pensou que eu estava louca antes, isso não era perto de como eu poderia ficar. Ele não tinha visto o pior. Não tinha chegado nem perto.

— Cai fora, Joe. Você tem coisas que você não quer falar e eu respeito isso. Então, eu estou pedindo para você cair fora.
— Tudo bem. — disse ele, voltando-se para o volume do CD e olhando para fora da janela. — Torta.
— O que? — Não que isso não fosse grande coisa, mas eu não vi o que tinha a ver com qualquer coisa relevante agora.
— Hope adora fazer torta. Ela provavelmente vai me mandar pra casa com uma. Há um pomar de maçã pequeno na parte de trás da casa, e ela sempre vai à loucura no outono, fazendo tantas tortas quanto ela puder. Ela fez tantas de um ano pra cá, que ela caminhou pelo centro para entregá-los às empresas locais. Eles começaram a chamá-la de 'a senhora da torta‘. Então, eu espero que você goste de torta.
— Que tipo de pergunta é essa? Quem não gosta de torta?
— Uma pessoa muito fodida.
— Eu acho que eu não sou tão fodida, então.
— Nem de perto. — disse ele, empurrando seu banco para trás.

Eu continuei dirigindo até chegar ao Bar Harbor. Eu rolei a janela para baixo para pegar o ar salgado. Não havia nada como o cheiro do mar. Nós tínhamos ligado o CD do Coldplay por consentimento mútuo.

— Vire aqui. — disse ele, apontando para uma estrada à esquerda. Eu liguei minha seta e efetuei a curva.
— Vire aqui. — disse um minuto depois, e fizemos outra vez e depois outra.

Nós estávamos fora da estrada principal, e tudo que eu podia ver eram as pitorescas casas com varandas pequenas e caixas de correio bonitas e sinos dos ventos. Parecia um lugar muito agradável. Eu continuei até que ele apontou uma última volta na movimentação Mason. Eu deveria ter visto isso.

— Aqui estamos nós. — ele disse quando eu parei o carro. Oh, Jesus.

A casa era infinitamente enorme. As casas pequenas ao longo do restante da estrada não haviam me preparado para isso. Era pelo menos duas vezes, senão três vezes, o tamanho da minha casa. Meus olhos viajaram até contar três andares. Ela era branca, tipo vitoriana parecendo com um alpendre enorme que a rodeava, tinha uma rampa de deficiência que levava até ela de um lado. Havia um grande celeiro vermelho também. De alguma forma, eu não acho que havia um trator no mesmo. Eu reconheci o Camry da Selena estacionado entre um BMW e um novo Impala, com um Escalade no outro lado.

— Merda Joseph. Você nunca disse que sua família era rica.
Ele deu de ombros.
— Você nunca perguntou.


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Surpresa, Surpresa ............ o que vai acontecer nessa "visita" hein? hehe'

GO GO GO
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Meu Erro Favorito - Capitulo 23 (Maratona 1/6)





— Você está certa. Eu vou tentar. Por você, eu vou tentar.
Eu balancei a cabeça e limpei os pincéis sobre uma toalha de papel e joguei no escorredor da pia para secar. O balcão estava coberto de pratos do café da manhã.
— É a minha vez. — disse Joe, apontando para o quadro de tarefas sobre a geladeira. Era a minha vez de limpar os pratos no dia seguinte.
— Muitas mãos fazem o trabalho mais suave. — eu disse, entregando-lhe uma esponja. — Se você prometer não fazer nenhuma babaquice para mim pelo resto do dia, eu vou ajudar você a limpar os pratos. Se fizer isso, você tem que fazer amanhã. Fechado?
— De verdade? Deus, Missy, você conduz uma negociação difícil aqui.
— Tudo o que eu estou pedindo para você fazer é não ser um asno por... — Eu olhei para o relógio. — Menos de oito horas. Você pode fazê-lo. Eu acredito em você.
Ele olhou para os pratos, incluindo vários que estavam com crosta de aveia.
— Fechado.

Nos aproximamos deles e começamos. A pia era pequena, e o balcão fazia um L, de modo que fomos esmagados.
Joe começou a cantarolar uma música quando eu lhe entreguei um copo.

— O que você está cantando?
— Bem, para me distrair de ser um idiota, eu estou escrevendo outra música. É chamada de Doin 'Dirty... Dishes‘.
— Inteligente.

"Ele começou a bater um ritmo com o pé e eu acompanhei.
Água e sabão e uma menina bonita,
Nós ligamos a água e vemos um redemoinho,
Nós estamos... limpando os pratos, estamos... limpando os pratos,
Oooh, oooh, ooohhh ,

Esfrega, esfrega , esfrega , yeah,
Esfrega, esfrega , esfrega , yeah,
Esfregar , esfregar, esfregar, esfregar , esfregar, esfregarrrrrrrr"

Ele terminou a música com um pouco de florescer e um arco. Bati minhas palmas molhadas, chapiscando nós dois com água e sabão. Ele era um imbecil às vezes. A canção era terrível.

— Vê o que você pode fazer quando você não está sendo um idiota?
— Eu tinha letras mais sugestivas, mas eu decidi não usá-las. Você sabe, porque eu não estou sendo um idiota.
— Certo.
— Mas eu vou salvá-las e cantá-las para você em algum ponto mais tarde, quando eu estiver autorizado a ser um idiota novamente.
— Okay.
Essa música idiota ficou presa na minha cabeça, e Joe cantou novamente, me proporcionando efeitos de som com panelas e uma colher de madeira.

— O que você está fazendo aqui fora? — disse Miley , saindo de seu quarto, com seu olhar de estudos: expressão aturdida, o cabelo em um clipe e seu velho moletom ruído de UMaine.
— Joe decidiu que ele não vai ser um idiota hoje, isso não é legal? — eu disse.
— Isso é possível? Sem ofensas, cara.
— Não é necessário. Estou plenamente consciente da minha idiotice.
— Oooh, eu gosto disso. Idiotice. Eu vou usar isso agora. — disse Miley, indo até a geladeira para pegar uma bebida energética.
— Tarde da noite?
— Eu tenho um teste de doenças auto-imunes. Quer ver uma foto de dermatite herpetiforme?
Ela estava sempre tentando me mostrar fotos de doenças graves.

— Yeah, eu acho que vou passar. Eu não sei como você pode comer e fazer essas coisas. — eu disse.
Miley deu de ombros.
Selena chegou em casa um minuto depois, rebocando Nick pela mão.
— Oh, olhe, é a dupla temível. — Miley ficava um pouco amarga, sempre que ela via casais felizes.

Eu queria que ela tivesse acabado ligando para Liam, perdoando e tendo algum tipo de sexo incrível, e acabado logo com isso. Eu preferia ter Liam ao redor e ter Miley feliz do que não tê-lo ao redor e ter que lidar com a Miley rabugenta.

— Você está lavando os pratos? — Nick disse, boquiaberto para Joe.
— Sim, eu estou.
Nick olhou para mim como se fosse minha culpa.
— Ei, seu nome está no quadro de tarefas. — eu disse.
— Vocês tem um quadro de tarefas? — Nick disse.
— Foi idéia da Selena. — eu apontei.
— Para que ninguém fique preso em fazer tudo, e nós estamos nos responsabilizando. — Selena disse.
— Ei, tudo que possa pegar esse cara e fazer ele lavar os pratos é bom para mim. Bom trabalho, Selly — disse ele, dando-lhe um beijo na bochecha.
Ela sorriu com satisfação.
— O que há com vocês, pessoas e apelidos? Vocês tem um para mim? — Miley disse.

Às vezes a gente a chamava de Mille, porque tinha ouvido sua mãe chamá-la assim uma vez quando ela nos visitou, e Liam era o único autorizado a utilizá-lo sem receber um olhar de Miley.
— O que você acha de Smile? Como um raio de sol? — Disse Hunter. Suavemente. — Ou Mimi? Isso é bonito, também.
Ela pensou por um segundo.
— Eu vou considerar.
— Então, eu estou levando Selena para casa comigo neste fim de semana para conhecer minha mãe e o meu pai, então nós vamos juntos.
Selena olhou para ele com um sorriso vertiginoso-nervoso.
Uau, encontrar a família era uma coisa grande.

— Uau, conhecendo os Masons. Grande passo, Nick. — disse Joe.
— Eu sei. — disse Nick, piscando para Selena. — Ela vai fazer tudo certo.

Eu estava extremamente curiosa sobre a família de Joe, especialmente já que ele não tinha crescido com seus pais. Ele disse que eles estavam mortos, mas quando tinham morrido? Quantos anos ele tinha? Será que ele sentia falta deles? As perguntas estavam correndo pela minha mente desde que ele me contou que eles estavam mortos.
De qualquer maneira, ele não queria falar sobre isso. Eu poderia respeitar isso, vendo como eu também tinha muitas coisas que eu não queria falar.

— Tem algum conselho para mim, Joe? — Selena disse.
— Basta falar com John sobre as ações de tecnologia, de palavras cruzadas do The New York Times, imóveis ou II Guerra Mundial e você ficará bem.
— Uhh. — Selena disse, o pânico claro em seus olhos.
— Eu estou brincando. Embora, você possa falar com ele sobre o mercado imobiliário. Ele adora comédias britânicas, os Pats, culinária asiática, e carros clássicos.
— Oh, graças a Deus. Cozinha e carros. Entendi. Embora, eu mesma poderia ter me ajudado com minhas próprias ações.
— Você vai ficar bem. Não se preocupe muito. — disse Nick, lançando o seu cabelo.
Os olhos de Joe se jogaram em cima de mim antes dele abaixar a sua voz.
— Você disse a ela sobre Harper? — Como eu não podia ouvi-lo.
Ele estava de pé à dois metros de distância.
— É claro.
Selena, Nick e Joe todos olharam para mim. Parecia que eu era a única de fora.
— Quem é Harper? — Eu disse, fazendo a pergunta óbvia.
— Minha irmã. Ela tem paralisia cerebral de uma queda que teve quando era um bebê. Não é uma grande coisa, mas a nossa casa está cheia de rampas e equipamentos e materiais, por isso é melhor preparar as pessoas antes do tempo. — disse Nick.
— Quantos anos ela tem?
— Sete. — disse Nick.
Eu podia sentir Joe observando meu rosto, como se ele estivesse antecipando a minha reação. Como é que ele achava que eu iria reagir?
— Então, de qualquer maneira, é onde vamos estar neste fim de semana. Vejo você amanhã? — Nick disse.
— Ok. — Selena disse, dando-lhe um beijo.
Eu podia ouvir Miley revirando os olhos.
— Tchau, Selly.
— Boa noite, Jerry.
Nick  acenou para o resto de nós e saiu.
Selena suspirou e inclinou-se sobre o balcão.
— Jerry? Uau, eu acho que você é a primeira garota que ele deixou usar o segundo nome. Você deve estar fazendo algo certo. — disse ele com uma piscadela.
— Joe. — eu disse em um tom de aviso.
— O quê? Isso não era ser idiota. Era ser brincalhão.
Eu apontei para ele e estreitei os olhos.
— Você está em gelo fino, senhor.
— O que você está falando? — Selena disse.
— Joe deve não ser um idiota pelo resto do dia.
Ela ficou boquiaberta com Joe.
— De verdade? Isso é possível?
— Sou eu que preciso de uma ducha? — ele perguntou a todas nós.
— Sim. — dissemos em uníssono.


****


— Então, eu posso ser um idiota agora? — disse ele, às 22:30.
— Não. Você tem que terminar a noite. Quando você acordar amanhã de manhã, você pode voltar a ser idiota. Até então, você tem que ser bonzinho.

Ele havia sido surpreendentemente agradável, deixando-me ir primeiro para o chuveiro, e ele colocou nossas pinturas na parte de trás da porta. Ele até me fez uma xícara de chá e trouxe-a para mim. Era como se ele estivesse me amanteigando, mas eu não conseguia descobrir o porquê.

— Ser bonzinho é chato.
— Ser bonzinho é legal. — eu disse, não olhando para cima do meu e-reader.
Joe estava ocupado com seu violão, arrancando apenas seqüências aleatórias.
— Isso não faz nenhum sentido.
— Então, sobre o que é o seu encontro com Mark? — Eu tentei de novo.
Eu estava tentando espremê-lo, na esperança de pegá-lo desprevenido.
— Boa tentativa, Missy. Só porque eu tenho que ser bonzinho, não significa que eu vou ser um capacho.
— Não é ser um capacho. É estar dizendo a verdade.
— Às vezes as pessoas não querem a verdade. Às vezes a verdade é pior do que uma mentira. — Ele colocou seu violão de lado e subiu em suas cobertas. A qualquer momento os pugilistas iriam sair.


Eu tive que concordar com ele sobre isso. Nós estávamos fazendo essa dança ao redor de nossos segredos, nos aproximando e depois nos afastando. Eu não sabia qual de nós ia escorregar primeiro.



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Começando a Maratona ............ >.<

Vou deixar os Capítulos programados para não ter qualquer problema, mas vocês tem que comentar, se não não vai dar certo :)

P.S .... Senhorita Mari ;) , como assim você para naquela parte a sua mini fic? eu quase surtei! #ansiosa #PosteLogo, hi hi hi!

GO GO GO! 
COMENTEM!


28/07/2014

Meu Erro Favorito - Capitulo 22






Eu vi Joe quando eu acordei.
Eu vi Joe enquanto eu comia uma tigela de cereais.
Eu o vi em sexualidade humana, onde ele parecia estar tentando quebrar um recorde para a maioria das insinuações em uma hora.
Eu o vi no trabalho, onde ele assaltou o meu e-mail.
Eu o vi em todas as noites no jantar.
Eu o vi ir e vir para o banheiro.
Eu o vi em nossas mediações estúpidas, que eram tão inúteis como meias com sandálias.

Eu. o. vi. EM TODOS OS LUGARES.

Eu nunca passei muito tempo com alguém que eu não estava relacionada, nunca. Eu escapei para Megan a cada chance que eu tinha, mesmo com os meninos fedorentos que estavam sempre lá. Nós estávamos muito cansadas para sair, mas às vezes nós íamos para caminhadas ao redor do campus, ou perto de seu apartamento.

— Meu sofá está aberto a qualquer hora. — disse ela quando eu lhe disse sobre a mais nova aposta. — Tenho certeza que se você dissesse à administração sobre isso, eles fariam alguma coisa.

— Estive lá, já fiz isso. — Eu tinha tentado novamente com a habitação, mas eles apenas me disseram para continuar com as mediações. Eles ainda estavam lidando com todos os calouros jogando seus companheiros musicais, talvez só no final de outubro eu seria capaz de fazer alguma coisa.
— Você tem certeza que quer que ele vá embora?
— Sim. Quanto mais tempo eu passo com ele , mais eu quero que ele vá embora. Eu só... Eu não posso. — Eu chutei uma pinha e alguns passos depois, esmaguei com o pé com um ruído satisfatório.
— Eu sei, eu sei.

Demos mais alguns passos. Megan fez uma pausa. Eu sabia que ela queria dizer outra coisa, mas ela estava fazendo aquela coisa esperando, que ela fazia quando ela queria fingir que ela tinha mudado para outro tópico.
— Eu sei que você já passou por muita coisa, e ninguém iria culpar você por desistir dos homens, mas você já pensou que você não pode deixar um cara arruinar todos os outros caras?
— Claro, eu pensei sobre isso. Eu não sei, Meg. Eu penso sobre isso e então eu me lembro daquela noite, e tudo volta para mim. Eu não consigo ver alguém como ele sem que me lembre daquela noite. — Não estava frio, mas eu passei meus braços em volta de mim e puxei as mangas sobre as minhas mãos.

— A terapia não ajudou? — Ela sabia a resposta, mas ela tinha que fazer a coisa do amigo e perguntar de qualquer maneira.
— Eu tive uma série de terapeutas interessantes que realmente não souberam o que fazer comigo. Eles tentaram, mas eu acho que eu não podia ser ajudada. Você não ouviu? Eu sou uma causa perdida.
— Ninguém é uma causa perdida, nem mesmo você.
— Eu não sei, Meg, estou muito fodida.
— Você já conheceu o meu namorado? Ele acha que correr no meio da noite fingindo que ele é um elfo é um bom passatempo. Se isso não é estar fodido, eu não sei o que é.
— Você o ama, no entanto.
Ela suspirou, um pequeno sorriso em seu rosto.
— Sim, eu o amo. Eu só não amo seus amigos fedorentos. Você não tem idéia de quanto eu gasto em spray no quarto e purificadores de ar. Eu deveria comprar estoques dessas coisas.
— Agora eu sei o que dar para o Natal.
— Por favor, o mais forte que você puder encontrar. Eu não me importo se a minha casa cheira como uma abóbora jogada em cima dele.
— Vômito de abóbora. Entendi. Não tenho certeza se isso é um cheiro de vela oficial ianque, mas vou verificar.

Nós rimos e mudamos para falar de outras coisas. Megan nunca se fixava em coisas que eu não queria falar, o que era uma das razões pelas quais eu gostava tanto dela. Ela não era agressiva ou jogava na-sua-cara. Ela era doce e leal e ela faria qualquer coisa por seus amigos. Até mesmo os amigos do namorado que gostavam de tirar vantagem. Um destes dias, eles estavam deixando-a de fora. Eu tinha visto a repreensão de Megan, e não era bonita.
Na verdade, um dos meus terapeutas tinha encontrado uma maneira de eu lidar com alguns dos meus problemas. Tudo que eu precisava era de algumas aquarelas de pintura, tacos e papel. Eu decidi tratar-me e fui até a seção de arte da livraria da escola e me concentrei no negócio real.
Naquela noite eu tinha o lugar para mim. Selena foi a um encontro com Nick, e Miley estava na biblioteca novamente. Eu não sabia onde Joe estava até que ele caminhou até mim soprando meu cabelo com um canudo.
— Então é isso o que você faz quando eu não estou por perto.

Eu estraguei o resto das gotas de tinta na borda do papel. Eu estava trabalhando em um pedaço de azul calmamente, misturando algum verde, então parecia que era o oceano. Algumas pessoas realmente tentaram fazer uma foto, mas eu só gostei de mexer com as cores para ver o que eu poderia fazer e, em seguida, tentar encontrar imagens na bagunça. Como nuvens.

— É chamado de pintura a sopro — eu disse, puxando o talo para fora da minha boca. Na menção do nome sopro suas sobrancelhas migraram mais para cima na testa.
— É mesmo? — Ele deixou cair sua bolsa e veio examinar meu trabalho. Ele virou a cabeça de lado a lado, como se estivesse tentando descobrir o que era.
— Não era para ser nada. — eu disse.
— Oh.
— Eu só faço isso, às vezes. — De repente, eu queria esconder a minha imagem.
Não era como se fosse nada de especial. Picasso eu não era, mas era uma coisa pessoal que eu fiz e eu não compartilho isso com um monte de gente .
Joe olhou para ele de novo, depois de esfregar a sua tatuagem. Um, dois, três. Algum dia ele pararia de esfregá-la.
— Tem outro talo? — Entreguei-lhe um, e ele parou sobre a pintura. — Você não se importa, não é?
— Não, vá em frente. — Pelo menos ele tinha pedido.

Ele mergulhou o talo na pintura azul escuro, certificando-se de que ele tinha uma quantidade razoável antes de soltá-lo na página e inflando as bochechas e soprando a gota de tinta, tanto quanto ele pode. A queda se deu em várias gotas separadas, e separou cada um com uma rajada de ar, fazendo com que a pintura parecesse que estava explodindo. Ele tomou o talo para fora da boca e examinou.

— Eu acho que você precisa de um pouco mais de azul escuro aqui. — disse ele, apontando para um canto que eu não tinha chegado ainda. Ele virou a cabeça, e os nossos narizes quase se tocaram. Ele riu um pouco, sua respiração movendo as mechas pequenas de cabelo que haviam escapado do meu rabo de cavalo.
— Vá em frente. — eu disse. Ele parecia chocado por um segundo. — A tinta. Vá em frente. — Meu cérebro parecia ser apenas capaz de disparar algumas palavras de cada vez.

Sua boca se abriu um pouco, e meus olhos zonearam os seus lábios. Eram lábios muito bonitos. Cheios para um cara, mas eles pareciam que eram encharcados com hidratante para os lábios. Pelo que eu sabia, ele mantinha-o no bolso e apenas aplicava quando ele estava sozinho. Parecia algo que ele faria.
Ele lentamente tirou o talo dos lábios. Engraçado, ele não parecia ter um retorno mal-humorado, mas novamente, nem eu.

Ele foi o primeiro a quebrar o contato, e eu senti como se todo o ar do meu pulmão tivsesse sido sugado para fora quando ele o fez. Peguei o meu talo e o pressionei na tinta verde. Eu fiz um canto e ele fez o outro, e de alguma forma nossas tintas se encontraram. Sem hesitar, colocamos nossas cabeças juntas e foi uma loucura na pintura até que não poderia fazê-lo ir mais longe. Nossas cabeças bateram uma na outra, e ambos deixamos cair nossos talos.

— Ow. — eu disse, esfregando o local.
— Desculpe, Missy. Você está bem? — Jesus, era apenas um pequeno solavanco.
— Sim, não é nada demais. — eu disse, olhando para baixo, para a nossa obra-prima.
— Tem certeza? — Ele ergueu as mãos, como se quisesse verificar e certificar-se, mas não queria me tocar por medo de que eu pudesse enlouquecer.
Ele me conhecia muito bem.
— Sim.
— Mais azul?
— Você nunca pode ter azul suficiente. — eu disse, pegando o meu talo novamente.
Até o momento que Miley voltou da biblioteca, nós tinhamos feito uma outra pintura, desta vez em tons de outono.
— Eu acho que é um guardião. Que deveria estar na parte de trás da porta. Eu posso obter uma moldura se você quiser.
— Isso não é ótimo, Joe.
— O que não é ótimo? — Ela chamou depois de voltar da cozinha com uma banana, uma colher e um pote de manteiga de amendoim.
Ugh. Eu odiava bananas com a paixão ardente de mil sóis.
— Nós fizemos uma imagem para você. — eu disse fingindo uma voz de criança. — Aqui sou eu, e aqui está você, e isso é Selena, Nick e Joe.
— É lindo, querida. Acho que vai na geladeira ao lado do A que você tem no seu teste de ortografia. — disse ela, jogando adiante.

Joe estava olhando para mim como se tivesse crescido uma cabeça extra em mim.

— O que? — eu disse.
— Você é tão estranha às vezes.
— Disse o menino que tem uma vingança contra os lobisomens.
— Ei, eles não conseguem se controlar durante a lua cheia. Eles são completamente imprevisíveis.
— Ei, eles parecem muito melhores sem camisa. Além disso, eles ainda têm corações batendo. Ter relações sexuais com um vampiro é como fazer sexo com um cadáver. Eu não estou nessa. — Miley disse, enxugando uma bola de manteiga de amendoim no final da banana. Ela me viu olhando para ela. — Quer um pouco? Oh, bem, eu esqueci.
— Esqueceu o que?
— Demi odeia bananas.
— Ah, é mesmo? — Aqui vamos nós.

O menino que eu tinha feito uma pintura a um segundo antes tinha ido embora e o rapaz que estava sempre tentando entrar em minhas calças estava de volta.
Eu não respondi, mas comecei a pegar o material de pintura. Eu não gosto de fazer isso com um monte de gente ao redor. Era uma coisa pessoal. Joe foi a primeira pessoa com que eu realmente compartilhei, mas ele não sabia disso.

— Sinto muito, mas você caminhou diretamente para isso. — disse ele.
— Você não tem que fazer de tudo uma insinuação, Joe. Nem tudo é sobre sexo.
— Ok, bem, eu vou comer isso em outro lugar. Até logo. — disse Miley, se afastado para o seu quarto.

Ela deve ter percebido que eu estava perto de ter mais um surto. Eu não tive um por pelo menos uma semana. Isso deve ser algum tipo de recorde.
Eu juntei os pincéis e o copo de água e joguei na pia. Eu não queria que ele soubesse que eu estava magoada, mas era tarde demais. Liguei a água e comecei a lavar os pincéis vigorosamente. Eu podia sentir Joe encostado ao balcão. Eu odiava como consciente eu era dele. Se ele estava em um quarto, era como se eu tivesse um radar que saía e rastreava todos os seus movimentos.

— Dami, eu sinto muito. Você já deve saber que eu sou um idiota a maior parte do tempo.
— Você não tem que ser um idiota todas as vezes. — Isso não era verdade.

Ele pode ser doce, engraçado e encantador, e... Ele poderia ser muito mais do que um cara que estava sempre falando sobre conseguir algo.


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Hehehe ... estão desesperados por Jemi né ... kkkk
Tipo, eles são complicados, principalmente a Demi, mas tipo, não ... eles não vão se pegar apenas no último capítulo ... kkkkkkk tem muita treta ainda, mas nos próximos capítulos vocês vão conhecer um pouco mais do Joe ... #chega.. kkkk #Spoiler só no grupo.. então curta/participem do grupo no face !

AVISO: Eu precisei sair hoje, então amanhã eu faço a Maratona, tudo certo?
#Partiu

Bjsss

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