20/03/2014

Sociedade Secreta - Capítulo 12 (Parte 1) #BIG


(♥Fairy Tail ♥)


Por meio desta, eu confesso:
eu sou uma tremenda vadia.

12.

Jornal Sensacionalista

No momento em que o vi, soube exatamente o que devia dizer:

1) Brandon, vá para casa. Não posso fazer isso hoje.
2) Ah, flores! Que fofo! Deus, eu estou exausta. Podemos conversar amanhã?
3) Brandon, como eu gosto de você e o respeito muito, vou ser honesta. Isso não está dando certo. Prova A: acabei de passar a última meia hora dando uns amassos com outro homem.

Engraçado. Eu sabia de tudo isso e, ainda assim, as palavras que saíram da minha boca foram:

— Há quanto tempo está sentado aí? No meu quarto? Segurando flores?
 — Há uns cinco minutos? — Vi o caderno em seu colo. Ele estava me deixando um recado, não sentado no meu quarto esperando que eu voltasse. Dã.
— Cadê a Selena? — perguntei em seguida.
 — Não está aqui — ele olhou para mim. — É domingo à noite.

É claro, Um momento em que todos os membros normais das sociedades estavam alegremente escondidos em seus mausoléus.
— Pensando bem, o que você está fazendo aqui?
Decidi bancar a misteriosa.
— Por que não estaria? — Ah, Demi... — ele suspirou, desistiu e me entregou as rosas. — Para você.
— Obrigada. — Eu lhes dei a cheirada obrigatória.
Como todas as rosas, o aroma inebriante atingiu meu cérebro uns bons três segundos depois. É quase como se, quando você as considera simplesmente bonitas, elas o derrubassem com seu delicioso perfume.
— Seu novo favorito — Brandon deu uma piscada.
Sorri tristemente para os botões.
— É, acho que sim. Então, a que devo o prazer?
— É um pedido de desculpas. Pela forma como a tratei hoje de manhã no escritório. Eu fui grosso.
— Eu mereci — disse em voz alta, ainda por cima.
Ele sacudiu a cabeça.
 — Não. Bem, está bem, talvez um pouco. Mas, principalmente... na verdade, estou feliz que esteja aqui esta noite, Demi. Nós precisamos conversar.
— Esta noite? — Mas... eu tenho que ler GEP. De uma hora para a outra, até a literatura russa parecia preferível.
— Neste segundo.

Ops. Será que a Glenda o convencera a fazer isso? Mas mesmo no momento em que pensei isso, sabia que não podia botar a culpa em uma conspiração. Eu havia deixado Brandon esperando por tempo demais.
Mas por que ele escolhera esta noite entre todas, para fazer algo a respeito? Hoje, quando eu estivera tão perto de ir para a cama com outra pessoa.
— Está bem — falei devagar. — Vamos conversar.

Mas, agora que eu havia concordado, Brandon parecia não estar com pressa de chegar ao ponto. Ele se levantou, aproximou-se silenciosamente das prateleiras do outro lado da sala e passou uma das mãos pelo cabelo castanho já desgrenhado. Era tão a cara do Brandon que não pude evitar de sorrir. Ele era tão bonitinho.
Quase instantaneamente, uma onda horrível e quente de culpa sufocou aquele começo de ternura. É, bonitinho o suficiente para esquecê-lo e ir dar uns amassos no George.
— Não estou dizendo que também não seja culpa minha, Demi —Brandon estava dizendo e eu voltei a prestar atenção.
Isso parecia promissor.
— Não está?
— Quer dizer, acho que se tivesse deixado as coisas claras desde o começo, nós não teríamos ido por esse... caminho amorfo.
— Ah.
— Porque não era assim que eu queria. Claro. Você não estava pronta no Dia dos Namorados e eu não quis pressioná-la, mas agora... — Ele voltou e sentou-se ao meu lado, empurrando as rosas e colocando minhas mãos entre as suas — depois de tudo o que fizemos juntos... Meu Deus, é tão irônico.

Não são os caras que devem tentar convencer as garotas a fazerem sexo sem compromisso?
 — Bem, os tempos mudaram — falei. — Estamos no século XXI.
Mas tente explicar isso para cem anos de Coveiros...
— Mas não é isso que eu quero — Brandon continuou e então hesitou. — Porque... eu estou apaixonado por você, eu amo você, Demi.

PESSOAS QUE ME DISSERAM QUE ME AMAVAM

1) Meus pais. Dá. Também parentes diversos.
2) O pequeno Stevie Morris, na segunda série.
3) Jacob Allbrecker, porque você deve dizer isso para uma garota quando tira sua virgindade (eu também dissera, para ser justa).
4) Alan Albertson, logo antes de ele ir para Londres.
5) Selena, principalmente quando eu lhe trago lanchinhos tarde da noite.

Da lista acima, é fácil discernir que Brandon Weare não é nem a primeira pessoa nem a mais importante na minha vida que usou a palavra começada com A em referência a mim. E, ainda assim, minha familiaridade com o conceito não tinha a mínima importância naquele momento mágico quando outra pessoa vem e admite que a prefere acima de qualquer outra no mundo.
Porque, vamos admitir, é isso que o amor — amor romântico — é, certo? Gostar daquela pessoa mais que de tudo?
Foi neste ponto que eu desejei não ter abandonado aquele seminário de filosofia grega assim que chegamos a Symposium (por isso e pelo fato de que era fácil demais para o Malcolm me provocar com Aristóteles). Lembro-me de algo sobre alienígenas com braços e pernas demais e só. E, sério, quem é que entende melhor o amor baseado em membros de extraterrestres?

— Terra para Demi.
 Exatamente. Como foi que eu perdi essa parada de festival alienígena do amor?
— Estou ouvindo.
Ele franziu a testa.
— Não era a reação que eu queria.
— Devo me atrever a perguntar qual seria?
Ele respirou fundo.
— Como é que alguém diz algo assim... — Mas, então, com a mesma velocidade. — Tudo bem. Não espero que você diga ou sinta nada.
Apenas esperança. Nem precisava dizer. Ele nunca deve-ria ter tido que falar nada disso.
— Mas eu tinha que dizer — ele continuou. — Então... sei lá. Você devia saber porque eu ajo assim.
— Eu já sei por que, Brandon. — Coloquei minha mão por cima da sua, ali entre nós dois no sofá.
Mais um suspiro profundo.
— É, eu meio que esperava que você não soubesse, e que se eu contasse... — ele deixou a frase morrer e olhou para nossas mãos enlaçadas. Ele esperava que, se viesse e falasse, eu pararia de galinhar e me apaixonaria por ele também. Eu conhecia aquele homem.
Conhecia-o bem o bastante para transcrever o pensamento que rondava sua cabeça. Estranho. Com a maioria dos homens, a admissão de amor não correspondido é um pouco insípida. Esqueça Cyrano de Bergerac, esqueça Romeu Montéquio, Ato Um, Cena Um. As garotas só se derretem por esses homens na ficção. Na vida real, gostamos que se façam um pouco de difíceis. Mostre-me um homem enlouquecidamente apaixonado e eu lhe mostrarei um pateta.

Mas Brandon continuava a fugir do padrão, mesmo aqui, Debaixo das lâmpadas lançando uma luz forte de 120 watts do teto da sala em comum, sentado na minha frente no sofá surrado com as mãos cheias de rosas de quiosque e os olhos cheios de expectativas, Brandon Weare nunca pareceu um homem tão digno do meu amor. E eu nunca me senti tão filha-da-puta. Aqui, diante de mim, numa realidade esplêndida e dourada, estava sentado um amante gentil, brilhante, engraçado, bonito e afetuoso, o tipo do cara que qualquer garota que eu conhecesse ficaria feliz de não só de ter na cama, mas também de levar para casa para conhecer Mamãe quando as aulas acabassem. Além disso, ele me amava.
E eu havia saído com George Harrison Prescott, um galinha, um pegador da melhor categoria. Sim, ele era gato, e sim, ele era engraçado e, até onde eu sabia, também podia ser brilhante, mas ele não era, e nunca seria, bom para namorar. Eu sabia disso há anos. Mas, espere um segundo, quem disse que eu queria um namorado? Eu não tinha tempo para um namorado. Da última vez que tivera um namorado, eu havia me machucado feio. Dissera isso para Selena ontem à noite. Eu vinha dizendo isso para o Brandon nos últimos dois meses.
— Brandon, já falamos sobre isso...
— É, falamos — ele fez um som de nojo. — E acho que você é muito mentirosa. — Zombando de mim, ele começou a marcar uma lista nos dedos. — Não podemos ficar  juntos porque, um, não sou boa com namorados. Bem, você nunca tentou comigo. Dois, estou ocupada demais. Mas não ocupada demais para transar comigo uma vez por semana mais ou menos, nem para sair para jantar uma vez por semana, nem para me ligar e me ver e ficar de bobeira juntos uma meia dúzia de outras vezes. Você acha que uma mudança de status vai fazer alguma diferença no tempo que vai gastar? Três, não quero estragara nossa amizade. Bem, estou lhe dizendo agora, Demi, que a nossa amizade já foi estragada. Nunca mais posso voltar a ver as coisas como eram antes do Dia dos Namorados, Se soubesse que ia levar a isso, eu provavelmente... foda-se, provavelmente teria feito de qualquer modo, mas teria pensado muito mais a respeito. Quero ficar com você... ou não. Não posso mais ser seu estepe.
E lá estava. O ultimato.
— Então, tenho que decidir hoje?
— Sim. Não. Sim. Decida hoje — ele assentiu vivamente.
Mordi o lábio e senti o gosto do suco de romã.
— Esta noite não é... o melhor momento.
— Você teve dois meses para pensar.

É, mas há 20 minutos, eu estava com a língua de um outro cara na minha garganta. Ainda podia sentir o gosto dele. Fiquei surpresa por Brandon não sentir seu cheiro.
— Eu... eu preciso ir ao banheiro.
Os ombros do Brandon caíram.
— Eu espero — disse resolutamente.

Saí correndo da suíte, tentando não ficar com taquicardia. Fiz uma visita rápida ao banheiro (você se lembra dos quatro 312s e meio, certo?) e então chequei meu reflexo no espelho acima da pia. Minha boca estava manchada de roxo escuro; parecia que eu tinha ficado chupando beterraba em conserva. Meus lábios também estavam inchados e minhas bochechas estavam coradas, ainda (ou talvez de novo). Como Brandon podia não ter visto esses sinais? Apoiei minhas mãos na porcelana e respirei fundo várias vezes, estremecendo, até que meu coração traidor acalmou-se para um ritmo normal.
Ele disse que me amava. 
Joguei água fria no rosto e passei um pente no cabelo. Escovei os dentes, concentrando-me em minhas gengivas manchadas de vermelho e esfregando furiosamente a minha língua. Pensando retroativamente, eu devia ter tido um pouco mais de consciência dos meus atos.
Eu ia me livrar do George.
Em benefício do Brandon.
Porque o Brandon gostava de mim há meses. Porque fora o Brandon que me mandara e-mails engraçados, e cartões no meu aniversário, Brandon que me abraçara da última vez que eu havia chorado, Brandon que sempre estivera lá para me dar conselhos, que fora o primeiro a me convencer, ainda que indiretamente, a entrar para a Rosa & Túmulo para começo de conversa. George era um novato. Eu amava Brandon, Talvez ainda não de uma forma que Shakespeare aprovaria, mas definitivamente de uma forma que devia até ter seu próprio nome especial na Grécia antiga. Preencheventualmenteoksis ou algo assim.
Afinal de contas, a tal da Roxanne curtiu o Cyrano quando ele finalmente se aproximou dela, certo (ou será que foi só na versão do Steve Martin? Minha cultura literária é notoriamente deficiente em Balzac — se é que isso é Balzac mesmo.* É porque a matéria sobre Balzac e Dickens estava cheia no semestre passado, provando ainda mais a minha teoria de que alunos estudam qualquer coisa se tiver um título maneiro o bastante)? Tente outras pessoas. Jane Austen, Marianne Dashwood e, bem, o Coronel Brandon. Agora, se isso não é um sinal, não sei o que mais pode ser.

Voltei correndo para a minha suíte, esperando que Brandon não houvesse interpretado errado minha ausência prolongada. Enquanto eu estava fora, ele conseguira enfiar o buquê inteiro de rosas em uma jarra de plástico craquelê do refeitório e enfiara o negócio entre dois livros grossos de ciência política da Selena. Agora, estava de volta ao sofá, passando o dedo pela alça da minha bolsa de carteiro. Eu gelei.
— Belo broche.
 — Brandon...
Ele se levantou, a mão esticada como se para me deter.
 — Não saia desse aposento. Nunca mais vou mencionar isso. Assunto encerrado para sempre, se é o que vai deixá-la feliz.

Mas o problema é que, na verdade, eu queria que ele me perguntasse a respeito. Eu queria lhe contar o que estava acontecendo e ver se ele conseguia analisar aquilo tudo melhor do que nós havíamos conseguido. Brandon consertava as coisas. Sempre havia consertado as coisas para mim.
Quem não amaria um cara como ele?
— É melhor eu ir? — perguntou.
— Não. Ele piscou, como se estivesse surpreso.
— Sério?
Eu assenti.
— Não posso... não posso dizer o que você quer que eu diga. Não vou dizer isso... ainda. Mas eu quero ficar com você. Para valer.

Era como se Brandon tivesse estado amarrado a uma estrutura que desmoronou com as minhas palavras. Ele deu dois passos para a frente e me envolveu com seus braços. Seus olhos castanhos nunca pareceram tão brilhantes, seu sorriso-Demi, aquele que eu sabia que ele guardava só para mim, nunca parecera tão claro.
Passei as mãos por seus cabelos e segurei seu rosto Sua pele debaixo dos meus dedos estava dourada. Ele havia pego uma corzinha neste fim de semana. Provavelmente fora a algum lugar para jogar badminton enquanto eu ia pra lá é pra cá com garotos de mantos negros. Garotos que, como acabara ficando provado, nunca me quiseram por perto para início de conversa.
Enquanto Brandon sempre quisera.
Eu o beijei e sua boca pareceu quente e familiar contra a minha. Seu hálito não tinha traços de romã e mel e nossos corpos se alinhavam perfeitamente, sem que eu precisasse erguer meu queixo para alcançá-lo. Ainda assim, eu superei e ele sorriu e eu peguei sua mão e o levei para o meu quarto, grata ao que quer que fosse que tivesse me feito hesitar com George e me deixara apenas ligeiramente curiosa sobre se uma garota que ficou com dois meninos na mesma noite era uma vagabunda total e sem salvação ou só uma pessoa
que conseguira recuperar a razão antes de ferrar completamente com a sua vida.
Em retrospecto, eu provavelmente devia ter pensado mais sobre essa última parte.

____________

Acordei supercedo na manhã de segunda-feira (está bem, tipo 9h — mas eu sou uma universitária) com o telefone tocando. Como já mencionei, minha mãe tem o estranho sexto sentido de saber quando sua filha se envolveu em atividades sexuais ilícitas, mesmo a cinco estados de distância. Provavelmente estava ligando para ver se conseguia distinguir algum traço pós-coito na minha voz ou talvez detectar os barulhos de um rapaz ao fundo, rebolando para entrar em sua samba-canção.
Tropecei por cima de uma cascata de aviões de papel (não pergunte, sério) e, pulando para dentro de um roupão, corri porta afora para atender o telefone.

— Alô ? — Oi, mamãe. Não, é claro que você não me acordou. Você não sabia? Freqüentemente pratico orgias nas segundas de manhã. Na verdade, quando ligou, eu estava curtindo uma trepada completa com dois homens chamados Paolo e Butch ao mesmo tempo (isso a faria pirar).
— Demi? — A voz no outro lado da linha não era maternal mas, ainda assim, parecia preocupada. — É o Malcolm.
— Ah. — Sofá. Caí. — Ligou para pedir desculpas?
Silêncio.
— Certo. Ontem. Não, para falar a verdade, não foi para isso porque, eu, pelo menos, não concordo com... bem não posso falar sobre isso agora.
— Claro. — Fiquei imaginando qual seria a primeira aula do Brandon.
— Na verdade, não é por isso que estou ligando. Preciso vê-la o mais rápido possível. Tem alguma aula esta manhã?
— Você já não sabe, com seus maravilhosos poderes mentais dos Coveiros? Ah, espere, eu me esqueci. Não existem poderes mentais. Nenhum poder especial, nenhum governo secreto nas sombras, nenhum "vamos cortar sua língua se você falar"... é tudo uma grande cortina de fumaça planejada para fazer seus paus parecerem maiores...
— Demi, eu preciso vê-la imediatamente. É importante. Questões bárbaras.

Bárbaras? Dei uma outra espiada para dentro do meu quarto, onde Brandon, ainda morto para o mundo (cara de sorte), estava fazendo meu edredom embolotado parecer ainda mais embolotado. Malcolm sabia disso? E como? Talvez não fosse tudo um truque. Olhei em volta do quarto. Bah. Todo esse negócio de escutas era só mais uma das teorias da conspiração. E, ainda assim...

— O que é? — perguntei.
— Pelo telefone, não. — Ah, certo e eu não devo acreditar na história das escutas quando ele fala uma coisa dessas? — Pode me encontrar em meia hora? — Ele disse o nome de uma cafeteria no campus.
— Bem, eu meio que tenho que estudar... — Tipo ler um quilo de GEP.
— É uma emergência.
Eu grunhi.
— Tudo bem. Você paga o café.

Tendo concordado com o encontro, corri para o chuveiro para uma erradicação rápida da noite anterior e depois de volta para o meu quarto para me secar e me vestir de forma que não incomodasse o meu... meu namorado. Esse exato termo surgiu claramente na minha cabeça.
Passei um pente pelo meu cabelo recém-lavado e olhei para o Brandon, que estava retorcido nos meus lençóis. A luz azulada da manhã que entrava pela janelinha acima da minha cama brilhava palidamente em sua pele dourada e seu cabelo estava desgrenhado em todas as direções. Mesmo dormindo, ele sorria. Torci o cabelo num penteado improvisado, inclinei-me por cima da cama e dei um beijo de leve em sua bochecha.
— Eu volto logo — sussurrei para sua forma adormecida.
Primeiro, eu tinha umas coisas a esclarecer com o Malcolm.



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Bom dia amores !!! Desculpem a demora rsrsrs'
Eaeee ? Demi ta boa né .. cheia de opções, Brandon .. George .. e quem sabe Joe/Poe rsrs ~melhor que eu~ t.t 
#xatiada

Bom ... Logo logo tem mais =)

bjss

COMENTEM !!! #Plissss


6 comentários:

  1. Eu li que logo tem mais
    Ahhhhhhhhhhhhhh!
    (Pulando)
    Gostei imenso, mas sei Team George aqui. O Joe que chegue detonando para roubar meu coração.
    Continua

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  2. Demi demi demi <3 <3 <3
    Tá perfeito bebê
    Posta logooo sua linda
    Saudades suas <3 <3
    Milhões de beijos

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  3. Posta Logo! O Joe ta interessado na Demi #Babado, quando vai te mais cena dele, pq ele quase ñ aparece? BJOS

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  4. PERFEITOOOO!!!!!!! Brandon, fofo, George, safado, e Joe, egocentrico kkkk, Ainda prefiro o JOE!!!!!! POSTA LOGO !!

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  5. POSTA OUTRO LOGO PLMDDS

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  6. Joe perfeito, mas egocêntrico. George lindo, mas safado. Brandon fofo, mas eu não vou com a cara dele. Fico com o Joe msm, ele e a Demi são pergeitos juntos.
    Em relação a imagem prefiro a Lucy com o Gray e.e kkkk

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Sem comentários ........... sem capítulos!