15/02/2014

Sociedade Secreta - Capítulo 6 (Parte 2)





O que há para se dizer sobre o resto da noite? Que detalhes lascivos e luxuriantes eu posso confessar? Devo revelar como fomos encaminhados para dentro de uma frota de limusines brancas e levados até uma mansão em Connecticut (pertencente a um dos ex-alunos ou "patriarcas")? 
Como bebemos champanhe à meia-noite e enchemos a pança com lagostas grelhada às 2h da manhã? Até eu fiquei chocada por eles terem um chef lá às três da madrugada para caramelizar as cascas do creme brûlée que comemos de sobremesa.

No meio de tudo isso, tivemos um curso intensivo a respeito do funcionamento interno da sociedade e lições suficientes de história para merecer meio crédito. A história da Rosa & Túmulo se estendia há quase dois séculos. Não é particularmente emocionante (e o fato de estarmos exaustos e bêbados não ajudou). Parece que esse garoto, Russell Tobias, ficou irritado por não ter sido convidado para entrar na Phi Bela Kappa, foi para a Alemanha puto da vida, conheceu uns maçons ou templários ou um tipo qualquer de sujeitos de uma irmandade e enfiou na cabeça que — como os fundadores de todas as outras instituições de Eli, inclusive a própria universidade (que foi fundada por um bando de sujeitos insatisfeitos com o modo como as coisas estavam sendo gerenciadas na Harvard do século XVII) — se não iam deixá-lo brincar em seu clube, ele criaria um para si. 
Então foi o que ele fez e, como vinha de uma família ridiculamente rica que tinha um dedo em todos os esquemas vitorianos de geração de dinheiro que havia — agricultura, importação e exportação, primeiras indústrias (foi aqui que Soze inclinou-se para a frente e sussurrou: "Drogas" — ele foi capaz de dedicar uma grande soma ao seu novo clubinho de meninos e a Rosa & Túmulo nasceu, assim como o Fundo Associado Tobias. O Fundo Associado Tobias (ou FAT, como Poe passou a chamá-la) é a coisa mais próxima de um corpo de diretores que a Rosa & Túmulo tem. É presidida por uma junta eleita pelos membros vivos, e todos os pedidos, financeiros ou não, feitos pelos seniores que formam o corpo ativo da Rosa & Túmulo no campus têm que ser aprovados por essa junta de curadores.

— Que tipo de pedidos? — Angel perguntou com a boca cheia de champanhe.
Poe trocou olhares cuidadosos com Lancelot.
— Financiamentos. Mudanças nos, humm, regimentos internos.
Lancelot encolheu os ombros.
— Tivemos que fazer algumas restaurações de obras de arte no ano passado e tivemos que pedir permissão para pagar por isso.
Um dos outros cavaleiros caiu na gargalhada.
— É. "Restauração de arte". Você furou uma pintura a óleo com uma bola de futebol, Lance.

Ele corou e abaixou a cabeça.
Todos os irmãos do começo do século XIX eram igualmente ricos e o Fundo Tobias cresceu em patrimônio. Eles investiram em um dos melhores terrenos no campus, construíram para si um mausoléu gigantesco de pedra e o encheram de antiguidades, obras de arte, curiosidades e bugigangas universitárias surrupiadas de todas as outras organizações de Eli. Além da propriedade na High Street, o Fundo Tobias (uma organização sem fins lucrativos e isenta de impostos, aparentemente) possuía um encantador conjunto de suítes no Clube Eli perto do centro de Manhattan e uma ilha particular no Sul, onde os membros se refugiavam. — Quanto vale o fundo? — perguntou Soze. 

Eu estava aprendendo rapidamente que sempre se podia contar com Nick para ir direto ao ponto em qualquer questão. Poe citou um número oscilando nos oito dígitos.
Pessoalmente ? Eu estava impressionada, mas uma rápida olhada em torno da sala mostrou reações variadas. Angel estava com cara de que seu último gole de champanhe havia se transformado em vinagre e Soze parecia estar mordendo a parte de dentro de sua bochecha.

— Isso não é... suficiente? — perguntou Lucky, falando pela primeira vez. Uma pequena surpresa. Sua renda igualmente grande provavelmente pagara por montes de igrejas. Mas muito provavelmente não se igualava ao fundo de investimentos de Angel.
Poe retrocedeu.
— Nosso orçamento operacional efetivo é bem grande, portanto o valor monetário do fundo em si não é indicativo...
— Temos bastante dinheiro — interrompeu um patriarca, como se a discussão estivesse encerrada.
Ergui minhas sobrancelhas para ele.
— Ainda estamos na fase de saber apenas o necessário? — perguntei. — Mesmo agora que já fomos iniciados? Segredos dentro de segredos?
— Embrulhados em charadas enterradas em enigmas, gata — Lancelot acrescentou, erguendo sua taça de champanhe em um brinde improvisado.
— Olhe, Srta. Lovato — o patriarca falou, então mordeu o lábio de repente, esquecendo-se de sua reprimenda. Enfiou a mão no bolso, puxou a carteira e entregou dois dólares ao Poe. 
— Nomes bárbaros — Poe explicou enquanto enfiava o dinheiro no bolso de seu manto— as penalidades vão para nossa caixa registradora pessoal.
— Dois já foram, só faltam nove milhões — disse Soze.

O objetivo de todo esse negócio de bárbaros era separar nossa vida na sociedade de todo o resto. Dentro do mausoléu e durante eventos oficiais da sociedade fora dele (como nossas aulas na mansão), usávamos os nomes da sociedade para nos referirmos a cada um e termos da sociedade para vários objetos e eventos. Jurávamos por Perséfone em vez de jurar pelas figuras de nossas religiões. 
Até o tempo corria diferente; os relógios dos Coveiros eram adiantados cinco minutos em relação ao mundo exterior e os Coveiros contavam os anos a partir da época do início da sociedade. Referiam-se a qualquer coisa que acontecesse no mundo normal, mesmo se acontecesse com membros da sociedade, como "assunto bárbaro". A festa terminou logo depois (e sem mais nenhuma elucidação sobre nossa situação financeira, para grande decepção dos novos convocados) e seguimos os seniores até o átrio, onde havia uma piscina coberta — uma de verdade desta vez. Segui-os a uma distância segura e observei-os tirarem suas roupas e mergulharem na água aquecida. Fumaça saía da superfície e subia em espirais em direção ao teto de vidro e seus gritos e gargalhadas ecoavam nas paredes de pedra. Meus irmãos, berrando a plenos pulmões com suas cuecas transparentes e — Ó, Deus, Clarissa! — calcinhas fio dental de renda.

Joguei-me em uma espreguiçadeira estofada e me servi de mais uma taça de champanhe da garrafa quase vazia de Veuve Cliquot que estivera carregando para cima e para baixo. Minha mente não conseguia absorver os acontecimentos daquela noite. A iniciação maluca, a nova classe de convocados, o tour pelo mausoléu, a história, as músicas, o protocolo — era como estudar pesado para uma prova escrita de história e um teste prático de laboratório ao mesmo tempo. Seria impossível me lembrar de todas as fórmulas e eles já haviam proibido as colas. Havia dúzias de senhas secretas e combinações e esconderijos e apertos de mão — é, aprendemos um aperto de mão secreto também, você acredita? É assim:

APERTO DE MÃO SECRETO DA ROSA & TÚMULO

PASSO: Quem cumprimenta estende a mão como se fosse dar um aperto de mão normal mas, antes de fazer isso, fecha o dedo indicador e o pressiona contra a palma do outro cara. É assim que você mostra que está dentro.

PASSO: Quem recebe o cumprimento bate três vezes, uma e mais duas no dedo anular, médio e indicador do outro, respectivamente. É assim que você garante ter separado um membro da Rosa & Túmulo de outra organização que também use o truque do dedo na palma da mão.

Aparentemente, isso é derivado dos templários, ou dos maçons, ou de alguém mais e
portanto muitas outras sociedades secretas fazem a mesma coisa.
— Todo mundo nos copia — Lancelot havia dito com seu sorriso único.
— Por que não fazer só a parte que é especificamente da Rosa & Túmulo? — eu havia perguntado e me arrependi imediatamente quando vi as cabeças dos outros convocados se ergurrem para o céu. Toda vez que eu abria a boca, parecia que me metia em encrenca. Apenas Lancelot parecia imune ao aborrecimento.
— Porque, Bugaboo, alguns desses caras têm 80 anos e não se pode ensinar truques novos a um cão velho.
— Usamos esse aperto de mão há séculos — outro Coveiro explicou. — E não vamos mudar só porque alguns idiotas sacaram e decidiram copiar.

Recostei-me na minha cadeira e pratiquei o aperto de mão secreto comigo mesma, tentando ao máximo ser sutil e discreta, para que espectadores enxeridos não percebessem todo o complicado trabalho com os dedos. Era mais difícil do que parecia, principalmente devido ao fato de uma das minhas mãos estar de cabeça para baixo. Talvez houvesse mais alguém por ali com quem praticar. 
Olhei em volta e, como era de se esperar, Jenny Santos estava sentada sozinha novamente, observando os nadadores com uma mistura de divertimento e confusão no rosto. Ela era a única que não estivera bebendo naquela noite. Na verdade, de todos os convocados, ela era a que estava agindo de maneira mais distante. Talvez fosse hora de quebrar o gelo.
— Você também não gosta de nadar? — perguntei, sentando-me na borda de sua espreguiçadeira.
Ela saiu de seu devaneio.
— Eu adoro. Mas não vou tirar a roupa.

Dei uma olhada nos vários nadadores. E em suas cuecas. Bom argumento.

— Quer tentar fazer o aperto de mão secreto?
Estendi minha mão e ela prosseguiu com o aperto de mão com tanta facilidade e com uma habilidade tão natural que meu queixo caiu.
— Uau, como você fez isso? Você já sabia antes?
Jenny deu de ombros.
— Não.

Talvez fosse um negócio de cdf de computador. Como se ela fosse tão habilidosa para manipular o teclado que aprender rapidamente os movimentos dos dedos de um aperto de mão secreto não fosse problema. Tateei em busca de outro assunto para conversar, pois não parecia que essa Jennifer fosse introduzir nenhum.

— Então, eu soube que você é uma grande gênia dos computadores. O que você inventou? 
— É complicado.
— Eu sou uma garota inteligente. Tente explicar — pelo menos, tente com mais de duas palavras, querida.

Ela suspirou alto, como se estivesse cansada de explicar aquilo.

— Eu escrevi o núcleo para um programa de busca no desktop que evita os threads de perguntas repetidas no contexto da busca que invalidam a tradução dos buffers de memória e evita a obstrução dos recursos da CPU. Fui selecionada por uma empresa de software e eles integraram meu programa em seu novo sistema operacional.

Está bem, talvez eu não seja tão inteligente. Mas tenho certeza de que poderia entender a parte financeira.

— E eles te deram um monte de dinheiro por ele?
— Não exatamente. Eles não sabiam o quanto iam gostar até começarem a usar, então cometeram o erro de me pagar por comissão em vez de comprar o programa de cara.
— Isso é maravilhoso! Então agora você recebe uma comissão para cada cópia do novo programa operacional deles?
— É.
— Qual foi a empresa de software?
— Uma das grandes. A essa altura, eu estava ficando um pouco incomodada com sua atitude reservada.
— Nós somos Coveiros agora. Não devemos ter segredos.
Jenny olhou para mim, as sobrancelhas erguidas.
— É isso que você pensa? A Irmandade da Morte tem muitos segredos, Demi. Nós só raspamos a superfície. — Ela ergueu a mão para acariciar a cruz em torno de seu pescoço. — Apesar de que, para lhe dizer a verdade, acho que eu estava esperando algo mais — ela apontou discretamente para os nadadores — pervertido.
Pensei no que Malcolm havia dito sobre encontrar a maçã certa para tentar Jenny. Talvez ela não estivesse tão tentada quanto eles pensavam. Abri a boca para lhe perguntar mais sobre essa "Irmandade da Morte" (porque eu certamente nunca ouvira eles serem chamados disso), quando um bando de Coveiros encharcados caiu sobre nós tentando nos botar de pé. 
— Vamos lá! — eles gritaram, rindo, erguendo Jenny no ar.
— Esperem! Esperem! — ela berrou, rindo. — Tenho que tirar o meu BlackBerry!

Alguns momentos depois, sem o BlackBerry, eles a jogaram na piscina. Ela voltou à superfície, jogando água em seus captores e sorrindo tão amplamente que era como se eu tivesse conversado com outra garota.

— Você é a próxima! — gritou Thorndike, agarrando o meu braço.
— Não, espere! — disse eu, enquanto a menina me tirava do chão. — Eu não sei nadar. 
Ela me soltou e eu caí de volta na espreguiçadeira.
— Nem um pouco?
— Ah, por favor! — Nick falou, agarrando meu outro braço. — Ela só não quer molhar a roupa. Peguem-na!

Droga! De novo, não!

— Pessoal — disse Malcolm. — Esqueçam. Ela já tomou um caldo esta noite — ele colocou a mão no meu ombro e todo mundo me soltou.

Esse era o efeito que Malcolm Cabot tinha sobre as pessoas. Elas simplesmente o escutavam.

— Meu herói — falei. 
Ele encolheu os ombros. 
— Em vez disso, me joguem — ele ofereceu à turba enquanto tirava a camisa. 
Um instante depois, eles o ergueram e marcharam até a borda da piscina. Ele não lutou, provavelmente pensando que, pelo menos, era um bom treino para quando nossa turma tivesse que convocar seu próprio grupo no ano que vem. 
Fiquei imaginando como eles escolhiam a turma. Grandes empreendedores, obviamente — pessoas como Nick, Jennifer, Megan e Harun não apareciam todos os dias. Nada do que eu já tivesse feito chegava perto desses caras. Pelo que eu ouvira na biblioteca, estava claro para mim que George Harrison Prescott era um legado (seu pai o empurrando para a sociedade etc.) e eu apostaria quase qualquer coisa que Clarissa também era. O Sr. Cuthbert parecia o tipo de cara que tinha estado na Rosa & Túmulo. Eu não conhecia os outros tão bem, mas aposto que seus currículos eram impressionantes tanto por seus méritos quanto pela perspectiva genética. E eles todos sabiam disso. Menos eu.

Por que você não está na Pena & Tinta?
 Isso mesmo, por quê?

Comecei a praticar o aperto de mão comigo mesma de novo. Algumas gotas de água pingaram no meu cotovelo. Olhei para cima. Malcolm estava de pé ao meu lado. Seu cabelo incrivelmente liso estava jogado para longe do rosto e a água escorria de seu abdome de atleta e descia em filetes pelas pernas de sua samba-canção colada ao corpo e ensopada. Ele deve ter tirado as calças quando eu não estava olhando. Que pena. Malcolm obviamente entrara na brincadeira da piscina, apesar de, pelo que eu podia ver, Jenny ainda estar se divertindo na água atrapalhada por suas calças cargo e camiseta branca que, sinto muito, amiga, não estava escondendo nada.

— Você meio que está na frente da minha luz — falei, espremendo os olhos em sua direção. 
— Você não sabe nadar mesmo, não é?

Malcolm Cabot era incrivelmente gostoso. E passara a noite toda me dando muita atenção. No princípio, descartei, achando que era só o desejo de fazer a nova iniciada se sentir em casa — principalmente depois da forma como aquele tal de Poe havia me tratado. Mas, mesmo depois de ter ficado claro que eu havia superado tudo e estava mais do que pronta a farrear, ele continuara próximo. Ops. Será que Brandon tinha um rival? Se tivesse, era melhor abrir o olho — Malcolm estava num nível muito acima dele.
(Ah, meu Deus, eu acabei de pensar isso mesmo? Eu sou uma piranha! Como se importasse! Como eu posso ter tido um pensamento tão mesquinho, pequeno e desprezível? Será que já estava me transformando numa esnobe; eu estava em uma sociedade secreta, portanto era melhor do que alguém que não estava? Será que Selena estava certa? E pensar isso do Brandon — Brandon, que era tão gentil comigo, tão bom. Eu gostava dele. Não estava apaixonada por ele, mas...)

Para falar a verdade, Malcolm estava num nível muito acima do meu também. Portanto, a idéia de que ele estivesse interessado não fazia sentido, mesmo na minha mente atordoada pelo champanhe.
Mas, considerando a confusão mental acima, eu realmente não me importava se fazia sentido. Ele estava ali, molhado e quase nu.
— Não, eu realmente não sei nadar.
— Por quê?
Pisquei para ele.
— É segredo. Ainda posso ter segredos para você, não posso, Lance?
Ele se sentou ao meu lado.
— Não é bem visto mas, tecnicamente, sim. Vamos lá, Bugaboo, conte-me. — Ele agarrou minha coxa e a sacudiu, como se fosse expelir a verdade de mim. Pisquei de uma forma que esperava ser sedutora, mas o movimento das minhas pálpebras pareceu levar muito mais tempo do que o estritamente necessário. Nota para mim mesma: quando parece que você pode se dar bem com um sênior gostoso, pegue leve no champanhe. Mas também, provavelmente não era só o champanhe me derrubando. Afinal de contas, eram quase 5h da manhã e eu nunca fora muito boa em virar a noite.

E eu estava sentada ali, superada por um Adonis de samba-canção molhada. É claro que "superada" fora o tema da noite, não é? Eu estava fundindo meu cérebro educado em Eli tentando descobrir onde eu me encaixava nesse mundo. Até a nerd cristã parecia ser um ingrediente mais apropriado.
— Por favor? — Ele piscou seus cílios louros para mim. — Eu te conto um segredo também.
— Um dos grandes?
Ele sorriu e se inclinou para perto.

— O maior.


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Obrigado pelos comentários =) 
#Happy

Gente, não sei vocês leram, mas no post dos personagens na parte do Joe, o nome de sociedade dele é "Poe" .... ou seja, ele já está aparecendo okay, só que na sociedade, sendo um completo $%#@ ... eu disse que ele não legal no começo. 
Só falei isso por que notei que vocês não notaram o fato que era ele ... 

Bom, vou nessa por que tenho curso daqui a pouco =)

bjss amores ! 

COMENTEM!!!

10 comentários:

  1. Prometo solenemente começar a ler a fic agora
    e terminar de ler aindo hoje
    e volto para comentar novamente viu jujubaaaaaaaa
    beeeeeeijos
    não sabia que você estava postando :(

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  2. ainw li tudinhoooo
    que história intrigante e cheia de lacunas a ser preenchidas
    hum adorei
    agora seja boazinha e posta logo kkk
    beeeeijos

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  3. Ata...entendi :-D
    Que perfeito
    To amando tudooo
    Super ansiosa para saber mais....
    Posta logoo
    Beijos

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  4. Mais Mais. Sinto que a Demi ao contrário dos outros ainda não tem nada

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  5. Droga tenho q ler os caps tudo de novo para ver as partes de joe. kkkk quem manda ser deslexada andressa!! enfim, muito perfeita essa historia e posta logo. vc poderia postar uma lista dos personagens e seus nomes de sociedade pq as vezes(quase sempre) eu fico perdida. os unicos q eu sei é bugaboo(demi) angel(clarissa) e Poe(joe) se n for encomodo por favor.
    POSTA LOGO TA PERFECT!!!

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  6. Reli e velho, Joe é um completo imbecil, pelo menos o Poe é kkk. Mas tipo eu to amando o joe mal. E sou suspeita para falar sobre isso pois tenho uma queda(ta mais para um penhasco) por bad boys. Sei lá, os caras mal são mais excitantes kkkkkkkkkkk mais espero q ele comece a tratar a demi bem. POSTA LOGO!!

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  7. Adorooo vilões, mas espero que a Demi não sofra muito nessa sociedade

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Sem comentários ........... sem capítulos!