04/02/2014

Sociedade Secreta - Capítulo 4 (Parte 2) BIG




Assim que levantei a aldrava, a porta se abriu. Vislumbrei um rosto nas sombras, talvez um par de mãos, e então alguém jogou um capuz de juta em cima da minha cabeça, me agarrou pelos dois braços e me puxou para dentro.
Eu gritei. É claro.
— Silêncio, Neófita — mais mãos me rodearam e eu fui erguida no ar. — Está pisando em solo sagrado. — Um homem entoou de algum lugar próximo ao meu joelho direito. 
Balancei minhas pernas inutilmente.
— Não estou pisando em nada — resmunguei sob o capuz. Alguém chegou a ter a ousadia de me dar um tapa na bunda.
— Quieta.
— É melhor ter sido alguém que eu conheça ou eu vou processar por asséd...
— Eu disse "quieta"!
— Tire a mão, seu patife encapuzado — dei pinotes com meu corpo enquanto meus captores me carregavam para baixo por uns poucos degraus com uma série de sacolejos
violentos.
Ouvi uma risadinha perto da minha omoplata esquerda.
— Convocou uma animadinha aí, Lancelot.

Lancelot?

Toda a conversa cessou conforme a equipe virava à esquerda, parava, depois me botava de pé sobre meus pés (compreensivelmente) bambos. Duas mãos nos meus ombros me empurraram para cima do que me pareceu ser um banco de madeira e outra arrancou o capuz da minha cabeça. Abri os olhos e engasguei. Não pelo choque, gostaria de salientar. O aposento ainda estava escuro demais para ver muita coisa, mas o que faltava em iluminação mais do que sobrava em nuvens asfixiantes de fumaça. Eu tossi e gaguejei, reconhecendo no meu segundo ou terceiro espirro que os minúsculos brilhinhos laranja invadindo meu campo de visão eram as pontas de cigarros acesos. Havia dúzias deles. Meus olhos começaram a lacrimejar e ouvi algumas tossidas abafadas atrás de mim. Muito bem, então eu não estava sozinha aqui.

Olhe só o que conseguiram com suas proibições de fumar em locais fechados: uma geração de vinte e poucos anos com tolerância zero à fumaça dos outros.
— Neófita! —As centelhas tremeram por um segundo, e então pareceram congelar no ar.
— Você busca ser iniciada nos Mistérios Sagrados da Rosa & Túmulo, dedicar a Resolução dos seus Ossos, a Paixão do seu Sangue e o Poder da sua Mente... 

E à paciência dos meus ouvidos, pensei, para ouvir essa bobagem cafona. Quem escreve esse negócio?
 — ...à nossa Ordem. É esse o seu desejo?
— Pode apostar!
Alguém me cutucou.
— Diga "Aye".
— Aye — eu repeti, esperando não soar como um pirata.
As centelhas começaram a dançar de novo.
— Não fale precipitadamente, Neófita. Pois, depois desta noite, não poderá se afastar do Caminho da Rosa & Túmulo. Sua mera admissão em nosso mausoléu, sua presença aqui, na Sala do Vaga-lume...

Então era isso que aqueles cigarros deveriam representar.
Fofo.

— ...já lhe mostraram mais do que é permitido a qualquer Bárbaro, mas até mesmo esses Mistérios não passam de minúsculas centelhas ao lado da Candeia do Conhecimento. Está disposta a Testemunhar essa Luz e ser levada para sua Chama, mesmo que ela possa cegá-la? (Dava para ouvir as letras maiúsculas na voz dele, por falar nisso.) Escolha com cuidado, Neófita, pois não poderá voltar atrás.

Humm, está bem, Morfeus...

— É, eu vou tomar a pílula vermelha.
— Hein? — disse a voz. 
Outra pessoa riu abafado.
— Me desculpe — falei. — Quis dizer "Aye".

Todos os vaga-lumes lançaram-se para baixo e se extinguiram e, por um segundo, impossivelmente, a fumaça na sala ficou mais espessa. Aí uma luz brilhou na sala e um lampião antiquado flutuou na minha direção.
— Então, venha conosco, Neófita Lovato, e Renasça.

Eu me levantei e andei em direção à luz. Quando cheguei mais perto, vi que ela estava sendo segura por uma figura completamente coberta por sua longa capa e capuz negros, olhando para todo o mundo como um fantasma. Ele retirou o punho de debaixo da capa e, em câmera lenta, abriu a mão para revelar uma brilhante chave dourada em sua palma. Estiquei a mão para pegá-la.

De repente, várias pessoas me agarraram de uma vez e me arrastaram para longe da figura encapuzada. Ouvi a porta se abrir, senti um sopro de vento gelado e então estava sendo impelida bruscamente escada acima.
— Não é para você! — eles gritavam, seguindo a isso um coro irregular de "Você não é digna! Você não está pronta! Você não pode entrar! Saia, saia, saia!"
— O que diabos...? — Quiquei minhas pernas furiosamente e me livrei de suas mãos com um puxão, me debatendo no escuro até sentir meus joelhos no chão de tábua corrida. Ai! Isso fazia parte da iniciação? Se fazia, acho que eu tinha perdido alguma coisa. Ouvi um farfalhar atrás de mim, e então, como se viesse de longe, uma voz dando o alarme.

— Rápido, rápido, peguem-na! Ela não deve se infiltrar no Templo Interior. 
Pisquei furiosamente e perscrutei através da escuridão, esperando discernir alguma forma, algum caminho, algum sinal gigante e iluminado dizendo SAÍDA em grandes letras vermelhas. Templo Interior, não é? Que tal uma linda e relaxante Varanda Exterior?
Sem sorte. Fiquei de pé e comecei a andar, as mãos esticadas na frente para não quebrar o nariz. Alguns passos hesitantes depois e bati numa parede. Mantive as pontas dos dedos pela beirada enquanto me movia para a frente, sentindo a textura delicada do papel de parede de seda, as beiras de molduras entalhadas de quadros e então, finalmente, uma dobradiça. Uma porta, mas seria para fora ou mais para dentro? Cuidadosamente, deslizei a mão ao longo da parede interna, depois do umbral, esperando descobrir um interruptor. Mas, em vez disso, meus dedos tocaram em algo liso e redondo afixado à parede. Parecia uma bola de cerâmica debaixo da minha palma. Deixei minha mão deslizar para baixo, pela frente do objeto, e senti alguns calombos, algumas reentrâncias, três buracos e uma extremidade dentada...
Ah. Meu. Deus. Um crânio humano.
Uma mão se fechou em torno do meu pulso.
Tentei gritar mas, antes que eu tomasse fôlego, alguém cobriu a minha boca e me arrastou para dentro da sala.
— Fique quieta, Demi! Ou eles vão pegá-la.

Ele me soltou e eu girei para ver meu captor. Como os outros, ele usava uma capa escura com um capuz puxado por cima dos olhos. Carregava uma minúscula lanterna, que estava apontando para o rosto como as crianças fazem para contar histórias de fantasmas. Eu não conseguiria tê-lo reconhecido, mesmo que tentasse.
— Bela fantasia. Quem é você?
— Você vacilou lá dentro, Demi, e eles não vão deixá-la entrar.
O quê? Epa! Por que o Malcolm não me avisara sobre isso? E , o que eu fizera para ter vacilado? Todo esse negócio da Rosa & Túmulo estava se transformando num verdadeiro fiasco. Eu não sabia quem eram essas pessoas, o que estava acontecendo comigo ou por quê. A Pena teria sido infinitamente mais fácil do que isso. Será que os Coveiros tinham alguma coisa a ver com o fato de eu não ter sido convocada pela sociedade literária? Eu não havia pensado nisso antes. Estava animada demais com a perspectiva de entrar para a Rosa & Túmulo. Mas, se os Coveiros fossem passar a noite bagunçando com a minha cabeça antes de me expulsar, eu iria querer algumas respostas de Glenda Foster sobre por que eu estava perambulando por um mausoléu de pedra com correntes de ar frio ao invés de estar sentada lindinha na quitinete da Pena & Tinta.
— Tudo bem — falei, levantando o queixo —, então só me mostre a saída.
Ele balançou a cabeça
— Não posso. Sinto muito. É tarde demais.
— Como assim?
— Eles vão tentar silenciá-la.

Minha boca ficou seca e, por um segundo, acreditei nele. Afinal de contas, eu acabara de botar meus dedos dentro das órbitas oculares de um homem morto. Essas pessoas usavam crânios humanos como interruptores; talvez fosse melhor levá-los a sério. E aí lembrei-me de Malcolm e da entrega desajeitada da carta naquela tarde. Eles não eram juizes onipotentes, eram garotos universitários. Se algo acontecesse comigo, eles não iam se safar. Selena, pelo menos, sabia aonde eu fora esta noite.
— Vocês falam muito, mas não tem nada que comprove o que dizem.
 — Você sempre disse isso. — Ele sorriu nesse momento, uma careta mal-humorada e, sob aquele estranho ângulo da luz, pareceu o imperador maligno de Guerra nas Estrelas.

Xi Demi. Esse cara não quer ajudá-la.

— Você nos fez um desafio na sua entrevista — ele continuou. — E os Coveiros não aceitam as coisas sem fazer nada. Está aqui para aprender uma lição, Demi Lovato. — A porta atrás de mim se abriu com violência. — Eu a peguei, pessoal. — Ouvi-o dizer enquanto meus dois braços eram torcidos atrás das minhas costas, com firmeza, mas não desconfortavelmente e a primeira figura me cutucava entre as omoplatas para me fazer marchar.
— É hora do Grande Tour.
— Isso é agressão — falei. — Eu vou gritar.
— Se alguém pudesse ouvi-la, o que não pode, acha que ia fazer alguma coisa? Um grito vindo do mausoléu da Rosa & Túmulo na Noite de Iniciação? — Algumas das figuras ao meu redor riram.

O medo correu pela minha espinha e minha pele começou a se arrepiar em todos os lugares que meus captores me tocavam. Isso era uma brincadeira, certo? Parte do jogo de iniciação. Mas eu também tinha ouvido histórias sobre os Coveiros e seus desentendimentos com a lei. De alguma forma, o poder da Rosa & Túmulo prevaleceu e os membros se livraram ardilosamente de todas as acusações. Algumas pessoas diziam que a sociedade era dona da polícia.

— Onde está o Malcolm? — perguntei, com uma voz muito mais destituída de sarcasmo do que a que eu estava usando alguns momentos antes. Malcolm Cabot era filho de um governador; ele não participaria de nada muito ilegal, certo? A não ser que você acreditasse nas lendas que diziam que a sociedade também dominava todo o governo.
— Ele vai aparecer... em algum momento. Agora cale a boca e curta o passeio.

Dito isso, eles me empurraram para os braços preparados de outro grupo, que me rodou em círculos, me levantou e me depositou não-tão-gentilmente em uma superfície plana e dura. 
— Você está destinada a uma cova de indigente.

Por um momento, achei que iam me deixar ir. Cara, como eu estava errada — algo que ficou claro alguns segundos depois, quando fecharam uma tampa na minha cara. Tentei me mexer, mas as paredes se fecharam apertadas em volta de mim por todos os lados. Eu podia sentir madeira lixada a alguns centímetros dos meus ombros, acima da minha cabeça e, mais notavelmente, bem na frente do meu nariz.
Eles me botaram em um caixão.

Esmurrei a tampa, mas estava bem fechada.
— Deixem-me sair! Deixem-me sair, seus filhos-da-puta! — gritei, esperneando. Eles reagiram me virando de lado. Eu rolei, esperando ao mesmo tempo que o movimento soltasse alguns parafusos e também que o caixão fosse resistente o bastante para não me jogar para fora sem aviso prévio.
— Você não nos leva suficientemente a sério, Neófita Lovato — disse o Coveiro Darth Vader. Sua voz estava abafada através do caixão, mas agora eu a reconhecia. Era o idiota da minha entrevista. O que ficou discutindo com Malcolm sobre não me deixar entrar para a sociedade.
— Eu prometo, aprendi a lição! — esmurrei a tampa do caixão para dar ênfase.
— Você nos deprecia — ele continuou, como se não tivesse ouvido. —Você nos ridiculariza. Você nos desafia. Você chama nossas Vestimentas Sagradas de fantasias...
— Bem, vocês se vestem como figurantes em uma convenção de RPG Dungeons & Dragons.

Eles sacudiram o caixão, o que me fez calar a boca.
— Antes que esta noite acabe, Neófita, você vai aprender a respeitar seus Anciãos. 
Mordi a língua para me impedir de comentar que eu não considerava alguns meses uma diferença de gerações. Eles estavam me carregando durante o que parecia serem séculos, mas era difícil saber quanto dos solavancos eram realmente movimentos para a frente e quanto era inteligentemente projetado para parecer assim. Finalmente, me botaram no chão. Achei que podia ouvir sons de água por toda a minha volta. Mais um banheiro?

Eu podia ouvir a voz do meu captor muito claramente agora, como se ele tivesse se inclinado para sussurrar diretamente na tampa do caixão.
— Você está sob nosso controle agora e sua vida está em nossas mãos. Esta é a sala da piscina, Neófita. Se quisermos, você vai ser jogada lá dentro. Acha que escaparia do caixão antes de se afogar?
Não. 
Algo arranhou contra o fundo da caixa — ou talvez fosse o próprio caixão sendo empurrado no chão. Senti-me escorregando para a frente, como se estivesse inclinando e então senti algo bater contra as minhas pernas. Água, entrando pelas frestas do caixão.
Ah, meu Deus, eles estavam fazendo! Estavam me afogando na piscina! 
— Parem! Parem, por favor! — eu gritei, esperneando com todas as minhas forças. As paredes de madeira do caixão permaneceram inabaladas.
Ah, Deus, eu não sei nadar! Eu não sei nadar! Deixem-me sair, por favor, não deixem que eu me afogue!

Puro terror tomou conta do meu corpo enquanto eu praticamente quebrava minhas mãos esmurrando a tampa, ouvi um fluxo de água acima da minha cabeça e a água começou a se infiltrar pela parte de cima do caixão, molhando meu cabelo e minha blusa. A qualquer segundo agora eles iam me soltar e eu afundaria. Impotente. Quanto tempo levaria. As partes do caixão não pareciam muito apertadas.
— Por favor, por favor, me tirem daqui! Eu imploro a vocês!

Meu choro transformou as últimas palavras em um soluço. Finalmente, senti que me levantavam e a histeria diminuiu.

— Bem, isso foi rápido. — Ele elogiou secamente. Lágrimas quentes corriam pelo me rosto e se misturavam à água fria da piscina. Agora que o perigo havia passado, eu não sentia nada além de raiva de mim mesma por ter deixado que eles me vissem em desespero. Jurei não ter nenhuma reação pelo resto dessa experiência maluca, independente do que fizessem comigo.
— Lembra-se do que nos disse na sua entrevista, Neófita? — o chefe dos meus captores perguntou. 
Ele era claramente o mestre-de-cerimônias ali; todos os outros estavam fazendo o papel de força bruta. Meus captores balançaram o caixão intensamente agora, e a água dentro dele se espalhou, encharcando as pernas das minhas calças sem metal.
— Fale!
Sem chance. 

Mas, quando não falei, eles começaram a me sacudir para cima e para baixo. 
— Está bem, está bem — eu capitulei. — Que parte da minha entrevista?
— Sua despedida.
Esforcei-me para lembrar. Eu me lembrava de ter lhes mostrado o dedo médio, mas era só isso.
— Na verdade, não — disse eu com uma pausa, imaginando o que mais eles poderiam ter planejado para mim. O que quer que fosse, não tinha como ser pior do que a piscina.
— Então, deixe-nos melhorar sua memória — ele falou enquanto seu bando sacudia meu container. — Cavalheiros!

E então, em uníssono: Não consumo drogas, nunca fui presa e, pelo que ouvi dizer, não sou tão ruim de cama. Não que qualquer um de vocês vá ter a oportunidade de descobrir isso em primeira mão! 
A cacofonia de vozes possuía um tom pomposo, militar e, se possível, eu estava me sentindo mais humilhada por sua declamação do que me sentira quando abrira minha grande boca pela primeira vez na sala de entrevistas.
— Já ouviu a história da Puta dos Coveiros, Neófita?
Estremeci com a forma como ele se dirigiu a mim.
— Suponho, pelo seu silêncio, que isso seja um "não".
Argh, eu quase podia ouvir o sorriso presunçoso do desgraçado.
— Ou isso ou você me fez desmaiar aqui.
— Ela não aprende a lição, não é, pessoal?

Alguém, eu presumi que fosse o M.C. Sith, bateu com força na tampa do caixão. 
— Temos que jogá-la na água novamente? 
Ah, rapaz, esse idiota ia perder algumas partes de sua anatomia quando eu finalmente saísse dali.
— Como eu estava dizendo, a Puta dos Coveiros é uma mulher muito especial, que tem a missão sagrada de Iniciar os Cavaleiros da nossa Ordem nos Mistérios do Êxtase Nupcial. 
— Encantador — falei, extraordinariamente com o mínimo de sarcasmo. 
Mas isto foi o que eu pensei: Iniciar? Difícil; ou, pelo menos, não nas últimas décadas. Se um homem como Malcolm Cabot  fosse virgem, eu era uma freira.
Como se tivesse ouvido meus devaneios silenciosos, o M.C. continuou.
— Apesar da maioria dos Cavaleiros já estar familiarizada com tais Prazeres Terrenos... E Prosa Rebuscada.
— ...há alguns que saem de Eli sem terem provado suas Delícias. 
O caixão parou de se mover, como se tivéssemos chegado ao nosso destino. 
—Já ouviu essa história, Neófita? 
Não, não assim, mas não parecia estranho. Uma prostituta à disposição no mausoléu da Rosa & Túmulo? Meio nojento, mas de acordo com todas as outras histórias exageradas que eu ouvira a respeito da sociedade.
— Claro, por que não?
Ele se inclinou tão perto do caixão que era quase como se sussurrasse as seguintes palavras diretamente no meu ouvido:
— E nunca imaginou, Srta. Não-Tão-Ruim-de-Cama, por que nós a recrutamos?
Xi.
— Por que não descobre?

E, dito isto, eles abriram uma tranca e botaram o caixão de pé, me jogando para fora. Mergulhando para a frente, eu me preparei para uma colisão que nunca aconteceu. Eu caí e caí, chocada demais com o desaparecimento do chão até para gritar. E, quando finalmente aterrissei, as coisas ficaram ainda piores.


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Oiiiii queridas(os) !!!!!!!!!!!!
Ai! muito feliz por estarem gostando!
Esse capitulo foi legal né ?!?! rsrs' esperem para ver o próximo então ... rs'
Bom, minhas aulas no curso começão amanhã ........................ eu não quero voltar a estudar :'( 
Mas fazer o que né ...
Bom, então é isso ! Já sabem >>> COMENTEM para o próximo ^^  



10 comentários:

  1. Comecei a ler essa fic hoje 'oo'
    Que coisa ,mais perfeita
    Posta logo please
    To muito curiosa!!
    Beijoos'

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  2. Amei o Capitulo Poste logo! Bjs

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  3. Essa história é jemi ?

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  4. Perfeitooooooo o capítulo <3 <3 <3 <3
    To amando tudoo mesmo...falando em estudar...as minhas também começam amanhã... :(
    Posta logo bebê
    Beijos

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  5. Oh Mulher como você pará logo aí.
    Amei a história é linda, posta mais hoje.

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  6. Posta posta posta!!! Meu pai, perfeito! Posta logoooooooooooooooo!

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  7. SOCORRO MDS CONTINUAA PLMDDS QUERO MAIS KKK POSTA LOGO

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  8. hahaha..
    Amei
    Tipo, fiquei com vontade de bater nos coveiros..hahaha
    u.u
    Posta Logooo
    Beijo
    s2

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  9. Gente, posso bater nos coveiros? Ou melhor não, sabe se lá o que podem fazer. Enfim, gostei bastante do capítulo. E boa sorte com o curso. O meu voltou na segunda, assim como as aulas da escola. Posta logo tá? Estou amando a história. Beijos! Até.

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  10. Vou matar esses coveiros, pensando melhor acho bom eu ficar na minha, vai que alguém se vinga por eles.
    To amando a sua Fanfic.

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Sem comentários ........... sem capítulos!