17/01/2014

Sociedade Secreta - Capítulo 3 (Parte 2)





Como se para me convencer de que não estava ficando obcecada com toda essa história de sociedade secreta (afinal de contas, pelo menos 90% dos alunos de todas as turmas de Eli entram para uma!), carreguei GEP para ler na biblioteca. Levei duas horas para encontrar os cinco títulos listados no papel de Selena. As estantes da biblioteca Dwight têm cerca de 12 andares de altura, com recantos c buracos suficientes para metade do corpo discente se esconder. É uma velha tradição de Eli fazer sexo na biblioteca pelo menos uma vez antes da formatura (e, não, eu nunca fiz, nem mesmo com o falso beatnik Galen Twilo).
Finalmente encontrei um dos livros enfiado entre o teto e o topo da estante onde deveria estar guardado. Mais um truque de biblioteca: se você não quisesse que alguém retirasse os livros que você precisava, você os escondia. Com frequência eu ficava imaginando quantos volumes tinham se perdido para sempre na confusão das estantes porque algum aluno esquecera quais eram os seus esconderijos—ou nunca se preocupara em desfazer o estrago quando o semestre acabara (está vendo, você acha que estudantes das universidades da Ivy League eram um bando de pessoas honestas e confiáveis, mas não.
Algumas das coisas que eu já vi fazerem neste campus são praticamente criminosas. Mas nunca pensei que Selena fosse do tipo que teria esse tipo de comportamento).

Dirigi-me para a sala de leitura mais próxima e me instalei em uma das mesas de madeira entalhada que iam de uma ponta à outra. Gigantescas poltronas de couro cor de vinho e lâmpadas de leitura elegantes com cúpulas verdes completavam a decoração, e o sol matutino de sexta-feira brilhava nas janelas com vitrais e destacava os arcos góticos de pedra que se elevavam em uma abóbada acima da minha cabeça. As salas de leitura da memorial Dwight simplesmente exalavam um ar de ambiente acadêmico de alta classe. Imediatamente comecei a me sentir sonolenta. O que tinha mais a ver com o teor de cafeína de um cappuccino: 1.472 páginas de literatura histórica russa exaltando os feitos da invasão napoleônica ou ensaios empoeirados sobre fraternidades universitárias do século XIX? Argh. Decidi espantar o tédio trocando de um para o outro regularmente. Natasha Rostov estava aprontando das suas, mas o volume sobre sociedades não me presenteou com nenhurna informação útil. Sério, eu lá me importo se a Phi Beta Kappa começou na William & Mary? Quero saber o que está acontecendo na Rosa & Túmulo no século XXI.
— Oi, Demi.

Olhei para cima e vi Malcolm Cabot de pé ao lado da mesa. Estudante do último ano, baladeiro conhecido e filho de um governador de estado, Malcolm Cabot e eu não andávamos nos mesmo círculos sociais. Meus amigos se enchiam de pipoca e assistiam à maratonas de Sex and the City, enquanto a galera dele gostava de dirigir até "A Cidade" para maratonas de sexo no fim de semana. Ele não estava na minha faculdade, nunca estivéramos na mesma sala e, até onde eu sabia, não havíamos trocado mais do que três palavras em meus anos em Eli.
— Humm, oi.
Tudo bem, quatro palavras.
— E aí? — Malcolm torceu o pescoço em direção ao meu material de leitura, o qual, felizmente, estava no momento aberto na página 834 de GEP. Ele vestia uma camisa pólo verde-clara com as letras "UC" impressas no canto e um jeans que caía perfeitamente. Seu cabelo cor de areia parecia ter sido arrancado direto de um catálogo da marca esportiva Abercrombie & Fitch. Estava com a bolsa de carteiro atravessada no peito e tocava a alça com os dedos.
— Aula de romances russos, não é? De qual você mais gostou?
Crime e Castigo — disse eu. — Só tem 500 páginas.

Ele riu,o que fez com que recebesse olhares feios de pelo menos três outras pessoas na minha mesa. Malcolm se recompôs então, mas continuou tamborilando na alça da bolsa.
Se você me perguntar, o ritmo, mais do que a conversa sussurrada, era o que fazia sua presença ser um fator de distração. E agora havíamos chegado a duas dúzias de palavras.
— A prova final é mole — continuou. — Portanto, não se preocupe.
— Valeu. —Eu acho. Tum, tum, tum.
— Não estude muito. Vai precisar da sua energia.
Hein? Meus olhos zuniram para seu rosto.
— Do que você está falando? Ele sorriu então, mostrando-me um conjunto de lindos dentes brancos.
— Ah, eu quase me esqueci — ele parou de tamborilar por um segundo, remexeu em sua bolsa de carteiro, retirou três livros e colocou-os na minha mesa.
— Isso pode ajudá-la quando estiver boiando na aula —apontou para cada um deles de uma vez. — Said era uma crítico pós-colonialista, Levi-Strauss defendia o estruturalismo e Aristóteles... bem, ele é o crítico mais velho no livro. Nenhum mereceu aquele B- em literatura etíope.

Olhei para aquele sorriso extremamente familiar, depois para suas mãos, que ele começara a tamborilar na alça da bolsa novamente. Bem ao lado do pequeno broche de ouro preso na lona que mostrava uma rosa dentro de um hexágono alongado. Malcolm Cabot era a Sombra-Que-Sorri. E ele estava na Rosa & Túmulo. O que significava...
— Ei — eu disse. Alto.
— Shh! — a repreensão dura veio de uma garota na mesa ao lado. Torci meu pescoço e parei bem além do corpo do Malcolm para ver Clarissa Cuthbert olhando para mim por cima da borda de sua bolsa Louis Vuitton. O olhar de Clarissa fez um pingue-pongue de mim para o Malcolm e de volta para mim, e então seus olhos azul-gelo se estreitaram. Um ligeiro espanto. Provavelmente estava imaginando o que o filho do governador Cabot estava fazendo conversando comigo. Como Malcolm, Clarissa fazia parte da elite suprema da universidade.
E Malcolm estava se aproveitando da minha distração. Ele despenteou meu cabelo.
— A gente se vê em breve, gata.—Então, deu meia-volta e foi embora. Ignorando Clarissa e esquecendo-me completamente tanto dos livros sobre as sociedades quanto dos críticos preferidos do Malcolm, catei o GEP (com as duas mãos, é claro, já que o livro idiota pesava 90 quilos) e corri atrás dele.

Quando finalmente cheguei ao corredor principal da biblioteca, ele já não estava em lugar algum. Estantes? Saída? Argh! Andei o mais rápido possível para a porta da frente, o tempo todo varrendo cada vão com os olhos atrás de um relance de sua camisa verde ou de seu cabelo louro. Sem sorte.
Na porta, passei pelo processo complicado de não-esta-é-a-minha-cópia-de-Guerra-e-
paz-por-isso-não-tem-o-código-de-barras-da-biblioteca de sempre e então desci correndo os degraus da frente até o Cross Campus Green. Nenhum sinal dele ali também.
O quê, os membros da Rosa & Túmulo também tinham uma entrada secreta para a biblioteca?


Tudo bem, eu enfrentaria os leões em seu covil, *UC* queria dizer Universidade Calvin na abreviatura de Eli e verde era a cor da universidade. Eu o seguiria direto até seu alojamento. Tentei parecer digna enquanto andava rápido pelo gramado de volta à High Street, mas o peso do GEP atrapalhava o meu avanço.

PENSAMENTOS QUE PASSARAM PELA MINHA CABEÇA NO CAMINHO

1) Malcolm Cabot sabia que eu estava enchendo linguiça na minha entrevista, mas me convocou assim mesmo.

2) Devia ser conveniente para Malcolm o fato da Universidade Calvin e do mausoléu da Rosa & Túmulo serem bem ao lado um do outro.

3) Será que os Coveiros têm a Prova final de romances russos no arquivo?

Passei o cartão-chave na entrada da Universidade Calvin e abri o portão pesado. Alguns passos depois e eu estava em seu pátio pequeno e ensolarado, vazio a não ser por um cara com uma camisa pólo verde dirigindo-se para uma das entradas mais afastadas.
— Malcolm — gritei e ele parou imediatamente. Corri até ele. — Você é um Coveiro — falei quando cheguei ligeiramente ofegante.
Ele agarrou o meu braço e me levou até um dos bancos de pedra posicionados mais longe das janelas.
— E você — ele sibilou no meu ouvido em um tom muito mais baixo do que eu estava usando — não é exatamente discreta.
Revirei os olhos enquanto nos sentávamos.
— O quão discreto é esse seu broche?
Ele bufou.
— Você levou mais ou menos 90 segundos para vê-lo e eu praticamente tive que furar seu olho com a parte pontuda.
— Obrigada por se conter.
— Não há de quê.
Cruzei os braços em cima do peito.
— Agora eu quero uma explicação.
Ele estreitou os olhos.
— Para o quê?
— Para o quê! — olhei em volta do pátio. Ainda vazio. Mas abaixei a voz, de qualquer modo. — Para ontem à noite, é claro.
— Você pareceu entender o processo, na hora.
— É, mas aí vocês simplesmente me deixaram lá. No banheiro.
— É claro. Tínhamos que pegar mais outras onze pessoas, sabe, Demi. Estávamos ocupados.
Digeri isso enquanto ele olhava em volta.
— Olhe, este não é o momento para conversar. Tudo o que você precisa saber está nos... — ele parou e olhou para as minhas mãos, vazias a não ser pelo GEP. — Onde estão os livros que eu lhe dei?
— Na biblioteca, eu acho.
— O QUÊ! — agora era a vez de Malcolm falar alto. Ele pulou do banco e ergueu as mãos no ar. — Você simplesmente os deixou lá?
Olhei para ele atônita.
— Eram livros de biblioteca. E eu já tenho uma cópia de Poética no meu quarto.
— Tinha... argh! — ele socou o ar com as mãos. — Havia algo em Aristóteles. Para você. De nós.
— Ah.
Ah? — Ele andava de um lado para o outro na minha frente. — Ah?! É tudo o que você tem a dizer?
— O que eu deveria dizer? Acha mesmo que depois daquela sua ceninha eu ficaria mais interessada em ir atrás de você ou em saber um pouco mais da opinião do Cara Branco e Falecido sobre crítica literária?
— Bem, não achei que você simplesmente os deixaria lá! — ele se jogou de volta no banco e colocou as mãos na cabeça. — Eu disse a eles que não devíamos ser criativos. Eu disse "Qual é o problema com os Correios?" Mas alguém me ouviu? Não. E agora veja isso.

Dei um tapinha em seu ombro, porque me pareceu a única resposta adequada, mas por dentro eu já estava planejando meu trajeto de volta à sala de leitura. Malcolm levantou-se de um salto e me agarrou pelos ombros. Ele olhou para mim resoluto.
— Escute, você não pode deixar que ninguém mais veja a carta que eu botei dentro daqueles livros. Isso pode estragar tudo. Você tem que voltar à biblioteca e pegá-los de volta. Agora. Entendeu?
Assenti, meio perplexa, e coloquei as mãos em seu peito para afastá-lo. E, naturalmente, foi quando a porta da entrada mais próxima se abriu e Brandon Weare saiu.
— Ei, Lovato — disse ele com uma voz que era tudo, menos casual. — E aí?
Malcolm abaixou as mãos e deu um passo para trás e eu tentei pensar na maneira menos constrangedora de reagir.

OPÇÃO UM: "Epa, Malcolm, cuidado nesses pisos irregulares, não vai querer tropeçar!" 

OPÇÃO DOIS: "Ei, Brandon. O Malcolm estava refazendo uma cena de The O.C. que eu perdi na semana passada."

OPÇÃO TRÊS: "Oi, Brandon. Malcolm e eu não podemos conversar agora. Temos que voltar à biblioteca antes que alguém encontre a correspondência ultra-secreta que o agente Zero-Zero-Cabot da Rosa & Túmulo aqui deixou dentro de um livro que eu não tinha a menor intenção de olhar."

Mas Malcolm assumiu, passando de comediante-pastelão-apavorado para James-Dean-tranquilo em um instante.
— Ei, cara, e aí? — Ele estendeu a mão e cumprimentou Brandon com um toque de mãos antes que meu amigo-colorido pudesse entender o que estava acontecendo. — Queria lhe dar os parabéns pelo último jogo interno de badminton. Já pensou em ser capitão da equipe no ano que vem? Acho que Calvin vai jogar a sério pela taça Tibbs.
Brandon jogava badminton? Vivendo e aprendendo. É claro que, considerando a obsessão do cara por aviões de papel, a peteca projetada aerodinamicamente usada no badminton se encaixava perfeitamente.
— Valeu — disse Brandon e ficou um pouco mais ereto. —Tenho pensado nisso. Inacreditável. Olhei para Malcolm com outra perspectiva. Ele havia distraído Brandon totalmente.
— Está fazendo alguma coisa agora? — Malcolm estava perguntando. — Podemos ir falar com o coordenador da Calvin Tibbs a respeito.
— Bem, eu queria conversar com a Demi...—Brandon me lançou um olhar rápido mas, antes que ele pudesse dar seu sorriso-Demi, Malcolm se adiantou.
— Ah, ela está indo para a biblioteca — Malcolm agarrou o ombro de Brandon e fez algum tipo de gesto complicado com as sobrancelhas na minha direção.
— Vamos — continuou, levando meu Brandon embora. Fique parada ali, sozinha no pátio da Calvin, e comecei a questionar a veracidade da sequencia de Totalmente-Dedicado-A-Você de Brandon. O cara acabara de me trocar por badminton interno.

O lado positivo era que eu estava definitivamente a caminho de me tornar um membro da Rosa & Túmulo. Então, cara, como eu precisava recuperar aqueles livros! Corri de volta para a biblioteca, cruzando os dedos para que os assistentes bibliotecários ainda não tivessem feito sua ronda pela sala de leitura. Mas minha sorte não vingou. Cheguei à mesa em que estivera sentada e ela tinha sido totalmente desocupada. Nenhum livro sobre sociedades, nenhum volume sobre crítica literária, nenhuma missiva da Rosa & Túmulo. Droga. O próximo aluno do primeiro ano que tivesse que ler Poética com certeza teria uma surpresa. E eu já ferrava meu primeiro objetivo como membro de uma sociedade secreta — chegar a ser iniciada (ainda que, sério, eu não seja totalmente culpada por essa confusão. Como eu iria saber? Não é como se houvesse um folheto com o título "Então você quer entrar para uma sociedade secreta"). Muito bem, Demi, pense. Eles ainda não teriam tido tempo para recolocá-los na prateleira, então provavelmente ainda estariam em um dos carrinhos de livros atrás da mesa de distribuição. Eu podia simplesmente falar com as pessoas da mesa e dizer que precisava deles de volta.

Então, ali estava eu, na fila, praticamente pulando de impaciência e forçando os olhos para ver os carrinhos atrás do balcão, esperando reconhecer pelo menos um dos volumes. A garota miúda trabalhando no computador tinha piercing no nariz e duas mechas verdes no cabelo e, quando eu lhe disse que precisava do meu Aristóteles de volta, ela simplesmente olhou para mim e piscou.
— De acordo com o sistema — falou, puxando a informação na tela — há 215 cópias dos escritos de Aristóteles só nas estantes da Dwight.
— Eu sei, mas preciso daquele que eu estava lendo.
— E mais 167 no resto do sistema bibliotecário de Eli.
— Certo — falei, apontando para trás dela. — Mas eu preciso do que está ali no carrinho. Ela olhou por cima do ombro, depois de volta para mim.
— Você quer que eu vá fuçar no carrinho para encontrar um determinado livro, cuja cópia você pode pegar da prateleira em 382 formas diferentes?
Bela matemática, bruxa. Eu ainda estava fazendo as contas. Mas minha mãe sempre me disse que você pode pegar mais moscas com mel.
— Por favor — inclinei-me para a frente. — Eu deixei algumas informações de saúde delicadas dentro dele, por acidente — gesticulei vagamente para minhas regiões baixas e sussurrei:
Resultados do exame.
Ela pegou o carrinho imediatamente e começou a vasculhar os livros. Infelizmente, Poética não estava entre eles, assim como nenhum dos outros livros que estavam comigo antes.
— Sinto muito — falou, e então procurou dentro do bolso e retirou um cartão. Ela o escorregou pelo balcão e colocou a mão gentilmente em cima da minha. — Sabe, eu sou voluntária no Centro Feminino Eli. Se precisar conversar sobre alguma coisa, temos um
telefone de Ajuda Para Crises que funciona 24 horas.
Fiz o máximo para parecer triste.
— Obrigada — falei, pegando o cartão e enfiando-o no bolso. Muito bem, e agora, o que eu devia fazer?
— Ei! Psiu, Demi. Demi Lovato.

Virei-me na direção da voz e vi Clarissa Cuthbert sentada numa poltrona de couro em um pequeno recanto de leitura. Sua bolsa Louis Vuitton estava no colo, uma pilha de livros da biblioteca estava em cima da mesa ao seu lado e, entre dois dedos com unhas feitas à francesinha, ela balançava um envelope branco com uma borda preta e um lacre de cera preta.

— Procurando isto? 

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Oi amores =) 
ai a segunda parte do 3 capítulo ... espero que gostem !!!! 
to contente de ver que algumas pessoas estão gostando XD
e SIM, essa fic é diferente de muitas que já tenham postado, até mesmo as que postei no blog, mas ela é super legal... eu acho que vcs vão gostar muito ^^
E ai ..........  QUEM ERA ali no final?? só no próximo =) 

QUERIA muito saber, alguém aqui, gosta de animes ? mangá? enfim, do que gostam ??? 
Descobri ontem que sou "Filha" de Atena (fãs de Percy Jackson entenderão)  rsrsrs' sou do "Distrito 11" kkkkk e da casa de "Grifinória" (Potterhead vão entender tbm) rsrs' ... queria saber o que vocês gostam XD 

Bom ... é isso ai, até a próxima amores =)

COMENTEM !!!! ♥



16 comentários:

  1. O.m.G. Vish...a carta tá com a Clarissa espero que ela devolva para demi.
    Não gosto de animes e nem mangá...só mais livros de romance,suspense...enfim gosto de livros <3
    Nem sei que distrito eu sou...eu só vi o filme,mais se tiver o josh no meio e o meu kkkkkkkk...
    Não gosto de Harry Potter....kkkkkkk
    Mais enfim...
    Postaaa logooo minha bebê,não demora kkkkkkk
    Beijos

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    1. kkk livros é mt bom ^^ eu gosto de romance tbm, enfim, todos os tipos de livro !!! kkkk
      vou postar bebê ^^ logo logo
      bjs

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  2. essa ai tbm faz parte da sociedade?
    ah eu sou Hufflepuff no pottermore.com e no hogwarts.com.br pois é pois é.. bate aluna como eu o/ kkkkkkkkkkkk

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    1. Eu gosto de LufaLufa ... mas nunca cai nessa casa rsrs' fiz três testes em sites diferentes, 2 caiu Grifinória e no último teste caiu Corvinal ... rsrs' mas eu gostei ^^
      viva, achei uma como eu rsrs'
      o/\o >.<
      bjs

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  3. Posta Mais Gattona,
    Divulga meu blog: http://jamaisteesquecereijemienelena.blogspot.com.br
    Brigadu ;)

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  4. anwnnn vc voltou serio pensei que tinha acontecido algo contigo affs Deus Me Livre -_-
    Emfim anwn tava com saudades vc pra mim é a melhor sempre sempre me add no face please?? Xoxo bjs Rapha

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  5. Hey, divulga? http://umalovaticparasempre.blogspot.com.br/ Obrigada <3

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  6. Hey guria posta lgo <3
    O que a Clarissa vai fazer com essa carta?
    OMG posta logo.

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  7. Hey Juh :3
    Será que você poderia divulgar meu novo blog?
    http://mymirrorstaringbackat-me.blogspot.com.br/
    Obrigada desde já (: Ficaria muito feliz se você desse uma olhadinha nele, garanto que não vai se arrepender *-*
    Beijoss :*

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  8. Nossa estou confusa mais posta com o decorrer da história eu vou entendendo

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  9. POSTAAA LOGO PLS MDSSSSSSS POSTA POSTA

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  10. Eu dou filha de afrodite com bençao de atena e apollo k e sou do distrito 4 o/ uhsauhas enfim posta logo amore estou super mega hiper viciada na fic kkk to amando <3 Posta Logo plmdds

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  11. AI MEU DEUS Q FIC PERFEITA POSTA LOGO PFVR

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  12. Nao acredito q pensei no começo q a fic era ruim kkk ela eh mt mais q boa *o* to a-m-a-n-d-o Posta pliss

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  13. AI MEU DEUS NAO CREIO QUE VC N POSTOU AINDA? O.O SOS POSTA LOGO PFVR PFVF PRECISAMOS DE MAIS CAPITULOS U.u

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  14. Eu adoro mangás e animes. Sinceramente eu nao gosto do Harry Potter, já tentei assistir os filmes e ler os livros, mas não deu.
    Também sou filha de Atenas haha
    Pqp a carta ta com a Clarissa. e.e

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Sem comentários ........... sem capítulos!