08/11/2013

O Pai Perfeito (Minific Capitulo 10)





CAPÍTULO 10


Aquelas foram as palavras que Joseph vinha desejando desesperadamente ouvir de Demi, e agora que as ouvira, não sabia o que pensar. Portanto, em vez de pensar, agiu. Fez o que desejava fazer desde o dia em que ela fora a seu escritório para dizer que estava grávida de um filho dele. Ele a tomou nos braços e beijou-a. Não foi um beijo desatinado de um homem carente, mas um beijo suave e doce, ao mesmo tempo terno e estimulante. Ele a beijou como se estivessem compartilhando um relacionamento íntimo. Era assim que se sentia com relação a Demi.
— Você não imagina há quanto tempo queria fazer isso — ele confessou, encostando sua testa à dela. Sua respiração estava ofegante, e ele surpreendeu-se ao constatar que fora apenas por causa daquele beijo.
— Eu também queria te beijar há muito tempo — ela admitiu.
Joseph afastou-se alguns centímetros, surpreso.
— Você também queria me beijar?
Ela confirmou, acenando com a cabeça.
— Mas pensei que você me odiasse, que me considerasse uma pedra no seu sapato.
— Bem, você tem sido uma pedra no meu sapato. — Ela sorriu e afagou-lhe o rosto. 
— Mas eu nunca poderia imaginar...
Ela ainda não expressara com palavras o que sentia, mas Joe sentiu seu coração se aquecer. Talvez ainda houvesse uma chance para ele, para ambos...
— Eu não sei exatamente o que existe entre nós — ela prosseguiu. — Como já disse, não tenho certeza de nada, e você encabeça a lista das incertezas. Mas você não sai da minha cabeça, você está lá, o tempo todo.
Ele sorriu e beijou-a novamente nos lábios.
— Eu também não tenho certeza do que existe entre nós — ele confirmou. — E também não paro de pensar em você, no bebê. Acho que quando concordei em... Fazer o acordo, não levei em consideração os possíveis resultados. Mas ultimamente isso não me sai da cabeça.
— Eu sei, pois também sinto dessa forma. Às vezes fico pensando se estou agindo certo, não só por mim, mas pelo bebê. E agora por você, também.
Joseph segurou-a pela nuca e beijou-a na testa.
— Imagino o que você deve estar pensando sobre tudo isso. Sei que decidiu que o bebê será seu e somente seu. — Joseph olhou para o alto e suspirou. — Isso eu posso respeitar, de verdade. Mas gostaria de ser parte de sua vida durante a gravidez, se você permitir. Não sei por que isso é tão importante para mim mas eu... Preciso compartilhar isso com você.
Dizendo isso ele a fitou e beijou-a novamente. Foi um beijo sôfrego, cheio de desejo.
Repentinamente toda a dúvida que ainda poderiam estar tendo diluiu-se naquele beijo e, antes que ele pudesse raciocinar, já estava erguendo Demi no colo e levando-a para o quarto.
Durante o percurso, ele continuou a beijá-la enquanto ela tentava tirar-lhe a gravata. Ela a soltou enquanto ele a colocava em pé. Assim que pôde, Demi começou a desabotoar-lhe a camisa. Enquanto isso, Joseph tentava desamarrar os nós atados aos ombros, porém, quanto mais se esforçava, mais eles pareciam se apertar. Finalmente, decidiu apenas afastar o tecido do ombro e maravilhou-se quando a peça caiu aos pés de Demi, deixando-a completamente nua, salvo pela calcinha com estampa de pele de onça.
Joe ficou de queixo caído com o que viu. Lembrou-se da Demi magra, com a pele cor de marfim, cujos seios cabiam perfeitamente em suas mãos. Agora suas formas estavam gloriosamente arredondadas, completamente excitantes. Os seios estavam mais pesados, com os mamilos mais escuros, e os quadris e coxas mostravam-se mais maduros. O ventre, antes uma planície de prazeres, era agora um volume redondo e rosado, abrigando uma outra vida. Sem pensar duas vezes, ele espalmou as mãos sobre o abdome dela. Demi pousou as mãos sobre as dele, pressionando-as contra si.
— Você já sentiu ele se movendo? — ele quis saber. Ela confirmou.
— Algumas vezes. O movimento ainda não é muito forte, mas já dá para ter certeza de que ela está lá.
— E qual é a sensação?
— É difícil descrever. Imagine uma criaturinha dentro de seu estômago cutucando-o com o dedo para chamar sua atenção. Foi preciso acontecer mais do que uma vez para eu perceber o que estava ocorrendo.
Joe ainda massageou-lhe o ventre, maravilhado, olhando-a profunda e ternamente. Depois ergueu a mão e envolveu um seio. Quando Demi fechou os olhos e suspirou, ele ergueu a outra mão e amoldou o outro seio, massageando-os e sentindo-lhes o peso. Depois, lenta-mente, inclinou a cabeça e provou um daqueles volumes com sua boca.
Ela parecia até ter um gosto diferente, ele pensou ao sugá-la. Mas o perfume, uma combinação exótica inigualável, misturada com seu calor, ainda era o mesmo. Joe se deu conta de que, apesar da condição de gravidez, Demi era ainda a mesma mulher que ele conhecera e que agora ocupava seus pensamentos, a mulher que ele amava mais a cada dia.
A percepção deixou-o atônito. Amar? Demi? Mas seria possível? Enquanto seus lábios deslizavam do seio para o pescoço, ele decidiu que não era um conceito totalmente inacreditável, afinal. Porém, não conseguiu mais pensar, porque ela enfiara os dedos em seu cabelo e puxava-o pela nuca para beijá-la, um beijo demorado e cálido que desmontou qualquer formulação lógica em seu cérebro.
Enquanto o beijava, Demi desnudou-o completamente, deixando, a seguir, que seus dedos passeassem por aquele corpo admirável. Ela explorou os músculos planos do peito e do ventre, para então alisar as formas mais musculosas das costas e ombros. Afundou os dedos nos pêlos negros que cobriam o peito largo, seguindo a trilha que apontava para o ventre. Alisou-lhe os quadris e o sexo, que já estava mais do que preparado para lhe proporcionar momentos de indescritível prazer.
Ele ofegou àquela carícia, afastando os lábios dos dela só para fitá-la.
— Isso não foi justo -- ele protestou.
— Por quê?
— Porque você ainda está vestida.
Ela olhou para sua calcinha, a única peça que ainda usava.
— Acha mesmo que estou vestida?
— Não importa.
Antes que ela pudesse interrompê-lo, Joe deitou-a sobre a cama e insinuou suas mãos dentro da calcinha, segurando-lhe firmemente os quadris, pressionando a pélvis dela contra a sua.
— Hummm — ela murmurou ao senti-lo tão perto, tão pronto para o amor. 
— Jooe... isso é.. tão bom...
Ele sorriu maliciosamente, esfregando seu corpo sensualmente contra o dela. O movimento levou-a a fechar os olhos para deliciar-se com as sensações escandalosas que estava experimentando.
— Joooe...
— Demi, você é maravilhosa.
Ela mal conseguia raciocinar porque Joe já a livrara da calcinha e aninhara-se intimamente.
— A última vez que fizemos amor, geramos uma vida — Joseph sussurrou-lhe ao ouvido.
Ela sorriu docemente e meneou a cabeça.
— Só Deus sabe o que poderemos gerar agora.
— Pode ser algo perigoso.
— Pode ser algo explosivo.
— Pode ser algo ilegal no país todo.
Ela suspirou, movendo-se impacientemente contra o corpo de Joseph.
— Ora, Sr Jonas, o senhor se preocupa muito com os detalhes.
— Sou um arquiteto. Detalhes são importantes no meu tipo de trabalho.
— Esqueça-se do trabalho. Você precisa se divertir mais. -- Ele sorriu, com uma expressão absolutamente luxuriante.--
— Srta. Lovato, não precisa falar duas vezes.
Ele baixou o corpo, afundando o rosto entre os dois seios fartos, deslizando a mão pelo ventre e mais além. O corpo de Demetria respondeu sensualmente às carícias e seus lábios murmuravam sugestões eróticas no ouvido de Joseph.
. Sugestões que ele acatou prontamente com surpreendente destreza, sugestões que quase o levaram à loucura.
Quando Demi sentiu que não suportaria mais aquela tórrida tortura, Joe a rolou para cima de si e a fez montar sobre ele. Com uma expressão maliciosa, ela esfregou-se contra ele, fazendo-o gemer e virar para o lado o rosto crispado pelo desejo.
— Demi, por favor...
Então, lenta e cautelosamente, ela afastou-se o suficiente para encaixá-lo dentro de si. Ele, por sua vez, com um movimento lento e seguro, a penetrou , fazendo-a sentir que seu clímax já se insinuava.
E Joe voltou a levá-la até onde só ele sabia ir. A cada investida, ele a fazia estremecer até que cada nervo de seu corpo explodisse em um espasmo de desejo. Ele a penetrou e completou-a totalmente, impregnando-a com a umidade de sua paixão, sentindo-se parte dela, sentindo que agora eram um só.
Ficaram abraçados, ofegantes, de alguma forma conscientes de que nada mais seria como antes.
Por volta das dez horas da noite, Demi despertou com um som aborrecido. Ela estava sonhando que segurava no colo sua linda filhinha quando um som estranho e abafado quebrou a tranqüilidade da cena. Paulatinamente abriu os olhos e encontrou-se envolvida pelos braços de Joseph. As lembranças do que acontecera havia poucas horas estremeceram seu corpo. Com um suspiro satisfeito, Demi aconchegou-se contra o peito nu e quente, tentando ignorar o som. Fazia muito tempo não acordava sentindo-se tão bem.
Mas o bip constante que invadiu seu sono continuava a soar em algum ponto do quarto, até que, finalmente, Joseph começou a agitar-se. Respirando fundo, acariciou as costas de Demetria, arrepiando sua pele por onde os dedos deslizavam. Ele abriu os olhos e sorriu para ela.
— Oi — ele disse.
— Oi.
Ele a beijou terna e apaixonadamente, mas o som insistente o interrompeu.
— Que barulho é esse?
Ela deu de ombros e aninhou-se no peito largo.
— Não faço a menor idéia.
Quando caiu em si, Joseph deitou-se de costas e passou a mão pelo cabelo.
— Droga é meu bip. Não é possível...
Demi olhou para o relógio na mesa de cabeceira.
— Quem estaria ligando para você a essa hora da noite?
Ele levantou-se da cama e pôs-se a vasculhar entre as roupas espalhadas pelo chão.
— Não sei. Mas é melhor que tenha um bom motivo. Quando finalmente localizou o aparelho, pressionou um botão para desligar o alarme. Voltou a sentar-se na cama e leu a mensagem.
— É alguém que você conhece? – Ela perguntou , enrolando-se no lençol.
Ele suspirou, demonstrando estar aborrecido.
— Sim, é alguém que eu conheço. E, como eu disse, é melhor que tenha um bom motivo para ter ligado. Posso usar seu telefone?
— Fique à vontade.
Ele segurou o aparelho entre o ombro e o rosto enquanto digitava os números que apareciam no bip. Demi estava suficientemente próxima para ouvir o som de chamada e a voz que atendeu.
— Gwen? — Joseph falou ao aparelho. Demetria sentiu o coração gelar.
— O que houve? — ele prosseguiu
Ela ouvia a voz, mas não conseguia distinguir as palavras.
— Já é muito tarde — ele tentou argumentar, mas a voz feminina prosseguiu do outro lado da linha. — Não é algo que de para esperar até amanhã de manhã? Que tal se nos encontrarmos para tomar café juntos?
Joseph ouviu impacientemente a resposta, com um suspiro exasperado.
— Bem, se isso é tão importante... — ele concedeu. O coração de Demetria dessa vez congelou.
Ele pegou o relógio que deixara na mesa de cabeceira e começou a afivelá-lo em seu pulso enquanto Gwen prosseguia do outro lado da linha.
— Está bem — ele disse. — Posso chegar em meia hora... Sim, está bem... Não, não se preocupe... Ótimo. Até mais.
E com isso, desligou o telefone e voltou-se para Demi.
— Sinto muito, mas vou ter que sair. Era...
— Uma cliente muito importante — Demi completou, esperando que sua voz não demonstrasse o desapontamento que estava sentindo.
— Sim — ele confirmou. — Parece que há um problema com uma das plantas que eu enviei para eia aprovar.
— Um grande problema?
Joseph ergueu-se e procurou sua calça.
— Na verdade, o problema não é tão grande assim, mas ela está muito preocupada e quer esclarecer um detalhe ainda hoje à noite. De outra forma, ela disse que não vai conseguir dormir.
Demi meneou a cabeça.
— Ah, sei...
Ele a fitou enquanto puxava o zíper.
— O que quer dizer com isso?
— Do que você está falando? — Ela fingiu estar confusa.
— Este "ah, sei". Acho que não gostei de seu tom.
— Nada, não quis dizer nada.
Ele estreitou os olhos, desconfiado.
— Ouça, não posso ignorar Gwen Montgomery. Ela é uma cliente muito...
— Eu sei o que ela é — Demi o interrompeu. — Uma cliente muito importante que vale milhões de dólares para você. E isso é o que conta, não é? O dinheiro e o prestígio que esse projeto vai trazer para sua companhia.
— É claro que isso é importante — ele protestou.
— Mais do que qualquer coisa neste mundo, certo?
— Certamente...
Ele parou abruptamente antes de terminar a frase, mas Demi já sabia o final. Certamente que sim. Nada importava mais para Joseph Jonas do que os desafios de seu trabalho e a sua gorda conta bancária. Dificilmente haveria uma chance para os três seguirem pela vida juntos, ela pensou alisando o seu ventre.
— Não é bem assim, Demi. — Ele tentou remediar a situação enquanto vestia a camisa. — Não é o que você está imaginando.
— E o que eu estou imaginando? — ela quis saber. — Você pensa que estou partindo só porque considero meu trabalho mais importante do que você. E isso não é verdade.
— Não mesmo?
Ele colocou a camisa para dentro da calça e habilmente fez um nó na gravata, sem precisar olhar-se ao espelho.
— Não mesmo. Gwen tem uma reclamação pertinente a respeito de um problema que eu criei e é minha responsabilidade tomar conta disso.
— Às dez da noite? O horário é um tanto estranho, não acha?
— O assunto é importante — Joseph disse novamente. Ela recostou-se nos travesseiros, sentindo-se derrotada.
— É, parece que sim.
— Esse é um caso isolado -- ele tentou explicar enquanto pegava o paletó. — Coisas como essa não acontecem sempre. Raramente tenho que me estender além do horário normal.
— Sim, você não costumava trabalhar além das nove ela disse ironicamente. — Fui eu que servi o seu jantar durante muito tempo, lembra?
— Mas isso porque eu nunca tive um motivo para parar de trabalhar mais cedo.
— E agora, você tem?
Ele a fitou profundamente.
— Sim, agora eu tenho. E volto a repetir: coisas como essa não acontecem com freqüência.
Demi tentou não se enganar. Projetos como o que ele estava desenvolvendo só levavam a coisas maiores e melhores que manteriam Joe cada dia mais ocupado, cada dia mais indisponível para um projeto chamado "família".
— Preciso ir. — Ele inclinou-se e beijou-a rapidamente na testa.
— Quando voltarei a vê-lo? — ela indagou quando ele se afastou.
— Amanhã — ele garantiu. -- Prometo. Podemos nos encontrar para o almoço, que tal? — Ele sorriu e acrescentou: — Poderemos fazer algumas compras juntos, escolher mais alguns CDs para o rapazinho.
Ela tentou retribuir o sorriso, mas não sentia a mesma confiança de Joseph.
— Ok — ela concedeu. — Espero você no Cosmos à uma hora.
— Estarei lá — ele assegurou enquanto a beijava novamente.
Então, partiu, e Demi nunca se sentiu tão solitária.

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Ta ae o 10 galera, so faltam mais 3 e o epilogo gente então até amanhã chegamos ao fim.
agradeço por todos que seguiram comentando, e aguardem porque Ju ta chegando com uma ótima história pra vocês.
Bju nas crianças!

 

10 comentários:

  1. Quando vai ter maratona? Cap perfeito, amei!!!!!

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  2. Ai meu Deus!
    Foi dificultoso pra mim ler esse capítulo kkkkk
    O povo nessa casa só me chama Jéssica pra lá e Jéssica para lá!
    Meu irmão de 8 anos quase leu o.O kkkkkkkkk falha minha, mais tudo bem. Eu consegui ler tudo e foi o capítulo HOT que eu tanto ESPERAVA! :) #explodindo #glitter
    Quero só ver o que essa piranha esta querendo com o MEU José! kkkkk Não gostei nada disso. Enfim, posta logoooo *-*
    Beijos'

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  3. amei, Gwen acha que é quem para ligar pro Joe uma hora daquela?
    Tadinha da Demi, e Joseph idiota.
    Ansiosa para o proximo, posta logo!

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  4. meu deus essa Gwen e uma estraga prazer...que mulher chata...
    fazer o que...só espero que ela não ataque o joe kkkkkk´k...
    Demi sozinha em casa...que triste.
    posta logoooo minha linda
    ansiosa para saber mais...
    ficou perfeitooo,
    beijosssssssssssssss

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  5. OMG *-*
    Esse capitulo <3
    Joe é um idiota ou se faz pq ne ñ percebe a tristeza da menina avá
    Demi sozinha #bubu
    Ja ta acabando.. NÃO ME TOQUEM TO XOROSA


    Posta logoo gatann
    Beijinhos!!! ;)

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  6. Seem palavraaas ameii joe eh um lerdo! N se deixa uma mulher sozinha na cama aquela hr muito menos ela gravida! Posta logo bjs
    Obs: vc escreve muito beem,parabens :-)

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  7. hey poderia divulgar o blog da minha amiga? E se puder pode dar uma olhadinha? Obrigado :)

    http://souljemi.blogspot.com.br/?m=1

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  8. Gwen ligando a essa hora par Joe?!
    é cilada Bino.

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Sem comentários ........... sem capítulos!