04/11/2013

O Pai Perfeito (Mini Fic Capitulo 8)





CAPÍTULO 8

Sentado a uma mesa de canto, em um bistrô no centro da cidade, esperando seu almoço, Joseph tentava em vão concentrar-se na leitura do caderno de negócios de seu jornal. No entanto, seus olhos teimavam em voltar-se para a mesa ao lado, em que duas jovens senhoras conversavam como velhas amigas, enquanto uma delas dava o almoço a um menininho que, provavelmente, ainda nem andava, mas já usava um tênis colorido de basquetebol. O garoto tomava suco de uma mamadeira colorida e não parava de encara-lo. Além do tênis, ele usava um macacão jeans, camiseta listrada de vermelho e branco e um boné vermelho de beisebol com a aba virada para trás.
O menininho mais parecia uma miniatura de adolescente, e Joseph tentava se lembrar se já vira algo parecido. Quando a garçonete lhe trouxe uma xícara de café, ele voltou a atenção ao jornal e tentou retomar a leitura. Mas um gritinho do bebê voltou a capturar sua atenção. A mãe o havia erguido até o ombro, aparente-mente para fazê-lo arrotar. Afinal, não era isso o que se fazia com bebês, depois de alimentá-los? Pelo menos era assim que acontecia nos filmes e nas novelas. Ficou espantado ao lembrar-se de que jamais tivera algum contato com bebês, em sua vida adulta, pelo menos até conhecer Demetria Lovato e seu sobrinho. .
Pela segunda vez, em menos de cinco meses, Joseph descobriu-se fascinado com os rituais que envolviam um bebê. Que comportamento mais estranho em alguém que jamais dera atenção àquilo.
Isso não era normal, ele pensou, percebendo que garotinho finalmente arrotara, sorrindo e mostrando apenas quatro dentes. O que sentia dentro de si não era típico de um adulto. Homens adultos como ele, por exemplo, deveriam pensar somente em coisas importantes como construir grandes edifícios e fazer muitos dólares. Coisas que requeressem o máximo de sua fibra.

As duas mulheres terminaram o almoço e pagaram a conta. A mãe do garoto colocou-o em um carrinho e juntou seus pertences. Ele observou o trio partir. O garoto ainda olhou para trás, mostrando seus olhinhos verdes brilhantes. Olhos verdes como os de Joseph.
Ele suspirou, exasperado. Ajeitando o jornal, tentou, pela quarta vez, começar a ler o artigo sobre o shopping center que estava construindo. Mas, ao final do artigo, percebeu que esquecera tudo o que havia lido.
Um fim de semana inteiro pela frente. Demi estava em êxtase na noite de sexta-feira, alguns dias após Joseph aparecer para resgatá-la do pesadelo. Estava cantarolando ao lavar o prato em que comera o seu "jantar". Que coisa mais preciosa era um fim de semana totalmente livre. Que fato mais raro para uma bartender. Dois dias somente para si, dois dias em que poderia fazer o que quisesse.
Suspirou longamente. Sel e Dave haviam levado Simon para um final de semana no litoral, e Miley estava em Pittsburg, visitando duas tias. Todos os demais amigos pareciam estar trabalhando ou viajando. Portanto estava só, mas não completamente, ela pensou, ao alisar sorrindo a barriga que despontava sob o vestido de algodão florido.
Com uma xícara de café descafeinado na mão, caminhou até a varanda, observando o panorama urbano, algo esfumaçado. Pensou que, quando o bebê chegasse, seria melhor mudar para a periferia. Poderia comprar uma casa com um bom quintal para ele brincar. Quem sabe até fazer uma horta. Caminharia pela vizinhança no final da tarde e conversaria com as outras mães. Talvez até mesmo poderiam providenciar um cachorrinho.
Demi estava mergulhada em seu devaneio quando uma batida na porta a fez emergir. O sobressalto em seu coração indicou que, de alguma forma, sabia quem havia chegado. Ela atravessou a sala e segurou a maçaneta com o pulso acelerado.

— Oi! — Joseph a saudou quando ela abriu a porta.
Ela praticamente nem notou os dois pacotes que ele trazia nos braços, de tão ocupada que estava em notar o traje que ele estava usando: uma calça jeans desbotada, uma camisa pólo que um dia deve ter tido um tom viçoso de verde e um par de tênis de couro, que já devia ter caminhado muito pela vida. Nada tinha a ver com o empresário que freqüentava o Cosmo's.
— Oi — ela respondeu, imaginando como deveria pedir que ele partisse sem ser indelicada.
— Vim preparar seu jantar — ele anunciou sem maiores preâmbulos, passando por ela na direção da cozinha. — Naquela noite percebi que você não tinha muita coisa na geladeira.
Demi seguiu-o boquiaberta enquanto ele depositava os pacotes no balcão.
— Tenho muita comida na geladeira — ela protestou. - ele sorriu e dirigiu-se ao aparelho doméstico em questão, abrindo a porta com familiaridade.
— Meio litro de leite, uma garrafa de suco de laranja, dois copinhos de iogurte, manteiga e três ovos. Ah, e uma torta de maçã algo passada. Eu não diria que esta é uma geladeira decente para uma mulher grávida.
ela cruzou os braços, fuzilando-o com o olhar.
— Tenho algumas maçãs no compartimento de baixo — ela informou, erguendo o queixo. — E cenouras, também... acho.
— Agora você está comendo por dois, Demetria — ele lembrou, retornando a seus pacotes. — Tem que pensar em tudo o que coloca em sua boca.
— Eu sempre como salada quando almoço no Cosmos, e janto lá todas as noites antes de voltar para casa. Tenho comido bastante.
— Ah, claro — ele contra-atacou. Comidas fortes, condimentadas, cheias de molhos com alguns vegetais igualmente encharcados. É muita gordura. A nutrição é muito importante durante a gravidez.
Demi revirou os olhos.
— Você tem conversado com minha irmã?
Ele voltou-se, visivelmente surpreso.

— Não. Tenho lido bastante.
— Sobre nutrição?
— Sobre nutrição durante a gravidez. — E completou, mais para si: — Entre outras coisas.
Ela estreitou os olhos, desconfiada.
— Que outras coisas?
Joseph começou a tirar as compras dos pacotes, como se estivesse mais do que acostumado à atividade. A maioria dos itens, ela percebeu, eram da sessão de verduras e frutas do supermercado. Torceu o nariz para os vegetais frescos. Brócolis? Irc!
— Você já pensou com que tipo de parto vai querer dar à luz? — ele inquiriu.
E agora? Por uma questão de honra, a pergunta não poderia ficar sem resposta, Demi pensou.
— Sim — ela informou. — Para mim já está mais do que certo que quero ficar completamente inconsciente durante o parto. Não importa o que eles me aplicarem. Até uma pancada na cabeça serve.
Ele parou o que estava fazendo para fuzilá-la com o olhar.
Ela meneou a cabeça.
— Também posso pedir para alguém trazer uma garrafa de scotch, seis latas de club soda e meia dúzia de limões. Depois de seis ou sete coquetéis estou pronta para qualquer coisa. Depois, até a equipe médica poderá celebrar junto comigo.
Dessa vez ele a metralhou com o olhar.
Ela deu um suspiro exasperado.
— Está bem, estou brincando! — Ergueu os braços e aproximou-se. 
— Droga, você não tem nenhum senso de humor. — Como ele continuasse sério, ela procurou comportar-se. 
— Ok, ok. Ainda não decidi que método vou usar. Para falar a verdade, ainda não sei muito a respeito. Minhas leituras estão muito atrasadas.
Joseph balançou a cabeça e suspirou.
— Bem, tenho lido muito a respeito do método Dick Grantly-Read, que parece fazer muito sentido. Mas você tem que começar a se preparar cedo. Com quanto tempo você está? Vinte e uma semanas?
Demi ficou espantada. De onde vinha tanto interesse?
— Vinte e duas — ela corrigiu, boquiaberta. Ele franziu o cenho.

— Hã... Já passou da metade. Pode já ser muito tarde para começar. — Ele voltou à sua atividade. 
— Ah, sim. Há o método Lamaze.
— Joseph? — ela o chamou, tentando manter o tom de voz casual.
— Sim?
— O que você está fazendo aqui?
Ele continuou o que estava fazendo.
— Eu já disse. Vim lhe preparar o jantar.
— Mas eu já jantei.
— E o que você comeu? Lagosta à Newburg? Ou co-dornas recheadas com molho béarnaise?
— Não, hoje eu não comi no restaurante.
— Ora, então você preparou o seu próprio jantar? — ele perguntou, concedendo uma certa indulgência.
— Sem dúvida deve ter sido algo muito nutritivo.
Demi hesitou e mordeu o lábio. Na verdade, planejara jantar mais tarde e, para enganar o estômago, começara pela sobremesa.
— Hã... — ela começou.
Ele encarou-a com um olhar mais do que suspeito.
— Então?
— Eu, é...
— Demetria, o que foi que você jantou?
— Bolo de chocolate — ela confessou, finalmente. Joseph arregalou os olhos, horrorizado.
— Bolo de chocolate?! — ele exclamou. — Está ficando louca? Será que você não percebe que isso é uma porção, enorme, aliás, de calorias inúteis?
Ele tirou um livro de dentro do saco de papel, folheou-o até achar o que estava procurando. Então estendeu o livro, apontando a passagem com o dedo.
— Olhe. Está bem aqui no seu Guia para a nutrição adequada durante a gravidez, na página setenta e dois. — Ele trouxe o livro diante de si e leu: — Abre aspas: Bolos, biscoitos e tortas não calorias inúteis, de nenhum valor nutricional para o seu bebê. Devem ser evitados. Fecha aspas. — Ele a fitou, visivelmente contrafeito. — E você acaba de confessar que jantou um pedaço de bolo de chocolate. Francamente...
Demi olhou para as mãos e tentou limpar um resto de cobertura que ficara entre os dedos.

— Bem... não foi um pedaço de bolo de chocolate. Foi... bolo de chocolate.
Joseph ficou de queixo caído ao entender a magnitude da transgressão.
— Você jantou um bolo de chocolate... inteiro?
— Ora, não foi um foi um bolo de tabuleiro, pelo amor de Deus — ela tentou defender-se. — Era um daqueles bolinhos industrializados, que vêm dentro daquelas forminhas. Eu estava com fome, e daí? No momento, o bolo de chocolate me pareceu ótimo. Mas eu ia comer . algo mais substancial, mais tarde, juro!
Ela aproximou-se e olhou para dentro de um dos sacos.
— Ouça: você por acaso comprou algum tipo de sorvete? Duas bolas de sorvete de flocos ficariam perfeitas com bolo de chocolate. Ainda estou morrendo de fome.
Ele apoiou as mãos na cintura e olhou-a com reprovação.
— Não, eu não comprei sorvete — ele informou. Apontou para os itens enfileirados sobre o balcão. 
— Comprei laranjas, queijo de soja, germen de trigo. E como imagino que você não esteja ingerindo muita proteína, nem ferro, trouxe soja. Também trouxe um pouco de brócolis, couve-de-bruxelas...
— Couve-de-bruxelas? — ela reclamou. - Argh!
— Acido fólico — ele disse, simplesmente, como se tivesse explicando tudo.
Demi arqueou as sobrancelhas e arriscou:
— Nenhum bombom?
Joseph balançou a cabeça.
— O que você acha?
Ela suspirou.
— Acho que vou comer a refeição mais sem graça da minha vida.
Ele sorriu e voltou ao trabalho.
— Mais tarde você irá me agradecer. Onde você guarda a panela de cozer a vapor?
Demi arregalou os olhos, confusa.
— O que é isso?
Era só o que faltava, pensou Demi ao estacionarem ao lado do Parque Fairmont. Primeiro, aquele festival de comida natural, agora uma caminhada. A única coisa pior que brócolis era um pouco de exercício. Francamente...

Joseph desligou o motor olhando para as pessoas que corriam, caminhavam e faziam exercícios às últimas luzes do dia. Os óculos de aviador escondiam qualquer expressão que seus olhos pudessem estar demonstrando.
— Isso é bom para você, Demi — ele tentou argumentar, como se estivesse lendo seus pensamentos. 
— Exercícios são extremamente importantes durante a gravidez. Por isso, como já é um pouco tarde para você iniciar algo mais intensivo, uma caminhada é o ideal.
— Eu não quero — ela teimou.
Para desafiá-lo, se recusara a trocar de roupa e ainda trajava o vestido colorido. No lugar de tênis, calçara alpargatas sobre meias curtas de algodão branco. Ele até poderia forçá-la a comer couve-de-bruxelas, ela pensou, mas jamais a veria suar.
— Vamos lá — ele incentivou, abrindo a porta e saltando do carro. 
— Vai se sentir melhor quando terminar
Joseph observou Demi escancarar a porta e erguer-se do banco de passageiros, tentando esconder o sorriso quando ela fulminou-o com o olhar, do outro lado do carro. Evidentemente, ele não conseguiu disfarçar seu bom-humor, porque ela franziu ainda mais o cenho e bateu a porta do carro, fazendo o pequeno Porsche vermelho sacudir como uma tartaruga desequilibrada. Ele retraiu-se em silêncio.
— Já faço muito exercício no trabalho — ela reclamou, seguindo-o com relutância. — Corro de um lado para o outro no balcão e faço muitas viagens até a cozinha e o depósito. Faço mais do que levantamento de peso, faço levantamento de garrafa o dia todo. Veja este bíceps — ela mostrou, flexionando o braço.

Joe apertou-lhe o braço.
— Que impressionante...
— Firme como uma rocha, está vendo? E nem é o meu braço direito.
Ele deslizou os dedos pela extensão daquele braço, percebendo que a pele ia ficando arrepiada. Sorriu, pegando-a pela mão, entrelaçando os dedos nos dela.
— Vamos começar lentamente — ele sugeriu gentilmente, sabendo que não estava falando exatamente da caminhada.
Demi começou a caminhar desajeitadamente atrás dele, mas não parecia mais tão avessa à idéia do exercício físico. O sol que baixava lentamente deixava seu cabelo mais dourado, e sua pele com um tom rosado. Isso o fez sorrir. Ela ganhara peso visivelmente durante os últimos meses. Mesmo sob o vestido solto ele percebia que aqueles seios e quadris estavam mais arredondados do que ele lembrava. O rosto, também, estava mais cheio e, no total, ele achou que as mudanças lhe caíram bem.
— Sabe — ele começou enquanto andavam ao longo do rio —, eu estava mesmo pensando a respeito de seu trabalho.
Joseph pensava como abordar o tema sem parecer por demais invasivo. Ela já estava zangada por causa do jantar e da caminhada. Como iria reagir a seu pedido?
— E que eu fiquei imaginando se sua atividade não é muito estressante para uma mulher grávida — ele tentou. — Você fica em pé o dia todo e levanta muito peso. Foi uma boa idéia mudar para o período diurno, para você dormir melhor, mas talvez seja bom tirar uma licença até o bebê nascer.
Os óculos escuros de tartaruga que ela colocara escondiam qualquer reação que aqueles olhos pudessem estar demonstrando, mas ele pôde avaliar o tipo de emoção que provocara, porque ela parou de andar e começou a apertar-lhe a mão.
— Demetria... — Ele riu nervosamente enquanto tentava desvencilhar-se da mão dela. 
— Solte, você está me machucando.
Ela apertou os dedos ainda mais.

— Ai! Ouça, não estou brincando. Isso dói. Está cortando minha circulação.
Imediatamente ela afrouxou os dedos, mas ficou parada, encarando-o.
— Demi...?
— E o que, exatamente — ela perguntou com um tom de voz surpreendentemente controlado —, eu vou fazer para ganhar a vida enquanto estiver de licença?
Joseph respirou fundo. Quando concebera a idéia, parecia-lhe algo racionalmente viável, normal. Mas agora, tendo que explicar a Demi os detalhes, a tarefa transformara-se em algo bastante complicado.
— Bem — ele prosseguiu —, pensei que, se o dinheiro for um problema para você, talvez eu possa arcar com o seu sustento nesse período.
Ela deixou o queixo cair, visivelmente ultrajada.
— Como?! — ela exclamou.
— Ouça Demi, pense um instante antes de voar no meu pescoço.
— Arcar com o meu sustento? — ela repetiu, ignorando a explicação de Joseph. — Não preciso que me sustentem. Como já mencionei, tenho estabilidade financeira e sou mais do que capaz de tomar conta de mim e da criança.
— Demi, não tive a intenção...
— E não há razão nenhuma para eu parar de trabalhar agora. Já avisei ao Cosmos que vou ficar fora dois meses depois que meu bebê chegar, e eles foram decentes o bastante para me manter na folha de pagamento durante esse tempo. Está certo que eu vou ficar sem as gorjetas, que é a maior parte de minha renda, mas eles tampouco tem obrigação legal de me manter.
— Mas você não acha que seria melhor se...
— Além do mais, gravidez não é doença. Muitas mulheres grávidas fazem coisas ainda mais pesadas do que eu. Por favor Joseph, não sou nenhuma incapacitada. Vai dar tudo certo.
— Mas você tem que levantar peso — ele ainda tentou, embora sabendo que seus argumentos estavam se esvaziando.
— Se algo no trabalho fica muito pesado para mim, peço que um dos rapazes me ajude. Sempre fiz isso, mesmo antes de ficar grávida. Não sou nenhuma estúpida, e eles não reclamam quando me ajudam.

— Mas você fica em pé o dia todo...
Ela deu de ombros.
— Não sou diferente das muitas mulheres grávidas que trabalham. Além disso, você não tem nada a ver com isso. — Seu tom não foi agressivo, mas franco.
— Mas eu me preocupo com você, Demi. Só quero ter certeza de que vai estar bem.
— Eu estou bem, Joseph. Portanto, pare de se preocupar.
Joseph desejava intimamente que tudo pudesse ser assim tão fácil, mas não era. Por que não conseguia simplesmente ater-se aos termos daquele contrato absurdo e esquecer-se de que Demetria Lovato passara por sua vida?
— Ok, vou tentar parar de me preocupar — ele concedeu. 
— Mas não posso prometer ficar afastado.
Demi diminuiu o passo apenas o bastante para demonstrar que as palavras a deixaram preocupada.
— Você prometeu. Você assinou um contrato.
Quanto mais pensava no contrato, mais Joseph ficava confuso. Ainda mais nesse momento, em que caminhava de mãos dadas com ela. Aquele rosto corado e o ventre volumoso sob o vestido florido só faziam atrapalhar qualquer tentativa de pensar racionalmente. Onde estava com a cabeça quando permitira que Demetria entrasse em sua vida daquela forma?
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Negadaaaaa!
Voltei!
Então, eu ia postar hoje uma maratona, porém minha querida mamãe fez o favor de desligar meu pc e perdi tudo que ja havia editado, inclusive o Epílogo que eu odiei e resolver reescrever do meu jeito.
Então peço a vocês paciência que essa semana ainda vai rolar a maratona e vou fechar esse ciclo, graças a Deus.
Vou fazer tudo de novo e aí postarei todos!
Obrigada pela paciência e por comentar mesmo quando eu não podia estar aqui.
Bju nas crianças.

9 comentários:

  1. ok... Mas pq essa Demi é tao teimosa? kkkk tadinho do Joe e que fofinho o Joe cuidando dela e o bebe q ele nunca quis... Own!
    Posta logo!!

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  2. Ah leka leka leka leka kkkkk <3
    Demi cabeça dura!
    Estou quase empurrando ela para cima do Joe kkkkk
    Não aguento mais ver esses dois separados!
    Fico feliz que tenha conseguido um tempinho para postar aqui u-u senti saudades mulher!
    Beijos e posta logo'

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  3. Estou com pena do Joe rsrsrs tadinho ele está todo preocupado com a Demi. Ela está muito teimosa!!rsrsrs Que bom que você postou!!Por favor não some não rsrsrs Sentimos sua falta!Bju

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  4. Oiii saudades suas linda...
    Capítulo perfeito...
    Foi tão lindo esses momentos kkkkkkk...joe preocupado com a demi...
    Posta logoo
    Beijos

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  5. Awwn Joe todo preocupado e Demi super teimosa !!
    Posta logo !!! Ta maravilhoso !!!

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  6. Aaaaah sem palavras simplismente demais! Kkkkk ela eh muito teimosa! Ele ta tao fofo u.u posta logo bjs

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  7. Vc poderia seguir e divulgar este blog por favor, ele é sobre um projeto de cultura.

    http://formandonossacultura.blogspot.com.br/

    Obrigada...

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  8. Porque Deus não põe uma homem que nem o Joe a minha vida?
    Adorei!!!
    Posta logo
    bjssss

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  9. a melhor fanfic Jemi de todos os tempos, parabéns meninas !
    Aguardando postagem.

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Sem comentários ........... sem capítulos!