21/10/2013

O Pai Perfeito ( Mini Fic Capitulo 5)









CAPÍTULO CINCO



Lá estava Joe, com o terno parcialmente escondido pela capa de gabardine cinza. Em uma mão, trazia um guarda-chuva fechado, pingando. Na outra, uma rosa amarela. Demi sorriu, tentando ig­norar o tremor que ameaçava descontrolá-la da cabeça aos pés.

— Oi — ela disse, sorrindo.

— Oi — ele respondeu.

— Que bom que você chegou.

— Não perderia isso por nada.

Continuaram a se olhar durante alguns segundos, sem se falar, até Joe estender a rosa na direção de Demi.

— Imagino que uma rosa vermelha teria sido mais adequada para a ocasião. Mas, para mim, você faz mais o gênero rosa amarela.

Ela ergueu o botão perfeito até o nariz e deliciou-se com o perfume.

— É linda — ela reconheceu, encantada. — E as rosas amarelas são as minhas favoritas. Obrigada.

Ele ainda seguiu fitando-a sem falar, até perguntar finalmente:

— Posso... entrar?

— Ora, claro — ela respondeu, dando um passo para o lado.

Assim que ele entrou, Demi fechou a porta atrás dele com um clic silencioso. Joe tirou a capa molhada e foi até o closet para pendurá-la ao lado da de Demi. A ima­gem atingiu-a de maneira misteriosa: duas capas de chu­va penduradas lado a lado. Quando Joe voltou-se para fitá-la, ela poderia jurar por sua expressão que os pen­samentos dele espelhavam os seus.

Ela deslizou os dedos pelas pétalas macias, imaginando o que deveria fazer a seguir. Jamais estivera na posição de sedutora. Qual seria exatamente o protocolo para uma situação como aquelas?

— Quer tomar um pouco de champanhe? — ela convidou. Ele pareceu aliviado com a pergunta.

— Eu adoraria. — Ele sorriu e aproximou-se da mesa. — Mas, por favor, permita que eu faça as honras.

Com precisão e destreza, ele desembrulhou a rolha e removeu a armação de arame ao seu redor. Então, depois de ouvirem um barulho rápido, ele tirou a rolha, rindo ao aparar com a toalha de linho o líquido efervescente que subiu. Ocorreu a Demi que ele já deveria ter aberto centenas de garrafas de champanhe em sua vida, tama­nha a sua prática.



Mas o que lhe importava o fato de ele já ter estado com tantas mulheres no passado? Ela não era exatamente uma virgem pudica, nem esperava que ele fosse parte de seu futuro. No entanto, por algum motivo, pensar em Joe Jonas com outras mulheres não lhe caiu bem, nada bem.

Ele tirou dois morangos de uma travessa de prata sobre a bandeja e deixou cair um em cada taça longa antes de enchê-las de champanhe. Depois, devolveu a garrafa ao balde de prata com gelo, tomou urna taça em cada mão e aproximou-se de Demi, ao lado da cama.



— Excelente gosto para champanhe — ele elogiou, a respeito da Dom Pérignon.

Ela estremeceu ao receber a taça que ele lhe estendera.

— Ora, minha experiência como bartender haveria de servir para alguma coisa.



Ambos sorveram a bebida em silêncio, olhos nos olhos.

Demi jamais se sentira nervosa na presença de um ho­mem, mas o que Joe provocava dentro dela não era absolutamente condizente com um homem que deveria ser apenas o trampolim para sua felicidade futura, como mãe. Era uma sensação selvagem, completamente excitante.

— Boa música — ele comentou, finalmente, a respeito do saxofone que os envolvia em uma atmosfera sensual. — Coltrane. Você também é fã de jazz?



Demi balançou a cabeça enquanto bebericava o cham­panhe. O líquido frio e borbulhante provocou uma sen­sação agradável em sua garganta repentinamente seca.

— Não. Quero dizer, eu não conheço quase nada de jazz. Embora o Cosmos sempre tenha alguma apresen­tação de jazz, não consigo prestar muita atenção.

— Que tipo de música você prefere?

— Alternativa, principalmente.

— Exatamente...?

— Ah, você sabe: Spin Doctors, Gin Blossoms, Lem­monheads, Smashing Pumpkins, Counting Crows... — Como tudo parecesse estranho a Joe, ela procurou ex­plicar:

— Acho que eles eram enquadrados corno New Wave quando você era jovem.

Ele franziu o cenho.

— Perdão. Eu ainda me considero jovem. Certamente ainda não estou preparado para uma casa de repouso. Ela riu.

— Oh, só estou brincando, Joe. Nossa, espero que nosso filho tenha pelo menos o meu senso de humor.

A repentina menção daquilo que os levara àquela situação deixou-os imediatamente sérios.

Nosso filho? — repetiu Joe com um tom de voz estranho.

— Quis dizer meu filho — ela corrigiu-se imediatamente. — Espero que o meu filho tenha o meu senso de humor.

Ele acenou com a cabeça e sorveu a bebida, e ela ficou imaginando em que ele estaria pensando.

— Você está comandando o espetáculo, Demi — ele lembrou. — Então o que deveremos fazer?

Boa pergunta, ela pensou.

— Eu... é... eu não sei. Acho que podemos... ou melhor, você pode, se preferir. Para mim é indiferente.

— Eu posso o quê?

Ela inspirou nervosamente e simplesmente sugeriu

— Pode me beijar, por exemplo.



Sem hesitação, Joe depositou a taça na mesa da cabeceira, tirou a rosa e a taça das mãos de Demi para colocá-las ao lado da sua e então envolveu-a determinadamente em seus braços. Antes que Demi pudesse pensar no que estava acontecendo, ele tocou os lábios dela com os seus, acariciando-os suavemente. Ela cerrou olhos, deliciada com aquele contato, segurando-o pela lapela do paletó do terno e colando seu corpo ao dele. Por um segundo, ele afastou-se e fitou-a para então voltar a beijá-la exatamente da mesma forma. Demi só conseguiu pensar que jamais fora tão... tão acarinhada.



Ela não conseguiu avaliar quanto tempo ficaram assim, trocando carícias quase inocentes. Quase. Então, o que principiara como um tipo de exploração sutil gradual­mente cresceu em intensidade. Os dedos de Demi pare­ceram adquirir vida própria, passeando pela lapela, dali para o pescoço de Joe, para o rosto, o cabelo. Deixou que seu tato avaliasse a maciez da camisa de algodão, a aspereza do maxilar, a suavidade do cabelo negro. O perfume dele a envolvia, uma fragrância amadeirada que só sentira nele.

Joe, por sua vez, beijava-a com uma intensidade cada vez maior, deslizando suas mãos por aquele corpo que discretamente vinha cobiçando havia tanto tempo. No princípio, passara seus dedos pelo cabelo loiro e se­gurara-a pela nuca. Agora, permitia que suas mãos des­cessem para os ombros. Estreitou-a junto a si, espalman­do as mãos em suas costas, deslizando-as suavemente pela coluna, parando na cintura, como que temendo uma aproximação mais íntima.

Demi afastou-se somente o espaço suficiente para es­tudar aquele rosto e ficou satisfeita com o que detectou. Ele parecia tão nervoso quanto ela. Tão nervoso quanto ela e obviamente igualmente ansioso por prosseguir a exploração.



— Está com medo? — ela perguntou, gentilmente. Ele acenou com a cabeça.

— Sim, estou.

Ela sorriu.

— Eu também.

— Você quer parar? Não quer desistir enquanto é tempo?

Ela balançou a cabeça.

— Não. Eu... — Ela procurou palavras que melhor definissem seu estado de espírito. — Estou me sentindo bem, Joe. Está gostoso. Acho que isso é um bom sinal.

— Um sinal? — Ele a beijou no rosto e encostou a testa à dela. — Sinal do quê?

Ela fechou os olhos, deliciando-se com a sensação do dedo de Joe deslizando pelo seu rosto.

— Acho que vai dar certo. Acho que nós... vamos gerar um bebê hoje.



Ele afastou o rosto e fitou-a com os olhos solenemente verdes. Mas então sorriu, um sorriso lânguido e terno que sinalizou para ela que tudo iria dar certo.

— Você está segura? — ele perguntou gentilmente, segurando-a pela cintura. — Está absolutamente certa de que é exatamente isso o que você quer?

— Sim — ela afirmou. — E exatamente o que eu quero:



Joe então voltou a beijá-la, maravilhando-se com a sensação de estar novamente com uma mulher após tanto tempo, mas tentou não se lembrar do quanto a vinha desejando.

Enquanto ela tentava, com os dedos trêmulos, desven­cilhá-lo da gravata, ele, com mais segurança, pôs-se a desabotoar-lhe o traje de talhe masculino. Os paletós caíram no chão juntamente com a gravata. Seus olhares continuaram fixos enquanto desabotoavam a camisa um do outro. Porém, quando Joe percebeu um pedaço de renda negra sob a camisa azul-safira de Demi, não conseguiu esconder a surpresa.

Ansioso por querer descobrir o resto daquela lingerie negra, ele arrancou, nervosamente a fralda da camisa de dentro da calça escura antes de descer o zíper e soltou o botão. Mas Demi pousou a mão sobre a dele e afastou timidamente.



— Espere — ela pediu, com o rosto enrubescido. Seu tinham um brilho misterioso. — Deixe que eu faça isso.



Ela, também, já havia puxado a camisa de Joe para fora da calça e agora afagava os pelos negros e macios que lhe cobriam o peito. Mas o que ela usava por baixo de sua camisa pareceu a Joe, no mínimo, instigante.

Sempre olhando-o nos olhos, Demi levou as mãos à cintura e soltou a calça, deslizando-a pelas longas pernas  cobertas com uma meia preta. Ao tirar a camisa, jogando-a sobre uma cadeira próxima, sem mesmo olhar se atingira o alvo, fez Joe engolir em seco. Ele quase temeu olhá-la, mas a curiosidade falou mais alto.



Demi Lovato, uma mulher que até então jamais vira vestindo algo que não fosse roupas de corte masculino, estava parada à sua frente, usando um conjunto diminuto de sutiã e calcinha de renda preta, com cinta-liga, meias negras e sapatos de salto alto também pretos. Isso o deixou boquiaberto. Jamais poderia imaginar que ela usasse aquele tipo de lingerie sob suas roupas masculinas, muito menos que tivesse um corpo tão perfeito.



— Demi...

Ele a olhou o suficiente para perceber o sorriso trêmulo.. para então fixar-se novamente no traje íntimo.

— Demi... — ele repetiu.

— Você não gosta? — ela quis saber, com a voz denotando desapontamento. — É que eu pensei que os ho­mens gostassem disso para um... encontro sexual.

— Demi...

— Pensei que isso fosse bom para... criar um clima.



Ele queria explicar que já estava no clima desde que ela o convidara para ser o pai da criança. Até mesmo antes disso. Provavelmente desejava fazer amor com Demi desde a primeira vez que a vira atrás do balcão no Cosmos.

— Demi, eu... — Ele suspirou. — Eu não acho que você deva se preocupar com o clima. Você... — Finalmente ele a encarou. — Isso não será um problema...



Ela sorriu novamente, aquele sorriso tímido que o dei­xava com vontade de abraçá-la para não largá-la nunca mais. Por isso, aproximou-se e segurou-a pelos ombros. Ela, por sua vez, espalmou as mãos quentes sobre o peito de Joe e deslizou-as até o ombro, desnudando-o da camisa. Sem nunca deixar de olhar para aqueles olhos verdes intensos, ela levou as mãos até a cintura da calça do terno.



Joe ofegou ao toque daqueles dedos macios em sua cintura. Quando inclinou-se para beijá-la novamente, ela desafivelou o cinto e baixou o zíper. Lenta e suavemente, ao sabor da música que os envolvia, ele a levou dançando até a cama, aumentando o ardor e a intimidade de seu beijo enquanto se movia. Demi retribuiu com igual in­tensidade, espalmando as mãos nas costas nuas de Joe.

Ele quase esqueceu-se por que fora àquele quarto de hotel. Apagou totalmente de seus pensamentos a proposta de Demi. Somente conseguia pensar, em meio à névoa de desejo, que desejava e queria Demi Lovato. Mesmo que fosse somente durante uma tarde.

Mas até mesmo esse pensamento diluiu-se, porque Demi já o havia liberado de todas as suas roupas e agora colava-se totalmente contra seu corpo. Lentamente ele roçou o corpo contra o dela, fazendo-a deitar-se sobre a cama. Juntos fizeram uma dança de desejo e exploração contra as roupas de cama perfumadas.



A pele quente e a renda macia faziam uma combinação exótica. Joe não conseguia definir onde Demi termi­nava e ele começava. Sua mão decidida pousou sobre um laço acetinado entre os seios e o desfez, mergulhando, então, os dedos no interior do tecido para explorar o vale macio que encontrou. O laço desfez-se, então, completa­mente, revelando um seio que parecia convidá-lo.

Os lábios de Joe seguiram a rota de seus dedos, até encontrarem o botão rosado que se oferecia. Demi gemeu ao sentir-se tão intimamente tocada, afagando-lhe o cabelo e estreitando-o contra seu colo ao sentir aqueles lábios totalmente colados à sua pele. Enquanto ele a aca­riciava com a língua, sugando-lhe os mamilos, com uma mão amoldava o outro seio, afastando o tecido do sutiã e revelando a pele que jamais poderia imaginar tão macia, tão tenra, tão convidativa. Joe deu-se conta de que jamais tivera um momento tão excitante em sua vida.

Demi, também, perdeu-se em um oceano de sensações. Rolava a cabeça nos travesseiros enquanto Joe torturava-lhe deliciosamente os mamilos com a língua. Mas quando sentiu que ele deslizava os dedos para baixo, além de seu ventre, sentiu que iria descontrolar-se. Ela ofegou quando aqueles dedos hábeis liberaram-na da cal­cinha, tocando-a com completa intimidade, como nunca antes lhe acontecera.



— Oh, Joe — ela sussurrou.

— O que você está fazendo comigo?

Ela o ouviu rir gostosamente. Ele então voltou a fitá-la.

— Só estou no aquecimento... — ele insinuou com um sorriso malicioso.



Ele retomou em seguida as carícias eróticas, fazen­do-a revirar os olhos. Só o aquecimento? Ela repetiu para si. Puxa...

Joe em seguida abriu a cinta-liga rendada que Demi comprara naquela manhã especialmente para a oca­sião. Rolou cada par de meia até os pés, beijando gra­dativamente a pele que ia revelando, até deixá-la tão nua quanto ele. Depois dessa doce tortura, ele aproxi­mou-se, beijando-a na testa, no pescoço, nos seios, no ventre, para então presenteá-la com um carinho íntimo que ela jamais recebera. Ela afagava-lhe o cabelo, ge­mendo e contorcendo-se.



No momenta em que Joe ergueu seu corpo enorme diante dela e afundou seus dedos no cabelo loiro e macio, Demi estremeceu de desejo por ele. Ergueu os braços para envolver-lhe o pescoço, trazendo-o para o seu beijo, ine­briando-se com a pressão daquele corpo rijo contra o seu.

— Joe? — ela murmurou contra os lábios dele. — Eu quero você. Muito. Agora.

— Agora? — ele repetiu com um sorriso.

— Neste momento — ela insistiu.



Demi desceu os dedos ao longo do torso musculoso até encontrar a parte de Joe que ela mais desejava, envolvendo-a com sua mão. Ele fechou os olhos e mur­murou algo que ela não conseguiu entender. Instintiva­mente ela acariciou-o com ousadia, fazendo-o mover-se contra sua mão para então ficar totalmente parado. Quando os olhos verdes a fitaram, estavam queimando de paixão. Ele colocou a mão sobre a dela.

— Estou por um fio agora — ele sussurrou com uma expressão torturada. — Não sei se vou conseguir segurar por mais tempo.

Ela própria mal conseguia falar.

— Faça amor comigo.. — ela murmurou, acariciando-o novamente. — É só o que eu quero.

Ele fechou os olhos e investiu lentamente, deixando que ela o guiasse. Uma labareda o envolveu ao penetrá-la, deixando-o cego em sua luxúria. A cada movimento de seu corpo, sentia-se mais engolfado pela sensação, e sen­tia que Demi o acompanhava para dentro do clímax. Quanto mais se aproximavam, mais ele sentia que seus corpos queimavam, aproximando-se do ponto de fusão. Ele gritou o nome dela ao chegar ao auge, para então esmorecer naquele colo macio.



Durante um longo momento só conseguiu sentir. Só conseguiu maravilhar-se com a intensidade do clímax. Então, gradualmente, voltou a tocar o solo, dando-se con­ta de que estava nos braços de Demi. Ela parecia estar em toda parte. Parecia ter penetrado em cada poro seu, em cada célula de seu cérebro, em cada batida de seu coração.



Percebeu, então, que ela estava deitada sobre seu peito. Ele estava deitado de costas, abraçando-a, tentando to­mar fôlego, tentando raciocinar normalmente. Com uma mão, acariciou-lhe o cabelo macio, com a outra, deliciou-se com a pele suada daquelas costas aveludadas. Ela ani­nhara a cabeça abaixo de seu queixo e brincava com os pelos de seu peito. Ele a ouviu suspirar, satisfeita.



— Você está bem? — ele conseguiu dizer.

— Sim... — ela murmurou, erguendo a cabeça para fitá-lo. — Estou me sentindo muito bem. E você?



Ele não conseguia encontrar uma palavra que melhor descrevesse seu estado de espírito, e físico, também.



— Estou ótimo — ele respondeu. — Estou me sentindo... ótimo.



Ela aconchegou-se contra aquele peito largo. Joe podia jurar que seus corações estavam batendo no mesmo ritmo. Ele estreitou-a em seus braços e beijou-lhe a testa, surpreendendo-se ao perceber que a desejava novamente. Dessa vez com mais desespero.



— Demi?

— Sim?

— Você... Hã... não trabalha nas quartas-feiras, trabalha?

— Não...

— Você não tem que tomar conta de seu sobrinho hoje, tem?

— Eu liguei para Sel hoje de manhã depois que des­cobri que o teste deu positivo. Avisei que não poderia cuidar de Simon hoje.

— Percebo...

— Por quê?

Joe mordeu o lábio, pensativo.

— Então isso quer dizer que você não precisa ir para lugar nenhum nessa tarde?

Demi fitou-o novamente e sorriu ao perceber onde aquela conversa iria terminar.

— Não.

— Sabe? — ele prosseguiu, passando a ponta dos dedos ao longo da coluna de Demi, fazendo-a estremecer.

— Seria uma pena desperdiçar um quarto maravilhoso como este. Afinal, ainda temos uma garrafa de champanhe para terminar, e toda essa comida parece deliciosa.

— É verdade...

— E eu não tenho nenhum serviço urgente para tratar no escritório.

— Não?

— Não. Por que não passamos o resto da tarde juntos, fazendo... o que der vontade?



Demi sorriu e sentou-se na cama, envolvendo-se com um lençol. Pensou em dizer que, clinicamente, um homem que estivesse tentando engravidar uma mulher deveria esperar outras quarenta e oito horas até tentar nova­mente, mas então lembrou-se da sensação única que foi atingir o orgasmo com Joe e sentiu vontade de ficar com ele ali para sempre. Portanto, só conseguiu responder:

— Afinal, uma vez mais não vai tirar pedaço de ninguém.

11 comentários:

  1. O.m.g.
    Que capítulo mais perfeito....eu adorei tudo <3 <3 <3
    Esses dois já estão apaixonados kkkkkkk...vão ficar mais ainda kkkkkkk....
    Posta logoo
    Adorei tudo tudo mesmo....
    Beijos com carinho :-)

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  2. EU TO LARGADA
    NÃO ME TOQUEM
    QUE CAPITULO PERFEITO
    SOCORROOOO
    QUE LINDOS *-*
    E olha quem apareceu ne dona leka hihi'
    #saudadesdetu
    Posta logooo gataa
    Beijos!!!

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  3. Ameiii O capitulo!!!!
    Poste logo!!!!! Bjs

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  4. OMG AMEEI <3
    Perfeito.. *-*
    Espero q a Demi fique gravida logo..
    Ameeeii..
    Posta Logo
    Xoxo

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  5. Que capitulo mais fofo serio,eu amei
    os dois se amam e nao perceem isso u.u rum!!
    AAAH quero outro capitulo agora haha
    Posta logoo eu estou amando essa fic e tenho que dizer você é uma ótima escritora :)
    Beijoos linda :)

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  6. Muito fofo esse cap!! Essa fic é perfeita!Posta logo, por favor!Bju

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  7. SA... SA... SAFADEZA! ♪
    Gente essa capítulo abalou as minhas estruturas!
    Mulher *u* estou sem palavras...
    Posta logo! <3
    Status: Em um relacionamento com Pai Perfeito

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  8. Capítulo, PERFEITO.
    Jemi, safadinhoos! (6'

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  9. Ohhhh OMG estou em estado de choque ate agora
    simplesmente perfect
    Jemi xonados rsssr

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  10. AAAAAAAAAAAAAAAAKSKIUWDKCNVBNCMZ,ALSWOIEUYQTAJABDVDJD CARALHO PORRA, Q FODA ESSA FIC, AI PARA Q EU QUERO DESCER GENTE, continua ta muito perfeito, ganhou uma leitora nova. amore, voce pode divulgar minha fic nova? comecei a pouco tempo e tals, mas enfim, me ajuda? pleaseeeeeeeeeeeeeeee http://www.apenasimagineebelieberr.blogspot.com.br/

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  11. OMG EStou jogada no chão depois de ler esse capítulo
    Perfeito!!!
    POSTA LOGO!!!
    BJSS

    P.S.: tem como você divulgar a minha fic? Estou começando uma fic nova em breve :) http://fanmadehistorias.blogspot.com.br/

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Sem comentários ........... sem capítulos!