30/09/2013

O Pai Perfeito (Mini Fic Cap 2)





Capitulo 2







Joe surpreendeu-se. 
– Instrumento musical? Demi acenou com a cabeça, confirmando, guardando a garrafa de uísque na prateleira espelhada atrás de si. 
— Sim — ela respondeu. — Sinto que você tem algum talento musical.
— Bem, eu tocava saxofone na banda da escola — ele confessou. 
— E toquei em uma banda de jazz na faculdade.
Ela sorriu e Joe sentiu-se ridiculamente feliz por ter dito algo que fosse do agrado dela.
— Realmente? — ela maravilhou-se. — Saxofone? Saxofone é ótimo.
— Bem, eu não toco há anos...
— Mas você era bom nisso, diga a verdade.
Ele confirmou, sem modéstia.
— É, eu tocava muito bem.
O sorriso de Demi alargou-se ao trocar-lhe o guardanapo.
— Pode me contar mais uma coisa? -- ela continuou.
— Sim?
— Como tem se sentido ultimamente?
Ele estreitou os olhos, desconfiado.
— Tenho me sentido muito bem - ele assegurou. — Por quê? Não pareço bem? Está sabendo de algo que não sei?
Ela balançou a cabeça.
— Só queria me assegurar de que sua saúde é perfeita.
— Pelo que meu médico disse, na última visita, meu estado físico é excelente, obrigado.
— É bom ouvir isso.
— Por que tantas perguntas, Demetria?
Ela o fitou intensamente por um bom tempo antes de responder:
— Posso ser honesta? — ela indagou.
— Claro.
Ela olhou à volta, para os outros bartenders, para os outros clientes sentados ao balcão, para os outros garçons que gravitavam em torno do bar.
— Acho que não devemos falar aqui — ela murmurou. — Devo sair às onze horas. Posso lhe oferecer uma xícara de café quando deixar meu turno?
Joseph não sabia o que dizer. Seu lado racional pedia que ele arranjasse uma desculpa e recusasse o convite, mas seu outro lado foi mais rápido.
— Lógico — ele ouviu-se responder.
Demi suspirou aliviada.
— Ótimo. Muito obrigada. Então, como está seu camarão recheado?
Uma hora mais tarde, Demetria estava sentada à frente do Sr. Jonas a uma pequena mesa de coquetel em um canto do bar do Cosmos, segurando uma xícara de café como se fosse um salva-vidas. Que loucura, ela pensou, analisando o homem diante de si, com o canto dos olhos.
O que sabia a respeito dele? Nem mesmo o primeiro nome. Mas ele era atraente, inteligente e bem-sucedido. Seu gosto era impecável e sabia tocar saxofone. Aparentemente, ele não tinha nenhum empecilho de ordem romântica que o impedisse de ser pai de seu filho. Como ele próprio definira, era um solteiro convicto.
O Sr. Jonas era pelo menos dez anos mais velho do que ela e alimentava uma paixão obstinada pelo trabalho, o que o tornava avesso à vida social e familiar, mais um ponto a favor de Demi. Se tivesse um filho dele, sem dúvida nenhuma a criança seria somente dela.
Mas poderia pedir o que tinha em mente? Para seu desespero, ao fitar os olhos verdes do homem alto à sua frente, Demi duvidou se sabia exatamente onde estava se metendo.
— E então, Demetria? — Joseph começou, desconcertado
Ao perceber que já estavam havia quase cinco minutos sem falar nada. 
— Em que está pensando?
Uma mecha de cabelo caiu sobre o rosto dela. Repentinamente ele surpreendeu-se querendo afagar aquele cabelo. Inexplicavelmente, tudo o que se relacionava a Demetria, de um momento para o outro, adquirira um quê de maciez.
— Eu, ha... — Ela inspirou profundamente e Joseph aguardou que ela terminasse a frase. — Preciso lhe perguntar algo.
— Outra pergunta? ele observou, sorrindo ao perceber que ela evitava encará-lo.
— Parece que você está com um grande estoque de perguntas esta noite.
Ela confirmou.
– Eu... bem... tenho uma irmã mais velha — ela começou, finalmente, pousando os olhos nos dele.
Que tom mais raro de castanho, ele pensou, antes de ser atingido pelo impacto das palavras. Então principiou a entender para onde a conversa estava se encaminhando. Se Demetria estava imaginando que ele estava disponível para um encontro às cegas com sua irmã, estava redondamente enganada.
— Uma irmã... — ele repetiu, cautelosamente. Ela confirmou, meneando a cabeça.
— Ela teve um filho no ano passado, que vem a ser o bebê da foto que lhe mostrei e...
— Um bebê? Indagou Joseph, incrédulo.
Demetria queria amarrá-lo a uma mulher com filho? Mas ele não acabara de deixar bem claro que não precisava de uma família para atrapalhar sua felicidade?
Ele ergueu a mão para interromper quaisquer outros planos que ela tivesse em mente.
— Alto lá, mocinha — ele avisou. — Não estou interessado em ter nada com sua irmã. Muito menos com o bebê
Demi encarou-o, confusa por um momento, mas recuperou e rapidamente e começou a rir. O sorriso transformou - se em gargalhada.
— Selena já é casada e é muito feliz. Não estou tentando arrumar nada entre você e ela — Demetria assegurou, deixando-o mais aliviado. 
— O que estou imaginando tem algo a ver com você, comigo e meu filho.
Joseph parou de rir imediatamente.
— Como?
Demi parou de rir, também.
— Eu não sabia que você tinha um filho — surpreendeu-se o Sr. Jonas.
— Eu não tenho. Mas desde que Selena teve Simon, tenho pensado em ter um filho também.
— Assim, de um momento para o outro?
Ela balançou a cabeça.
— Simon já tem quase nove meses. Tenho pensado muito desde que ele nasceu. De acordo com minha médica, apesar de eu ter somente 21 anos, não tenho muito tempo de fertilidade pela frente. A questão é que não posso ficar esperando até que um potencial marido apareça. E quem me garante que ele aparecerá?
— E o que eu tenho a ver com isso?
Ela percebeu que ele ainda não havia entendido.
— Bem... Você é atraente, inteligente, é talentoso, e... — Ela olhou para as mãos espalmadas sobre a mesa e mordeu o lábio antes de completar: —... E gostaria que o pai de meu filho lhe passasse todas essas qualidades.
A expressão de Joseph era impenetrável.
— E isso quer dizer o quê?
Oh, ele sabia o que ela estava tentando dizer, Demi pensou. Só queria ter certeza.
— Isso quer dizer... — ela tentou explicar novamente
— Que eu gostaria que você fosse o pai do meu bebê. Isso é, gostaria que você pensasse a respeito.
Por algum tempo, ele ficou fitando Demetria sem dizer nada, como se ela estivesse falando em outra língua. Finalmente ele conseguiu falar:
— Você está tentando dizer que quer que eu doe meu... — Ele olhou em volta e limpou a garganta. 
— Você quer que eu doe meu esperma para você ser inseminada artificialmente?
— Ah, não, pelo amor de Deus, não!
O calor que começou a subir pelo corpo de Joseph diminuiu de intensidade. No entanto, ele precisava urgentemente entender o que ela estava pretendendo.
— Quero que você faça amor comigo — ela finalmente declarou.
— Você o quê?
— Dentro de duas semanas. E quando vou estar ovulando novamente.
Joseph só conseguiu ficar parado, olhando para a xícara de café. Mas o silêncio pareceu inspirar Demetria, que continuou a disparar nervosamente:
— Hã... ouça eu tenho certeza do que você deve estar pensando a meu respeito neste momento. Deve estar imaginando que tipo de mulher sou eu para pedir praticamente a um estranho que faça amor comigo só para me engravidar, mas...
— Ora, nós não somos realmente estranhos? — Joe a interrompeu, olhando-a nos olhos. 
— Somos estranhos, Demetria?
Ela meneou os ombros e não disse nada. Ele nunca percebera o quanto ela era pequena. Delicada. Ela sempre parecia tão poderosa, atrás daquele balcão, tão determinada. Imaginou há quanto tempo ela o estaria considerando para a tarefa em questão. Mas o que o deixou confuso foi não sentir aquilo como uma proposta indecente, e sim como algo agradavelmente passível de consideração.
— Depois de tudo o que conversamos nestes dois anos — ele prosseguiu 
— Como é que você pode se referir a nós como estranhos? Quem me escutou durante o ano passado, quando recebi aquela proposta para uma fusão?' Eu teria ficado louco se não tivesse podido confiar em você. E os seus conselhos me ajudaram a perceber com que tipo de bastardos eu estava lidando.
Demi sorriu nervosamente.
— Verdade?
Ele acenou com a cabeça, confirmando.
— Você também foi o meu ombro amigo quando perdi meu pai.
— E você me ajudou a superar a morte de minha mãe
— ela acrescentou. 
— Mas sabe o que é mais estranho? Eu nem mesmo sei o seu primeiro nome.
— E eu também não sei seu sobrenome.
— Lovato — ela prontificou-se a informar. — Demetria Lovato.
— Joseph. — Ele estendeu-lhe a mão. 
— Joseph Jonas.
Demi apertou a mão de Joe e sorriu. Não tinha muita certeza, mas pareceu-lhe que haviam selado um pacto.
Eram duas horas da madrugada quando o último bartender enxotou-os gentilmente do Cosmos. Joseph acompanhou Demetria até seu carro, ambos caminhando vagarosamente, apesar do frio cortante. O centro de Filadélfia parecia estar ainda mais calmo do que parecia.
Ainda não tinham nada formalizado, ela pensou enquanto caminhavam. Embora tivesse, passado boa parte da noite argumentando a favor de seu caso, com franqueza, Joseph não concordara com o pedido. Mas tampouco se havia recusado a cooperar e, aparentemente, apreciara o tempo que passaram juntos, tanto quanto ela.
Quando chegaram ao carro, ela abriu a porta e jogou a bolsa no banco do passageiro. Estava a ponto de atirar ao banco também o livro de filosofia que costumava ler atrás do balcão, quando havia tempo, quando Joseph segurou pelo punho.
— Hummm... Emerson. E um dos meus autores favoritos.
Ela sorriu.
— Eu não sabia que você gostava de filosofia.
— Como você pôde deixar seu diploma de lado? --- Ela jogou o livro para dentro do carro e apoiou o braço na porta---
— Não sei. Sempre pensei em fazer o mestrado e o doutorado para lecionar. Porém, quando me formei, estava um pouco cansada de estudar. Depois, quando não faltava tempo, faltava dinheiro. Talvez um dia...
Ele acenou com a cabeça, mas parecia estar pensando em algo mais profundo.
— Sabe, você ainda não me deu um sim ou um não definitivo — ela observou.
— E verdade. Mas ainda há algo que eu não consigo entender.
— O que, exatamente?
— Por que o pai de seu filho tem que ser alguém que você conheça? Se está tão determinada a ter um filho, por que não faz a inseminação artificial? Tem dado certo para muitas mulheres.
Ela confirmou.
— Eu sei e até cheguei a considerar esta possibilidade.
Você tem que preencher um formulário sobre o que espera de um doador, mas...
— Mas o quê?
Ela deu de ombros e desviou o olhar.
— Isso não combina comigo. Bem, eu me considero uma mulher moderna e não critico a mulher que faz esta opção, mas...
— Mas...
— É que eu tenho um lado um pouco antiquado. Não me sentiria bem sendo fertilizada em uma cama de metal, com os pés em estribos, com um bando de gente vestida de branco ao meu redor, entende?
Ele sorriu à imagem apresentada, mas permaneceu calado.
— Acredito que um bebê deva ser concebido em um momento de afeto — ela continuou suavemente. —
Mesmo que esse momento dure somente... Um momento. Deve haver algum tipo de emoção positiva compartilhada pelos pais, mesmo que temporária. Pelo menos é assim que sinto.
— A maioria das pessoas acredita que a emoção envolvida deve ser um amor profundo e envolvente que dure para sempre — comentou Joseph.
— Sim, eu sei — Demi concordou, desviando nova-mente o olhar. 
— Mas não estou convencida de que esta emoção exista.
Como Joseph não disse nada, ela o fitou novamente, percebendo que ele estava meditando sobre o que ela dissera.
— Não que eu não concorde com você, mas por que sente desta forma? — ele perguntou, finalmente. Ela inclinou a cabeça para o lado e olhou-o com firmeza.
— Sei que existem pessoas que acreditam no amor eterno — ela continuou. 
— Ora, minha irmã é um exemplo vivo. Mas o fato de minha irmã professar tanto os poderes do amor é um dos motivos para eu evitá-lo.
— Poderia ser mais específica?
Demi hesitou, antes de responder. O problema é que provavelmente não havia outro homem como David Henrie, o marido de Selena, e tinha certeza de que as probabilidades de encontrar um homem totalmente compatível com ela eram de mínimas a nulas.
— Antes de o marido de Sel entrar na vida dela,. observei-a envolver-se com um tipo atrás do outro, todos perdedores. Ela sempre terminava com o coração partido. Decidi há muito tempo que nenhum canalha me trataria como ela foi tratada. Negativo, de jeito algum.
— Mas você mesma me disse que ela agora tem um casamento feliz — Joseph observou. — Por que não acredita que o mesmo possa acontecer com você?
— Há uma grande diferença entre mim e Sel — Demetria explicou. — Ela sempre quis se casar. Sempre quis ter um homem em sua vida. Eu sou mais independente. Não me imagino amarrada a ninguém a vida toda.
Mas para ter um filho, ficará ligada a alguém pela vida toda. Será responsável pela criança desde o momento em que for concebida.
— Isso é diferente — Demetria argumentou com um sorriso. — Bebês e crianças precisam de nós. Eles nos amam incondicionalmente, não importam os defeitos que tenhamos. Eles não tentam nos mudar, não impõem restrições às nossas emoções e não fazem guerras psicológicas. Pelo menos os homens que conheci não agiram assim.
Joseph sorriu por dentro ao perceber que a descrição que ela fizera dos homens era o mesmo conceito que ele tinha das mulheres. Interessante que compartilhassem idênticas filosofias com relação ao sexo oposto.
— Não sei, Demetria, preciso de um tempo para pensar. O que está me pedindo não é nada normal, você haverá de entender.
— Preciso saber dentro de duas semanas — ela lembrou.
— Para que tanta pressa?
— Quero ter o bebê na época do Natal — ela disse, sorrindo.
Demi percebeu que algo ainda perturbava Joseph.
— Algum problema? — ela perguntou.
— Há um ponto que ainda não discutimos — ele disse, confirmando a suspeita de Demi.
— E qual é?
Ele ergueu a mão e acariciou o cabelo loiro e macio. O toque de intimidade a surpreendeu. A voz era suave ao responder.
— E eu, como fico depois que a tarefa for concluída?
— O que está tentando saber?
— Depois... depois que eu fizer amor com você, Demetria... — Ele engoliu em seco, antes de continuar. 
— Depois que você ficar grávida, o que acontecerá entre nós?
— Imagino que voltaremos a ser o que éramos antes.
— E você acredita piamente que isso será possível?
Ela suspirou e empertigou-se, procurando não desviar o olhar.
— Eu... Eu não sei. Você parece não querer uma mulher em sua vida tanto quanto não quero um homem na minha
— Isso é verdade...
— Esta é mais uma razão para o nosso acordo ser perfeito. Já nos conhecemos há dois anos e nunca nos obrigamos a nada. Não há razão para isso mudar só por que... Faremos amor uma vez.
— Isso também é verdade, mas...
Antes que Demi percebesse o que estava acontecendo, Joe inclinou-se e fez seus lábios se encontrarem. No princípio, Demi ficou surpresa demais para reagir, mas, ao sentir o quanto ele se tornava ardente, tomando seu rosto entre as mãos grandes, não pôde deixar de retribuir com a mesma intensidade. Ele beijava bem, ela pensou passando os dedos entre o cabelo sedoso de Joe.
Ele afastou-a da porta para poder abraçá-la completamente, para poder provar mais livremente os lábios macios de Demetria. Tomou-a pela cintura e segurou-a pelas costas, forçando seus corpos a ficarem juntos, ao ponto de Demi sentir o calor crescente de Joseph. Ela não conseguiu avaliar quanto tempo ficaram juntos daquela forma, mas de uma coisa tinha certeza: não queria parar.
Mas ele parou, tão abruptamente quanto começou. Joseph afastou o rosto e fitou-a, visivelmente confuso.
— Preciso de alguns dias para pensar — ele disse enquanto a soltava relutantemente.
 
— E acho que você também precisa pensar mais um pouco.
Com isso, ele deu as costas e partiu, sem dizer mais nada, sem olhar para trás.
Demi observou-o partir, tentando organizar seu tumulto interior. Sentiu que sua determinação esmaecera quando Joseph a beijou.
Antes tinha tanta certeza, ela pensou. Mas agora não tinha a mínima idéia do que deveria fazer.


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Galera, 

Peço desculpas por não ter dado atenção ao blog por muitos dias, mas ta muito complicado conciliar tudo que estou fazendo com o blog. Alem disso precisava dar um tempo de estar por aqui para dar mais atenção a minha vida real e menos a virtual.. mas agora estou um pouco melhor, não vou abandonar nada aqui, vou terminar de postar essa fic pra Ju poder começar a dela e todos serem felizes ok?

Meu navegador tb não ajudou muito pois todas as vezes que tentei postar não consegui.
Então mais uma vez peço desculpas e sexta a noite eu devo postar uma maratona pra adiantar a fic.. são 12 capitulos se não me engano então acaba rapido.
farei todo o possivel pra isso pois agora tenho mais um compromisso no curso e tenho que cumprir.
Enfim, é isso, espero que entendam e curtam tudo que vai rolar aí que a Juh ta trazendo pra vocês.

Bju nas crianças! 

8 comentários:

  1. estou amando, hmm amo maratonas, essa palavra devia ser um elogio me deixa tão feliz kkkk

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  2. Vai ser perfeita assim lá na... Esquece! kkk'
    Eu estou pirando aqui! Meu Deus do céu *u*
    Essa Demi é ~ousada~ que só!, mais com Joe Jonas quem não quer ter um filho? kkk'
    Assim até eu! ~só suspiros~
    Ele beijou ela, ele beijou ela! Não sei se aguento mais.
    Mentira, eu aguento sim!
    Ansiosa pelo próximo *-*
    Eles vão ter um bebê! ~le dança~
    Ainda não aconteceu mais... Eu sei que vai!

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  3. Ai Meu Deus *-*
    SOCORRINHOOO
    Que capitulo perfeito
    to vomitando arco-iris
    Joe tem que ser o pai pro bb da Demi
    imagina um babyjemi
    awnnnnn <333
    LEKAAAA PLEASEEEEE POSTA LOGOOO GATA
    TO MEGA CURIOSA
    Beijos!!!

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  4. Saudades de comentar nesse blog Maravilhosooo u.u
    saudades de vocês !!!
    Eu adorei,principalmente o beijoooo ~foi tão perfeito~.
    tomara que o joe diga sim,se não kkkk,vou cortar ele
    em pedaços kkkk ~brincadeira~.
    chega de palhaçada,da minha parte .
    Posta Logoooo
    #ansiosa #esperando #capítulo #perfeitoooo
    beijosss meus amorees >.<

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  5. Desculpa a demora pra comentar, EU ADOREI!!!!!!
    Você escreve muito bem, parabéns.
    posta logo.
    bjsss

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  6. Oooi, voce não vai postar não? poxa, não demora se não vc mata a gente, ;/
    Poderia dar um olhadinha no meu blog? vê la se vc gosta ><" esta em manutenção, mas quero voltar ..
    myloveisaloser-jemi.blogspot.com

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Sem comentários ........... sem capítulos!