30/09/2013

O Pai Perfeito (Mini Fic Cap 2)





Capitulo 2







Joe surpreendeu-se. 
– Instrumento musical? Demi acenou com a cabeça, confirmando, guardando a garrafa de uísque na prateleira espelhada atrás de si. 
— Sim — ela respondeu. — Sinto que você tem algum talento musical.
— Bem, eu tocava saxofone na banda da escola — ele confessou. 
— E toquei em uma banda de jazz na faculdade.
Ela sorriu e Joe sentiu-se ridiculamente feliz por ter dito algo que fosse do agrado dela.
— Realmente? — ela maravilhou-se. — Saxofone? Saxofone é ótimo.
— Bem, eu não toco há anos...
— Mas você era bom nisso, diga a verdade.
Ele confirmou, sem modéstia.
— É, eu tocava muito bem.
O sorriso de Demi alargou-se ao trocar-lhe o guardanapo.
— Pode me contar mais uma coisa? -- ela continuou.
— Sim?
— Como tem se sentido ultimamente?
Ele estreitou os olhos, desconfiado.
— Tenho me sentido muito bem - ele assegurou. — Por quê? Não pareço bem? Está sabendo de algo que não sei?
Ela balançou a cabeça.
— Só queria me assegurar de que sua saúde é perfeita.
— Pelo que meu médico disse, na última visita, meu estado físico é excelente, obrigado.
— É bom ouvir isso.
— Por que tantas perguntas, Demetria?
Ela o fitou intensamente por um bom tempo antes de responder:
— Posso ser honesta? — ela indagou.
— Claro.
Ela olhou à volta, para os outros bartenders, para os outros clientes sentados ao balcão, para os outros garçons que gravitavam em torno do bar.
— Acho que não devemos falar aqui — ela murmurou. — Devo sair às onze horas. Posso lhe oferecer uma xícara de café quando deixar meu turno?
Joseph não sabia o que dizer. Seu lado racional pedia que ele arranjasse uma desculpa e recusasse o convite, mas seu outro lado foi mais rápido.
— Lógico — ele ouviu-se responder.
Demi suspirou aliviada.
— Ótimo. Muito obrigada. Então, como está seu camarão recheado?
Uma hora mais tarde, Demetria estava sentada à frente do Sr. Jonas a uma pequena mesa de coquetel em um canto do bar do Cosmos, segurando uma xícara de café como se fosse um salva-vidas. Que loucura, ela pensou, analisando o homem diante de si, com o canto dos olhos.
O que sabia a respeito dele? Nem mesmo o primeiro nome. Mas ele era atraente, inteligente e bem-sucedido. Seu gosto era impecável e sabia tocar saxofone. Aparentemente, ele não tinha nenhum empecilho de ordem romântica que o impedisse de ser pai de seu filho. Como ele próprio definira, era um solteiro convicto.
O Sr. Jonas era pelo menos dez anos mais velho do que ela e alimentava uma paixão obstinada pelo trabalho, o que o tornava avesso à vida social e familiar, mais um ponto a favor de Demi. Se tivesse um filho dele, sem dúvida nenhuma a criança seria somente dela.
Mas poderia pedir o que tinha em mente? Para seu desespero, ao fitar os olhos verdes do homem alto à sua frente, Demi duvidou se sabia exatamente onde estava se metendo.
— E então, Demetria? — Joseph começou, desconcertado
Ao perceber que já estavam havia quase cinco minutos sem falar nada. 
— Em que está pensando?
Uma mecha de cabelo caiu sobre o rosto dela. Repentinamente ele surpreendeu-se querendo afagar aquele cabelo. Inexplicavelmente, tudo o que se relacionava a Demetria, de um momento para o outro, adquirira um quê de maciez.
— Eu, ha... — Ela inspirou profundamente e Joseph aguardou que ela terminasse a frase. — Preciso lhe perguntar algo.
— Outra pergunta? ele observou, sorrindo ao perceber que ela evitava encará-lo.
— Parece que você está com um grande estoque de perguntas esta noite.
Ela confirmou.
– Eu... bem... tenho uma irmã mais velha — ela começou, finalmente, pousando os olhos nos dele.
Que tom mais raro de castanho, ele pensou, antes de ser atingido pelo impacto das palavras. Então principiou a entender para onde a conversa estava se encaminhando. Se Demetria estava imaginando que ele estava disponível para um encontro às cegas com sua irmã, estava redondamente enganada.
— Uma irmã... — ele repetiu, cautelosamente. Ela confirmou, meneando a cabeça.
— Ela teve um filho no ano passado, que vem a ser o bebê da foto que lhe mostrei e...
— Um bebê? Indagou Joseph, incrédulo.
Demetria queria amarrá-lo a uma mulher com filho? Mas ele não acabara de deixar bem claro que não precisava de uma família para atrapalhar sua felicidade?
Ele ergueu a mão para interromper quaisquer outros planos que ela tivesse em mente.
— Alto lá, mocinha — ele avisou. — Não estou interessado em ter nada com sua irmã. Muito menos com o bebê
Demi encarou-o, confusa por um momento, mas recuperou e rapidamente e começou a rir. O sorriso transformou - se em gargalhada.
— Selena já é casada e é muito feliz. Não estou tentando arrumar nada entre você e ela — Demetria assegurou, deixando-o mais aliviado. 
— O que estou imaginando tem algo a ver com você, comigo e meu filho.
Joseph parou de rir imediatamente.
— Como?
Demi parou de rir, também.
— Eu não sabia que você tinha um filho — surpreendeu-se o Sr. Jonas.
— Eu não tenho. Mas desde que Selena teve Simon, tenho pensado em ter um filho também.
— Assim, de um momento para o outro?
Ela balançou a cabeça.
— Simon já tem quase nove meses. Tenho pensado muito desde que ele nasceu. De acordo com minha médica, apesar de eu ter somente 21 anos, não tenho muito tempo de fertilidade pela frente. A questão é que não posso ficar esperando até que um potencial marido apareça. E quem me garante que ele aparecerá?
— E o que eu tenho a ver com isso?
Ela percebeu que ele ainda não havia entendido.
— Bem... Você é atraente, inteligente, é talentoso, e... — Ela olhou para as mãos espalmadas sobre a mesa e mordeu o lábio antes de completar: —... E gostaria que o pai de meu filho lhe passasse todas essas qualidades.
A expressão de Joseph era impenetrável.
— E isso quer dizer o quê?
Oh, ele sabia o que ela estava tentando dizer, Demi pensou. Só queria ter certeza.
— Isso quer dizer... — ela tentou explicar novamente
— Que eu gostaria que você fosse o pai do meu bebê. Isso é, gostaria que você pensasse a respeito.
Por algum tempo, ele ficou fitando Demetria sem dizer nada, como se ela estivesse falando em outra língua. Finalmente ele conseguiu falar:
— Você está tentando dizer que quer que eu doe meu... — Ele olhou em volta e limpou a garganta. 
— Você quer que eu doe meu esperma para você ser inseminada artificialmente?
— Ah, não, pelo amor de Deus, não!
O calor que começou a subir pelo corpo de Joseph diminuiu de intensidade. No entanto, ele precisava urgentemente entender o que ela estava pretendendo.
— Quero que você faça amor comigo — ela finalmente declarou.
— Você o quê?
— Dentro de duas semanas. E quando vou estar ovulando novamente.
Joseph só conseguiu ficar parado, olhando para a xícara de café. Mas o silêncio pareceu inspirar Demetria, que continuou a disparar nervosamente:
— Hã... ouça eu tenho certeza do que você deve estar pensando a meu respeito neste momento. Deve estar imaginando que tipo de mulher sou eu para pedir praticamente a um estranho que faça amor comigo só para me engravidar, mas...
— Ora, nós não somos realmente estranhos? — Joe a interrompeu, olhando-a nos olhos. 
— Somos estranhos, Demetria?
Ela meneou os ombros e não disse nada. Ele nunca percebera o quanto ela era pequena. Delicada. Ela sempre parecia tão poderosa, atrás daquele balcão, tão determinada. Imaginou há quanto tempo ela o estaria considerando para a tarefa em questão. Mas o que o deixou confuso foi não sentir aquilo como uma proposta indecente, e sim como algo agradavelmente passível de consideração.
— Depois de tudo o que conversamos nestes dois anos — ele prosseguiu 
— Como é que você pode se referir a nós como estranhos? Quem me escutou durante o ano passado, quando recebi aquela proposta para uma fusão?' Eu teria ficado louco se não tivesse podido confiar em você. E os seus conselhos me ajudaram a perceber com que tipo de bastardos eu estava lidando.
Demi sorriu nervosamente.
— Verdade?
Ele acenou com a cabeça, confirmando.
— Você também foi o meu ombro amigo quando perdi meu pai.
— E você me ajudou a superar a morte de minha mãe
— ela acrescentou. 
— Mas sabe o que é mais estranho? Eu nem mesmo sei o seu primeiro nome.
— E eu também não sei seu sobrenome.
— Lovato — ela prontificou-se a informar. — Demetria Lovato.
— Joseph. — Ele estendeu-lhe a mão. 
— Joseph Jonas.
Demi apertou a mão de Joe e sorriu. Não tinha muita certeza, mas pareceu-lhe que haviam selado um pacto.
Eram duas horas da madrugada quando o último bartender enxotou-os gentilmente do Cosmos. Joseph acompanhou Demetria até seu carro, ambos caminhando vagarosamente, apesar do frio cortante. O centro de Filadélfia parecia estar ainda mais calmo do que parecia.
Ainda não tinham nada formalizado, ela pensou enquanto caminhavam. Embora tivesse, passado boa parte da noite argumentando a favor de seu caso, com franqueza, Joseph não concordara com o pedido. Mas tampouco se havia recusado a cooperar e, aparentemente, apreciara o tempo que passaram juntos, tanto quanto ela.
Quando chegaram ao carro, ela abriu a porta e jogou a bolsa no banco do passageiro. Estava a ponto de atirar ao banco também o livro de filosofia que costumava ler atrás do balcão, quando havia tempo, quando Joseph segurou pelo punho.
— Hummm... Emerson. E um dos meus autores favoritos.
Ela sorriu.
— Eu não sabia que você gostava de filosofia.
— Como você pôde deixar seu diploma de lado? --- Ela jogou o livro para dentro do carro e apoiou o braço na porta---
— Não sei. Sempre pensei em fazer o mestrado e o doutorado para lecionar. Porém, quando me formei, estava um pouco cansada de estudar. Depois, quando não faltava tempo, faltava dinheiro. Talvez um dia...
Ele acenou com a cabeça, mas parecia estar pensando em algo mais profundo.
— Sabe, você ainda não me deu um sim ou um não definitivo — ela observou.
— E verdade. Mas ainda há algo que eu não consigo entender.
— O que, exatamente?
— Por que o pai de seu filho tem que ser alguém que você conheça? Se está tão determinada a ter um filho, por que não faz a inseminação artificial? Tem dado certo para muitas mulheres.
Ela confirmou.
— Eu sei e até cheguei a considerar esta possibilidade.
Você tem que preencher um formulário sobre o que espera de um doador, mas...
— Mas o quê?
Ela deu de ombros e desviou o olhar.
— Isso não combina comigo. Bem, eu me considero uma mulher moderna e não critico a mulher que faz esta opção, mas...
— Mas...
— É que eu tenho um lado um pouco antiquado. Não me sentiria bem sendo fertilizada em uma cama de metal, com os pés em estribos, com um bando de gente vestida de branco ao meu redor, entende?
Ele sorriu à imagem apresentada, mas permaneceu calado.
— Acredito que um bebê deva ser concebido em um momento de afeto — ela continuou suavemente. —
Mesmo que esse momento dure somente... Um momento. Deve haver algum tipo de emoção positiva compartilhada pelos pais, mesmo que temporária. Pelo menos é assim que sinto.
— A maioria das pessoas acredita que a emoção envolvida deve ser um amor profundo e envolvente que dure para sempre — comentou Joseph.
— Sim, eu sei — Demi concordou, desviando nova-mente o olhar. 
— Mas não estou convencida de que esta emoção exista.
Como Joseph não disse nada, ela o fitou novamente, percebendo que ele estava meditando sobre o que ela dissera.
— Não que eu não concorde com você, mas por que sente desta forma? — ele perguntou, finalmente. Ela inclinou a cabeça para o lado e olhou-o com firmeza.
— Sei que existem pessoas que acreditam no amor eterno — ela continuou. 
— Ora, minha irmã é um exemplo vivo. Mas o fato de minha irmã professar tanto os poderes do amor é um dos motivos para eu evitá-lo.
— Poderia ser mais específica?
Demi hesitou, antes de responder. O problema é que provavelmente não havia outro homem como David Henrie, o marido de Selena, e tinha certeza de que as probabilidades de encontrar um homem totalmente compatível com ela eram de mínimas a nulas.
— Antes de o marido de Sel entrar na vida dela,. observei-a envolver-se com um tipo atrás do outro, todos perdedores. Ela sempre terminava com o coração partido. Decidi há muito tempo que nenhum canalha me trataria como ela foi tratada. Negativo, de jeito algum.
— Mas você mesma me disse que ela agora tem um casamento feliz — Joseph observou. — Por que não acredita que o mesmo possa acontecer com você?
— Há uma grande diferença entre mim e Sel — Demetria explicou. — Ela sempre quis se casar. Sempre quis ter um homem em sua vida. Eu sou mais independente. Não me imagino amarrada a ninguém a vida toda.
Mas para ter um filho, ficará ligada a alguém pela vida toda. Será responsável pela criança desde o momento em que for concebida.
— Isso é diferente — Demetria argumentou com um sorriso. — Bebês e crianças precisam de nós. Eles nos amam incondicionalmente, não importam os defeitos que tenhamos. Eles não tentam nos mudar, não impõem restrições às nossas emoções e não fazem guerras psicológicas. Pelo menos os homens que conheci não agiram assim.
Joseph sorriu por dentro ao perceber que a descrição que ela fizera dos homens era o mesmo conceito que ele tinha das mulheres. Interessante que compartilhassem idênticas filosofias com relação ao sexo oposto.
— Não sei, Demetria, preciso de um tempo para pensar. O que está me pedindo não é nada normal, você haverá de entender.
— Preciso saber dentro de duas semanas — ela lembrou.
— Para que tanta pressa?
— Quero ter o bebê na época do Natal — ela disse, sorrindo.
Demi percebeu que algo ainda perturbava Joseph.
— Algum problema? — ela perguntou.
— Há um ponto que ainda não discutimos — ele disse, confirmando a suspeita de Demi.
— E qual é?
Ele ergueu a mão e acariciou o cabelo loiro e macio. O toque de intimidade a surpreendeu. A voz era suave ao responder.
— E eu, como fico depois que a tarefa for concluída?
— O que está tentando saber?
— Depois... depois que eu fizer amor com você, Demetria... — Ele engoliu em seco, antes de continuar. 
— Depois que você ficar grávida, o que acontecerá entre nós?
— Imagino que voltaremos a ser o que éramos antes.
— E você acredita piamente que isso será possível?
Ela suspirou e empertigou-se, procurando não desviar o olhar.
— Eu... Eu não sei. Você parece não querer uma mulher em sua vida tanto quanto não quero um homem na minha
— Isso é verdade...
— Esta é mais uma razão para o nosso acordo ser perfeito. Já nos conhecemos há dois anos e nunca nos obrigamos a nada. Não há razão para isso mudar só por que... Faremos amor uma vez.
— Isso também é verdade, mas...
Antes que Demi percebesse o que estava acontecendo, Joe inclinou-se e fez seus lábios se encontrarem. No princípio, Demi ficou surpresa demais para reagir, mas, ao sentir o quanto ele se tornava ardente, tomando seu rosto entre as mãos grandes, não pôde deixar de retribuir com a mesma intensidade. Ele beijava bem, ela pensou passando os dedos entre o cabelo sedoso de Joe.
Ele afastou-a da porta para poder abraçá-la completamente, para poder provar mais livremente os lábios macios de Demetria. Tomou-a pela cintura e segurou-a pelas costas, forçando seus corpos a ficarem juntos, ao ponto de Demi sentir o calor crescente de Joseph. Ela não conseguiu avaliar quanto tempo ficaram juntos daquela forma, mas de uma coisa tinha certeza: não queria parar.
Mas ele parou, tão abruptamente quanto começou. Joseph afastou o rosto e fitou-a, visivelmente confuso.
— Preciso de alguns dias para pensar — ele disse enquanto a soltava relutantemente.
 
— E acho que você também precisa pensar mais um pouco.
Com isso, ele deu as costas e partiu, sem dizer mais nada, sem olhar para trás.
Demi observou-o partir, tentando organizar seu tumulto interior. Sentiu que sua determinação esmaecera quando Joseph a beijou.
Antes tinha tanta certeza, ela pensou. Mas agora não tinha a mínima idéia do que deveria fazer.


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Galera, 

Peço desculpas por não ter dado atenção ao blog por muitos dias, mas ta muito complicado conciliar tudo que estou fazendo com o blog. Alem disso precisava dar um tempo de estar por aqui para dar mais atenção a minha vida real e menos a virtual.. mas agora estou um pouco melhor, não vou abandonar nada aqui, vou terminar de postar essa fic pra Ju poder começar a dela e todos serem felizes ok?

Meu navegador tb não ajudou muito pois todas as vezes que tentei postar não consegui.
Então mais uma vez peço desculpas e sexta a noite eu devo postar uma maratona pra adiantar a fic.. são 12 capitulos se não me engano então acaba rapido.
farei todo o possivel pra isso pois agora tenho mais um compromisso no curso e tenho que cumprir.
Enfim, é isso, espero que entendam e curtam tudo que vai rolar aí que a Juh ta trazendo pra vocês.

Bju nas crianças! 

23/09/2013

Divulgação e Selinho





DIVULGAÇÕES !!!

Jemi - Mundos Diferentes Colidem

Histórias da Pietra


Selinho da Cloe '-' minha fofa, obrigada ^^



Regras:

Repassar o selo para 6 blogs;
Responder as perguntas abaixo.

01. Qual a história da sua URL?

sei lá, eu passei séculos pensando e me veio essa, bem, deu certo né =)

02. O que mais gosta de fazer nas horas vagas?

Ler, escrever e ouvir musica

03. Animal preferido?

Cachorro

04. Cite algumas músicas que goste.


  • Two Pieces- Demi Lovato
  • Made In The U.S.A- Demi Lovato
  • When Look At You- Miley Cyrus
  • When You Look Me In The Eyes- Jonas
  • Fly With Me- Jonas
  • First Time - Jonas
  • Pom Poms - Jonas
  • Heart Attack - Demi
  • Summer Paradise - Simple Plan

05. Comida preferida?

Massa '-' todos os tipos!

06. Cite algumas esquisitices suas (todo mundo tem, né u_u)

  • Eu canto no chuveiro
  • Eu amo pintar a unha SEMPRE
  • Eu amo pimenta '-'

Repassando para:




Bom é isso ai ... até mais =)



20/09/2013

Bom, enquete terminada!




Hey amores, vocês votaram e é isso ai! a fic vai ser Jemi (afinal o blog é sobre Jemi) mas terá Niley na fic, claro num papel bem secundário mais vai =)

Eu espero não demorar muito pra começar, estou apenas esperando a Leka terminar com a atual.
E Desculpem a demora, ela está muito ocupada, trabalhando e fazendo faculdade, infelizmente não tem mais todo o tempo disponível ... mas postaremos logo.

Bjs



06/09/2013

Olha eu aqui de novo !!!


(Londres ♥♥♥ eu te amo!!!)

Bom!!! Queridas e queridos (se tiver algum rs'), vim aqui rapidinho porque queria fazer uma pergunta ... na próxima fic, vocês vão querer Nelena ou Niley ?? eu sempre boto Niley mas as vezes é bom mudar né, ou talvez não bote nem um nem outro ... deixar a história só Jemi , vocês que sabem. Vou por uma enquete ali em cima e vocês escolhem.


Bjsssssss , saudades de vocês =)


01/09/2013

O Pai Perfeito (Mini Fic Capitulo 1)




Capítulo 1

Normalmente, ninguém falava com Joseph tão francamente. Mas, vindo de Demetria, ele tolerava e até mesmo recebia bem a ousadia. Em mais do que uma oportunidade, ela fora a sua advogada do diabo. Era um relacionamento a que não se permitia com mais ninguém. O estranho era que Joseph não a conhecia muito bem. Para falar a verdade, nem mesmo sabia seu sobrenome. Mas depois de dois anos freqüentando o local pelo menos três ou quatro vezes por semana, começou a alterar seus esquemas para estar no restaurante nos dias em que ela estivesse no bar. Por que fazia isso, não sabia. O fato é que gostava dela. Muito. Ela era engraçada, sagaz e espirituosa e conseguia fazê-lo relaxar depois de um dia estressante.
Até mesmo estivera a ponto de convidá-la para sair, mas não teve coragem. Não costumava manter um relacionamento por muito tempo e não queria pôr fim ao relacionamento fácil e franco que mantinham.
Ao erguer os olhos, ela o encarava, pensativa, fazendo-o imaginar o que estaria se passando por detrás daqueles incríveis olhos cor de mel.
Como se percebendo que estava sendo analisada, ela perguntou:
— Você está dizendo que prefere trabalhar de quinze a dezesseis horas por dia a voltar para casa, depois de um período normal das nove as cinco, para uma mulher e filhos? (Demi)
Ele sorriu, correndo os dedos pelo cabelo negro entremeado por alguns fios prateados.
— Deus me livre. Isso é um pesadelo. Ouça, sou um solteiro inveterado de 30 anos. Isso não lhe diz nada? (Joe)
Ela deu de ombros, ainda sorrindo.
— É, parece que você não é definitivamente um bom partido. (Demi)
Ele riu.
— Ah, não, obrigado. E olhe que não foram poucas as mulheres que se esforçaram para mudar minha situação. (Joe) 
— Mas você recusou todas, não foi? (Demi)
Ele balançou a cabeça com veemência.
— Pode apostar.(Joe)
— Você não consegue se animar nem mesmo com a idéia de um Sr. Jonas Jr. andando ao seu redor? Não quer deixar nenhum herdeiro? (Demi)
Ele estremeceu.
— Ora, é claro que não. Não suporto crianças. (Joe disse e ela arqueou as sobrancelhas, surpresa.)
— Está falando sério? (Demi)
— Absolutamente. Filhos requerem muita atenção e não estou preparado, nem disposto a esse sacrifício. (Joe deu um gole em sua bebida antes de continuar) 
— Não me diga que está surpresa com o que estou dizendo? Você não me parece o tipo de mulher que se amarre a filhos. Parece que gosta de ser solteira. (Joe)
— Ora, eu adoro ser solteira, mas também adoro crianças. (Ela inclinou-se atrás do bar, aparentemente procurando algo, e ergueu-se com uma carteira na mão, de onde tirou uma foto)
— Este é meu sobrinho, Simon. É a criança mais adorável do mundo. Veja este sorriso. Não pode negar que ele é uma gracinha. (Demi)
Joseph lançou para a foto um olhar superficial, fingiu estar interessado e respondeu secamente:
— Adorável. Ouça. Estou morrendo de fome. O que recomenda para esta noite? (Joe)
Demetria suspirou e balançou a cabeça. Joseph reparou que aquele era um gesto que ela estava repetindo muito durante a noite, como se ela o estivesse considerando para algo e ele não estivesse correspondendo às expectativas. Está certo que até se sentia lisonjeado em imaginar que ela o pudesse estar considerando para algum envolvimento. Afinal, se quisesse se envolver com alguém, Demetria seria uma excelente candidata. Mas envolvimentos levavam a relacionamentos, e isso estava fora de questão. Não tinha tempo.
Observando- a enquanto ela se afastava para pegar o menu, Joseph suspirou. Teve que admitir que fazia muito tempo que não tinha contato com os aspectos íntimos de um relacionamento. Há quanto tempo não fazia amor? Ele se perguntou. Qual fora a última mulher com quem fizera amor? Precisou esforçar-se para lembrar. Fora há muito tempo. Ele realmente não tinha tempo para um relacionamento.
 — Não tenho certeza do que quero (Joe)
— Está bem. (Demi)
Ao observar Demetria fazer o pedido, ficou admirando seus gestos seguros e fáceis. Isso era algo de que não era capaz. Parecia que sua infância miserável sempre o estava segurando, lembrando de onde viera, mas a lembrança daqueles tempos era o que o fazia seguir sempre adiante.
Mesmo que passasse o resto de seus dias só, sentia que o que valia a pena era lutar para nunca mais estar sujeito aos sofrimentos do passado.
Depois de bater a campainha para o pedido do Sr. Jonas, Demi entregou-o a um dos garçons que se dirigia à cozinha, quase o acertando no rosto. Pediu desculpas com um sorriso amarelo. O movimento no Cosmos estava tranqüilo, dando-lhe tempo para pensar por que não fizera melhor uso de seu diploma em Ciências Humanas. Talvez fosse porque nos classificados sempre havia alguém pedindo um bar tender, e jamais um graduado em Ciências Humanas.
— Seu pedido, Demi.
Ela virou-se e deu de cara com um dos garçons depositando um prato de ostras à Rockfeller perigosamente perto da borda do balcão.
— Keith! (ela chamou o garçom que partia rapidamente, após ter depositado o prato de aperitivo à frente de um casal sentado ao balcão)
Keith voltou-se para ela.
— Você tem um minuto? (Demi)
Ele sorriu, retornando para o bar.
- Lógico, mas só porque é você que está pedindo. (Keith)
— Posso lhe fazer uma pergunta pessoal? (ela falou e o sorriso de Keith alargou-se.)
— Pessoal até que ponto? (Keith)
— Você... Diplomou-se em Princeton, certo? (Demi)
Ele confirmou, meneando a cabeça.
— E agora você vai para Vilanova, para a Faculdade de Direito? (Demi)
Ele confirmou novamente.
— Aonde está pretendendo chegar, Demi? (Keith)
Demetria o encarou, focalizando o cabelo loiro, olhos azuis e figura longilínea. Que belos genes, pensou. Seu tipo era um dos bons, portanto, se lhe pedisse para ser o pai de seu filho, a criança fatalmente seria também parecida com ele.
— E... Que eu estava pensando... Preciso lhe fazer algumas... (Demi)
As palavras foram interrompidas quando Keith gemeu e inclinou-se abruptamente, com a mão sobre o: olho esquerdo.
— O que foi? ( ela perguntou, alarmada) Algo errado? 
- Nada (Keith resmungou, empertigando-se e esfregou suavemente a pálpebra sobre o olho lacrimejante e vermelho.) 
— Minha lente saiu do lugar. Agora já está bem. (Keith)
— Você usa lentes de contato? (Demi)
— Sim. Sem elas, sou cego como uma toupeira. (Keith)
— Ah... (Demi)
— Bem , Qual era a pergunta pessoal que você queria fazer? (Keith)
— Sua visão é muito ruim? (Demi)
— Péssima. Todos em minha família têm a visão prejudicada. Acho que todos usavam óculos com lentes grossas como o fundo de uma garrafa. (Keith)
Ela meneou a cabeça.
— Percebo... (Demi)
— E a pergunta pessoal? (Keith perguntou esperanço em conseguir algo mais com Demi)
— Bem... Esqueça. Esqueci o que ia dizer. (ela disse e Keith ficou desapontado)
— Ora... Se você se lembrar... (Keith)
— Eu volto a falar com você. (Demi)
Quando Keith saiu de seu campo visual, Demi tirou uma folha de papel amassada do bolso de sua camisa e desdobrou-a. O nome de Keith estava mais ou menos na metade de uma lista de aproximadamente doze nomes, muitos dos quais já riscados.
Leonard fora a primeira escolha como candidato a ser pai de seu filho, mas fora riscado quando ela soube que ele ficara noivo recentemente. William, o segundo colocado, voltara havia pouco tempo de suas férias na neve com os dois braços e uma perna engessados. Jack, aquele do cabelo ondulado maravilhoso, tinha um irmão na prisão: um risco genético em potencial. Donnie, ela soubera, precisou usar aparelho sua infância toda para colocar os dentes tortos no lugar.
Até agora, parecia que todos os seus candidatos com um bom potencial genético tinham sempre um porém. Edgar chegara bem perto, mas aquele desvio de septo nasal não lhe parecia que fosse fruto de um acidente, e Michael, outro candidato forte, confessara não ter a mínima queda para as artes. Demi não queria arriscar-se a ter um filho que não fosse talentoso.
Ao erguer os olhos de sua lista, para pensar, pousou distraidamente os olhos sobre o Sr. Jonas, e uma luz acendeu dentro de si.
A pequena conversa que mantiveram poucos minutos antes só fizera reforçar o que já sabia a respeito dele. O Sr. Jonas não alimentava o menor desejo de formar uma família, porque o trabalho era a sua vida. Portanto, não precisaria se preocupar com o fato de ele tornar-se sentimental mais tarde e reclamar seu papel de pai. Adicionalmente, não era a primeira vez que notava que ele era um homem atraente, o que parecia ser o resultado de uma combinação perfeita de genes. Um encontro íntimo com o Sr. Jonas não era uma idéia desagradável e, lógico, para isso ajudaria muito se ela ao menos soubesse seu primeiro nome.
Olhou novamente para a lista: os nomes restantes eram de homens que ela não conhecia particularmente bem. Pelo menos, mantinha um contato regular com o Sr. Jonas, o que o colocava rapidamente no topo da lista.
Os próximos passos haveriam de requerer de Demi um pouco de ousadia, afinal estava na última semana de fevereiro e estaria ovulando dentro de duas semanas.
Se quisesse ter um filho para o Natal, e isso era certamente o que mais desejava, precisava encontrar o pai perfeito rapidamente.
— Seu pedido, Demi. Camarão recheado. (falou o chefe da cozinha)
O olhar caminhou vagarosamente do prato recém-depositado sobre o balcão para o homem que havia pouco pedira que ela o surpreendesse. Caminhou na direção do Sr. Jonas, olhando-o sob um novo ponto de vista. Quando ele ergueu os olhos para murmurar seu agradecimento pelo prato, ela não pôde deixar de maravilhar-se com aqueles olhos verdes que exalavam inteligência.
Demi afastou-se discretamente para ele comer à vontade, mas continuou a examiná-lo com o canto dos olhos, observando o cabelo negro lustroso com um corte impecável. A formação de rosto era perfeita: malares altos, maxilares projetados e decididos; os lábios bem desenhados formavam um conjunto perfeito com o nariz reto e bem proporcionado. Sempre considerara o Sr. Jonas atraente, além de inteligente e ambicioso. Também sabia que, aos trinta anos, já era proprietário de um dos escritórios de arquitetura mais conceituados de Filadélfia.
Quando ele virou-se de lado para saudar um conhecido que passava, Demi observou que ele não usava lentes. Quando voltou-se para ela, flagrou-a observando-o e sorriu. Isso a fez notar que ele tinha o dente da frente ligeiramente encavalado sobre o outro. Isso não maculava sua aparência de forma alguma e denotava que ele jamais usara aparelhos ortodônticos.
Demi tirou o lápis de sua orelha e rapidamente escreveu o nome do Sr. Jonas no alto de sua lista, guardando-a, em seguida, no bolso.
— Sr. Jonas... (ela falou cautelosamente enquanto lhe servia a habitual segunda dose de bebida.) Sabe, sempre quis lhe perguntar algo.
— Fique à vontade. (Joe)
— Você toca algum instrumento musical? (Demi)

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Tá aí o primeiro galera, espero que curtam, e desculpa a demora, sabem como é né? sem tempo a beça...
Então galera ainda quero saber que filme vocês querem ver adaptado, E se fosse verdade ou A casa do lago?
Quero as repostas nos comentarios ok?

bju nas crianças!