11/07/2012

Capitulo 11




Gente ... Queria agradecer a  Lααrıı Pelo selinho =))))





Eu já fui à Casa Branca um montão de vezes. Tipo assim, se você mora na região de
Washington D.C., mais ou menos na segunda série você passa a fazer uma visita
praticamente anual à Casa Branca, e depois precisa escrever um relatório idiota a
respeito do passeio. Sabe como é, Minha visita à Casa Branca. Esse tipo de coisa.
Já visitei todas as salas que eles mostram no tour: o Salão da Prataria Dourada, a
Biblioteca, o Salão das Louças, o Salão dos Mapas, o Salão Leste, o Salão Azul, o
Salão Vermelho, blablablá.

Mas, no domingo á noite, foi a primeira vez que eu visitei a Casa Branca não em
excursão, mas como convidada de verdade.
Foi bem esquisito. Minha família inteira estava sentindo toda aquela esquisitice,
menos, talvez, a Rebecca. Mas como ela havia acabado de receber um
carregamento novinho de livros de Jornada nas estrelas da Amazon.com, isso já
era de se esperar.
Além disso, eu desconfio que a Medison seja, secretamente, um robô e, por isso,
imune às emoções humanas.

O resto de nós, no entanto, estava totalmente atordoado. Dava para ver que a
minha mãe estava particularmente nervosa, porque colocou o tailleus mais distinto
que tinha no armário e também suas pérolas, um visual que só usava quando tinha
que comparecer no tribunal, e arrancou o celular e o Pam Pilot do meu pai, para que
ele não tentasse usar nenhum dos dois durante o jantar. A Helena (que, como
parte importante da nossa família, também tinha sido convidada) usava sua melhor
roupa de missa, que incluía sapatos de salto alto roxos com fivelas cintilantes, e
não gritou conosco nem uma vez, nem quando o Bud entrou correndo como um
louco lá de fora e sacudiu o corpo, espalhando água de chuva no tapete da sala, em
que tinha acabado de passar aspirador.
Até mesmo a Dallas gastou umas duas horas a mais na sua rotina de beleza e saiu do
banheiro com cara de quem ia apresentar um programa de televisão cheio de gente
famosa, e não como alguém que ia jantar com uma família que morava quase no
mesmo bairro que nós, se você parasse para pensar no assunto.

-Então, seja lá o que você fizer, Demi, não vai ficar tentando escolher a comida de
que você não gosta embaixo do prato - disse Dallas enquanto saíamos da garagem
com o carro, algo que não era nada fácil, já que ainda havia hordas de repórteres
por ali, tentando fotografar cada movimento nosso. Eles gostavam de fazer coisas
do tipo mergulhar no capô da minivan para tirar uma rapidinha do meu pai quando
ele está a caminho da loja de conveniência para comprar leite. Dar ré na entrada da
casa se transformou em uma ação perigosa porque sempre tinha uns dois ou três
caras saindo à toda de trás do carro.

-Dallas! - eu já estava bem nervosa sem ninguém me encher. Não precisava mesmo
que ela piorasse a situação ainda mais. - Caramba, eu sei como me comportar em um
jantar, tá bom? Não sou criança.

O negócio é que, em casa, quando tem alguma comida de que eu não gosto no jantar,
eu pego tudo e dou para o Bud por debaixo da mesa, e ele come qualquer coisa...
cenoura, berinjela, ervilha, melão, salsicha de frango, tudo o que você quiser. A
primeira-família não tem cachorro. Eles são uma gente felina. Os gatos são legais e
tal, mas não ajudam em nada pessoas frescas para comer como eu. Eu duvidava
totalmente de que o primeiro-gato se dispusesse a mastigar qualquer pedaço de
couve-flor que eu colocasse embaixo da mesa.
Então, a questão era: o que é que eu ia fazer se eles servissem brócolis (por favor,
alguém me amordace) ou, pior ainda, qualquer coisa com tomate ou peixe, duas
coisas que eu não suporto e que sempre aparecem em refeições chiques? Eu sabia
que não dava para esconder coisas embaixo do prato. Supondo que alguém o
pegasse e visse tudo aquilo ali embaixo? Isso seria quase tão vergonhoso quanto
ter desenhado um abacaxi.

Foi esquisito virar na Pennsylvania Avenue. Normalmente, a parte da rua que fica na
frente da Casa Branca é totalmente fechada para os carros. A única maneira de
passar na frente da cerca que protege a casa do presidente é a pé.
Mas, como éramos convidados especiais, pudemos atravessar a enorme barreira que
bloqueia a rua. Um monte de policiais estava ali, e eles conferiram a placa do nosso
carro e a carteira de motorista do meu pai, daí abaixaram a barreira e nós
passamos por cima dela.
E daí ficamos na frente do número 1600 da Pennsylvania Avenue, que é o endereço
da Casa Branca.
Mas a gente não era, de jeito nenhum, as únicas pessoas que estavam por ali. Para
começar, o lugar estava lotado de guardas, a cavalo ou de bicicleta e também a pé.
Eles estavam todos por ali, conversando entre si. Olharam para o nosso carro com
curiosidade quando passamos. A Dallas acenou. A maior parte deles respondeu com
outro aceno.

Mas não eram só guardas que estavam ali pela frente da Casa Branca. Tinha uns
caras vendendo camisetas e bonés do FBI e uns caras com display de cartolina do
presidente em tamanho real; você podia sentar ao lado das figuras e tirar uma
foto, na frente da Casa Branca.
E, apesar de já estar escuro lá fora, tinha um monte de turistas, famílias inteiras,
todos pedindo uns aos outros que tirassem fotos deles na frente da enorme cerca
de ferro batido preto que circundava a casa do presidente.

Também tinha manifestantes. Alguns estavam ali havia obviamente muito tempo, já
que tinham até construído uma favelinha de barracas e de cabanas de compensado,
com faixas esticadas na frente, mostrando a causa que defendiam. CHEGA DE
ARMAS NUCLEARES, dizia uma. Outra, mostrava: VIVA COM A BOMBA, MORRA
COM A BOMBA. Preciso reconhecer que, no que diz respeito a radicais, eles não
pareciam formar uma turma muito impressionante.
E além do mais, estava bem frio e chovia um pouquinho. Quem é que vai querer
fazer uma manifestação na garoa?

Finalmente, tinha repórteres. Tinha um montão de repórteres. Quase tantos
quanto na frente da nossa casa quando saímos. Só que a Casa Branca tinha
reservado um lugar especial no gramado para os jornalistas se aglomerarem no
jardim. Eles tinham luzes enormes e um monte de microfones a postos, um para
cada rede de televisão. Quando viram nossa minivan se dirigindo para o Portão
Noroeste de Compromissos (para onde tínhamos sido enviados pelos guardas da
primeira barreira) os repórteres começaram a se projetar em nossa direção, e o
pessoal das câmeras começou a virar suas luzes fortíssimas para nós.

-Ali está ela! – eu os ouvia dizer, apesar de todas as janelas estarem fechadas. – É
ela! Tira a foto! Tira a foto!

E não eram só os repórteres que estavam tentando tirar fotos do nosso carro,
conosco lá dentro. Todos os turistas que estavam parados na frente da cerca de
ferro batido se viraram quando perceberam a confusão e também começaram a
tirar fotos de nós. Foi tipo encostar uma limusine na entrada do Oscar, ou qualquer
coisa assim. Só que a gente estava em uma minivan Volvo, e não tinha mesmo
nenhuma atriz famosa por ali.

Uns caras de uniforme saíram da guarita atrás do portão e olharam para as hordas
de repórteres em disparada por cima do ombro. Um deles deu um passo à frente
para bloquear o caminho que eles estavam usando para chegar até o carro,
enquanto o outro fez sinal para que entrássemos pelo portão que se abria
lentamente.
Enquanto tudo isso acontecia, minha mãe virou-se do assento direito dianteiro e
mandou, com uma voz grave e em tom de súplica:

-Dallas, eu apreciaria imensamente se, pelo menos desta vez, você não ficasse
falando de roupas durante toda a refeição. Medison, eu sei que você tem algumas
perguntas para fazer ao presidente a respeito do que aconteceu em Roswell, mas
estou fazendo um pedido pessoal para que você as guarde para si. E Demetria. Por
favor. Estou implorando: não comece a brincar com a comida. Se você não gostar de
alguma coisa, simplesmente deixe no prato. Não vai ficar lá meia hora só mudando a
disposição das coisas.

Achei que isso foi injusto. Quando você muda a disposição da sua comida, a maior
parte das pessoas acha que você comeu pelo menos um pouco.
E daí entramos pelo portão aberto, deixando para trás os repórteres, os flashes
das câmeras e as lâmpadas fortíssimas, em direção à porta da frente da Casa
Branca.

Quando você está na frente da casa do presidente, mesmo que seja da cerca de
ferro, na Pennsylvania Avenue, a casa onde o presidente mora parece meio pequena.
Isso porque a rotunda, que é aquela coisa redonda cheia de pilares que sai do meio
da Casa Branca, na verdade é a parte do fundo da casa. A frente, onde fica a
entrada, não é nem de perto tão impressionante. Na verdade, sempre que eu via
aquilo, ficava me perguntando como é que conseguiam enfiar tantos salões em um
lugar tão pequeno.

Mas daí, quando você vê uma foto dos fundos da casa, que é o lugar que sempre
aparece nas notícias, nos filmes e nessas coisas, você fica tipo: Ah, tá, já entendi.
Quando estacionamos na frente da casa, um homem de uniforme que estava parado
na frente da porta se retesou em uma pose de total atenção enquanto um outro
veio abrir a porta da minha mãe.
Daí nós todos pisamos em um tapete vermelho e a porta da frente se abriu, e lá
estava a primeira-dama nos cumprimentando e nos convidando para entrar. Bem
atrás dela estava o presidente, que apertou a mão do meu pai e disse:

-Como vai, Eddie?
Ao que meu pai respondeu:
-Muito bem, obrigado, senhor Presidente.

Então o presidente e sua mulher nos conduziram para dentro da Casa Branca tão
casualmente como se apenas tivéssemos dado uma passadinha ali para um churrasco
no quintal ou qualquer coisa assim. Só que, obviamente, ninguém usa meia-calça fina
nem tailleur da Ann Taylor para um churrasco no quintal. Preciso reconhecer
apesar de todo mundo estar sendo tão atencioso e tal, que me sentia bem
desconfortável. E não era só por causa do meu gesso idiota, nem porque a Dallas
tinha me obrigado a usar o condicionador de cavalo de novo, de modo que o meu
cabelo parecia macio fora do normal, nem mesmo porque eu sabia, simplesmente
sabia, que de um jeito ou de outro ia acabar aparecendo couve-flor no meu prato.
Mas eu estava entrando em pânico porque, por mais à vontade que o presidente e
sua mulher parecessem, a gente estava na Casa Branca.

E nem era naquelas partes que você vê no tour público, mas sim na parte da família,
que ninguém nunca vê, a não ser na TV, e mesmo assim sempre é mostrando a idéia
que um diretor qualquer faz de como são os aposentos reservados da família, e não
a coisa como é de verdade. A decoração de fato parecia como a de uma pousada,
para mim, tipo uma em que nos hospedemos uma vez em Vermont. Mas daí eu achei
que talvez não estivesse sendo justa, porque o presidente e a família dele só
moravam lá havia pouco mais de um ano e talvez ainda não tivessem tido tempo de
se acomodar.
E, além disso, esta aqui não era a casa de verdade deles.

Daí entramos na sala e a primeira-dama nos mandou sentar e ofereceu algo para
bebermos, e eu me sentei, e o Joseph entrou...

E estava exatamente igual àquele dia no ateliê da Sophia McDylan! Estava usando uma
camiseta da Big Fish em vez da Save Ferris. Mas, fora isso, era como se aquele
outro Joseph, com as calças de pregas, nem mesmo existisse.

-Ah, Joseph – disse a mãe, desolada, ao vê-lo. – Achei que tinha mandado você se
trocar para o jantar.
Mas o Joseph só sorriu e esticou o braço para pegar um pouco de mix de castanhas
no potinho que estava sobre a mesinha de centro na minha frente.

-Eu me troquei para o jantar sim – respondeu.

Percebi que ele só pegou as castanhas de caju salgadas e deixou as castanhas-dopará
no potinho. Eu entendia perfeitamente. Castanhas-do-pará é horrível.
Daí o jantar ficou pronto. Comemos em uma das salas de jantar formais. Dava para
ver que a Dallas ficou muito feliz com isso, já que a roupa dela, que era azulão,
combinava melhor com a decoração da sala de jantar formal do que com a da
particular. A Helena também ficou animada com o serviço de jantar. Era a louça
formal da Casa Branca, com a borda de ouro de verdade. Helena disse que não se
pode colocar pratos com bordas de ouro no lava-louças, é preciso lavar tudo na
mão. A idéia de que alguém iria lavar a mão o prato em que Helena estava comendo
a deixava muito feliz.

Eu era provavelmente a única pessoa infeliz na sala. Isso porque, assim que nos
sentamos, percebi que estava encrencada, já que a primeira coisa que serviram foi
uma saladona com tomates-cereja gigantescos. Por sorte, o molho era OK, do tipo
normal de iogurte, de modo que eu comi toda a alface em volta dos tomates e fiquei
torcendo para ninguém perceber que eles continuavam ali.
Só que, infelizmente, eu estava sentada no lugar de honra, bem do lado do
presidente, e ele reparou total. Ele se inclinou para mim e mandou:

-Sabe que esses tomates aí foram importados da Guatemala? Se você não comer,
vai causar o maior incidente internacional.

Eu tinha certeza de que ele estava brincando, mas não foi nada divertido para mim.
Eu não queria que ninguém pensasse que eu não estava apreciando totalmente o
fato de eles oferecerem um jantar tão bacana para a gente, ou qualquer coisa
assim.

De modo que o que eu fiz foi colocar os tomates dentro do guardanapo dobrado no
meu colo quando ninguém estava olhando.
Isso funcionou surpreendentemente bem. Tão bem que, no prato seguinte, que era
sopa de marisco tipo New England, eu comi toda a sopa e daí, de novo quando
ninguém estava olhando, coloquei todos os pedacinhos de marisco no guardanapo.
Quando a sobremesa estava para ser servida, já tinha meio quilo de comida no meu
guardanapo, inclusive um pedaço de linguado recheado de caranguejo; uma seleta
de legumes com ervilhas, cenouras e cebolinhas; algumas batatas coradas e um
pedaço de focaccia de cebola.

Foi muito fácil para mim esconder toda essa comida, já que os adultos estavam
envolvidos em uma conversa muito animada a respeito da situação econômica na
África do Norte. A única coisa que eu não consegui me esquivar de comer foi o
tomate cortado para parecer uma rosa, que foi servido como guarnição das batatas
coradas, e que a primeira-dama colocou no meu prato, toda gentil.

-Uma rosa para uma rosa – disse, como um sorriso simpático.

O que eu podia fazer? Tinha que comer. Todo mundo estava olhando para mim.
Engoli o melhor que pude em uma única bocada e tomei por cima mais ou menos a
metade do meu copo de chá gelado, que foi a bebida destinada para o pessoal
menor de 21 anos. Quando coloquei o copo na mesa, vi que a Medison, que tinha
começado a me observar com extrema atenção no minuto em que a primeira-dama
colocou o tomate no meu prato, fez uma coisa muito estranha: ergueu as mãos e
fingiu que estava aplaudindo. Às vezes ela faz umas coisas fofas assim, que me
fazem desconfiar que talvez ela não seja um robô, no final das contas.

Foi mais ou menos a essa altura que percebi uma coisa terrível: meu guardanapo
estava vazando. Aquele monte de comida lá dentro ainda não tinha manchado a
minha saia, mas isso ia acontecer já, já. Eu não tinha outra saída além de pedir
licença e fingir que ia ao banheiro. Então, bem sorrateira, levei o guardanapo
comigo, todo amassado na mão, como se tivesse esquecido que ele estava lá.
Para todo lado que se vai na Casa Branca, tem agentes do Serviço Secreto de olho
em você. Na verdade, são uns caras e umas moças bem legais. Quando saí da sala de
jantar, perguntei a uma delas onde ficava o banheiro mais próximo e ela me
acompanhou até lá. Quando estava trancada lá dentro, em segurança, joguei o
jantar na privada e dei a descarga. Eu me senti meio mal, desperdiçando toda
aquela comida, quando tem um monte de gente morrendo de fome, sabe como é,
tipo o pessoal que mora nos Apalaches.
Mas o que mais eu podia fazer? Teria sido muita falta de educação ter deixado
tudo aquilo no prato.

O problema do guardanapo, ensopado de caldinho de carne de caranguejo, foi
resolvido com muita facilidade pois o banheiro, que era muito chique, tinha um
monte de toalhas de mão para os visitantes, e uma cesta dourada para jogá-las
depois de usar. Lavei as mãos, usei algumas toalhinhas e as joguei na cesta, em cima
do guardanapo. Quem esvaziasse a cesta ia achar que eu simplesmente tinha me
distraído e jogado o guardanapo ali.
Eu estava me sentindo muito bem com aquilo tudo (menos com o fato de que, sabe
como é, eu estar quase morrendo de fome, já que não tinha nada no estômago além
de uma guarnição de tomate) quando, no caminho de volta até a sala de jantar, eu
praticamente deu um encontrão no Joseph, que parecia estar indo em direção ao
banheiro do qual eu acabara de sair.

-Ah – exclamou quando me viu. – E aí?

-Tudo certo – respondi. Daí, porque aquilo era estranho, por ele ser o filho do
presidente e tudo mais, tentei me desviar dele e sair fora o mais rápido possível.
Só que não fui rápida o bastante, já que ele me deu aquele sorrisinho dele e
mandou:

-Então. Você não jogou o guardanapo na privada também, jogou?

Continua ...


E ai meninas ! Gostaram ?? 

Comentários ???


Respostas dos Comentários anteriores :


NINA huahsuhaus a Dallas é muio doidinha mesmo !! Que bom q gostou =)) Postei 

That´s Just Me Que bom que está gostando =))) Postei fofa 

Laah.  Ain .. Que bom que gostou do blog fofa =)) Obrigado .. postei 

Diana (DSP) shuahsua é .. eu gosto muito da Gwen =))) postei fofa =)) 

Mah Jonas NOSSA , AMEI SEU COMENTÁRIO =))) E TIPO ... FOI O MAIOR QUE EU JÁ VI !!
ASHUAHSUAHSU É SIM O LOGAN DO BIG TIME RUSH =))) E CONCORDO COM VOCÊ,
O JOE É TUDO !!! ASUAHSUAHS E TIPO , A DALLAS É MEIA DOIDINHA MESMO ... MAS É UMA BOA PESSOA =)) E A DEMI NUNCA DEIXARIA DE FALAR COM A SELENA ( EU 
TBM AMAVA OS VIDEOS DO VLOG !!! ERA TUDO ASHSUAHSU MORRIA DE RIR ) !!
LINDA ... QUE BOM QUE ESTÁ GOSTANDO .. ME SINTO HONRRADA !!! 
PS  : A SENHORA TAMBÉM .. TRATE DE POSTAR LOGO ASHAUHSUAHS 

Lααrıı Postei =))  Obrigado pelo selinho =))) 

6 comentários:

  1. Denada minha nega..
    Comecei a ler agr
    mais está perfeito... posta logo...
    tem msn?

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  2. cap perfeito...

    amando esse tal joseph...hahah

    bjo bjo e posta logo

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  3. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk a demi se ferrou! uhsauhsuasha posta logo!

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  4. OMGLITTER!!!! SKJHVLAKSJDHFVALSKJDHVLAKJSDHVLAKJSDHVLAKJSDHFVLKASJDHFVAKLSDJFVHAL MADISON ROBÔ, TADINHA! KKKKKKK Madison é tão lindinha e imagina quando ela crescer como ela vai ser linda e igual a Demi *~~* aquele queixo... awwwn, morro!! kkkkkkkk Dallas me fa rir muito, mas eu fiquei imaginando minha Demizinha colocando as coisas no guardanapo e se sentindo em apuros porque ia manchar a saia e tipo, aí de repente ela vai no banheiro e pá! JOSEPH ADAM JONAS e ele ainda pergunta se ela jogou o guardanapo, tipo, ele percebeu o que ela tava fazendo e tipo... asdjvhalskdjhaclk que lindos eles *-* morri com essa parte, você tem que postar mais, com mais Jemi!! eu morrerei! kk
    Demi ficou tipo, fudidassa com o Joe falando né.. mas ele é muito legal e vai dar tudo certo, eu quero ver o que a minha pequena vai falar pra ele kkkkkkk OMG imagina a cara que ela ficou, que judiação tadinha, já não basta ter ficado SUPER com vergonha quando o presidente falou dos tomates importados e ter que comer o tomate em forma de flor que a linda da Primeira Dama deu pra ela. kkkk Jantar mais desastroso da VIDA da Demi. Ainda bem que é na fic, porque se fosse na vida real, ela ia derrubar toda a comida que tava no colo no chão, ia derrubar chá na toalha, ia cair da cadeira e ainda ia pedir brigadeiro de sobremesa *-* porque cá entre nós a Demi é lerda e caruda né.. e ainda era capa de sei lá, pedir por Joe tirar a camisa pra ela, porque vai ser safada assim lá na china.. Demi linda minha *-*
    Bem.. acho que já escrevi demais rsrs
    AMEI como sempre!
    750Kg de glitter pra vc
    Stay Strong
    Love,
    Mah Jonas <3

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    Respostas
    1. aah, me esqueci! Happy Skyscraper Day!!

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Sem comentários ........... sem capítulos!